quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Novo sistema fiscal eletrônico vai agregar 79 setores em 2009

DCI
08/01/2009
Até o final de 2009, mais 79 setores da economia no País terão adotado a Nota Fiscal eletrônica (NF-e). Essa é a expectativa da Receita Federal do Brasil. "Somando todos os itens, inclusive os deste ano, no final de 2009, 80% da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estará acompanhada pela NF-e", disse o auditor da Receita Federal do Brasil Jerson Pronchnow, em palestra realizada ontem, em São Paulo, sobre o Sistema Público de Escrituração Digital, o chamado Sped.
Segundo ele, a obrigatoriedade da adoção da nota fiscal eletrônica é estabelecida por protocolos ICMS e tem quatro momentos distintos: dois no ano passado, em abril e dezembro, quando da inclusão de alguns setores, como cigarros e combustíveis; e dois em 2009.
Em abril deste ano, devem se adequar ao sistema 25 itens, complementando os segmentos de automóveis (incluídos em parte em dezembro de 2008), autopeças, combustíveis, álcool, GLP, GNV, tintas, resinas, bebidas, vasilhame, fumo, alumínio e siderurgia. Já em dezembro de 2009, é a vez de 54 itens, como cosméticos, higiene pessoal, papel, informática, áudio e vídeo, trigo, café, defensivos, adubos, laticínio, plástico, pães, tratores, vidros, atacadistas de alimentos, tecelagem, dentre outros segmentos. Em produção desde 2006, a obrigatoriedade da NF-e deu-se a partir de 2008. Atualmente, segundo Pronchnow, mais de 15 mil estabelecimentos estão cadastrados e, só em 2 de janeiro deste ano, foram emitidas mais de 73 milhões de notas, representando mais de R$ 1,54 trilhões de operações. "Quando do projeto piloto, a expectativa de resposta da análise nota a nota se dava em até três minutos. Mas hoje, na prática, verificamos que o tempo é muito menor, basicamente fração de segundos para a realização dessa operação", disse Pronchnow
O novo sistema visa acabar com livros como o diário com escrituração resumida, mas, nem por isso, o contribuinte deve dispensar o que já foi enviado à Receita Federal. "Ainda que o fisco receba as informações, o contribuinte é responsável pela manutenção desses dados", recomenda Jerson Pronchnow.

Novo sistema fiscal eletrônico vai agregar 79 setores em 2009

DCI
08/01/2009
Até o final de 2009, mais 79 setores da economia no País terão adotado a Nota Fiscal eletrônica (NF-e). Essa é a expectativa da Receita Federal do Brasil. "Somando todos os itens, inclusive os deste ano, no final de 2009, 80% da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estará acompanhada pela NF-e", disse o auditor da Receita Federal do Brasil Jerson Pronchnow, em palestra realizada ontem, em São Paulo, sobre o Sistema Público de Escrituração Digital, o chamado Sped.
Segundo ele, a obrigatoriedade da adoção da nota fiscal eletrônica é estabelecida por protocolos ICMS e tem quatro momentos distintos: dois no ano passado, em abril e dezembro, quando da inclusão de alguns setores, como cigarros e combustíveis; e dois em 2009.
Em abril deste ano, devem se adequar ao sistema 25 itens, complementando os segmentos de automóveis (incluídos em parte em dezembro de 2008), autopeças, combustíveis, álcool, GLP, GNV, tintas, resinas, bebidas, vasilhame, fumo, alumínio e siderurgia. Já em dezembro de 2009, é a vez de 54 itens, como cosméticos, higiene pessoal, papel, informática, áudio e vídeo, trigo, café, defensivos, adubos, laticínio, plástico, pães, tratores, vidros, atacadistas de alimentos, tecelagem, dentre outros segmentos. Em produção desde 2006, a obrigatoriedade da NF-e deu-se a partir de 2008. Atualmente, segundo Pronchnow, mais de 15 mil estabelecimentos estão cadastrados e, só em 2 de janeiro deste ano, foram emitidas mais de 73 milhões de notas, representando mais de R$ 1,54 trilhões de operações. "Quando do projeto piloto, a expectativa de resposta da análise nota a nota se dava em até três minutos. Mas hoje, na prática, verificamos que o tempo é muito menor, basicamente fração de segundos para a realização dessa operação", disse Pronchnow
O novo sistema visa acabar com livros como o diário com escrituração resumida, mas, nem por isso, o contribuinte deve dispensar o que já foi enviado à Receita Federal. "Ainda que o fisco receba as informações, o contribuinte é responsável pela manutenção desses dados", recomenda Jerson Pronchnow.

Governo garante a empresários mais crédito ao setor produtivo

Agência Brasil
08/01/2009
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, prometeram nesta quarta-feira a empresários dos diferentes setores da indústria continuar os esforços para restabelecer a oferta de créditos aos setores produtivos.
Foi o que afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Base (ABDIB), Paulo Godoy. Ele disse que o governo tem de encontrar meios para garantir investimentos em infra-estrutura, principalmente.
Primeiro a deixar a reunião, que aconteceu no Ministério da Fazenda, Godoy ressaltou que "é preciso dar segurança jurídica ao setor produtivo, de acordo com a realidade de cada área". Ele destacou ainda a necessidade de o governo desonerar tributos, como forma de dar sustentabilidade ao crescimento da economia em geral.

Empresários pedem trégua fiscal e redução da taxa de juros

Gazeta Mercantil/1ª Página / Ana Carolina Oliveira e Ayr Aliski
08/01/2009
O governo prepara medidas de desoneração do setor produtivo e de estímulo à construção civil. Durante encontro com empresários realizado ontem em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o novo pacote será anunciado em 15 dias.
Segundo o presidente da Abdib, Paulo Godoy, "uma das unanimidades é a necessidade de reduzir o custo do dinheiro no Brasil", o que inclui a diminuição da taxa Selic. Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, declarou que as indústrias de bens de capital precisam de uma "trégua" fiscal. Uma alternativa, segundo ele, seria liberar o setor do pagamento de IPI, Cofins e PIS pelo período de seis meses para recuperar o caixa das empresas.

Custo de pacote econômico deve ficar próximo de US$ 775 bilhões, diz Obama

Segundo presidente eleito, custo deve se situar 'no topo' das expectativas.
Ele reconheceu que programa deve ampliar déficit federal.
Agência Estado
08/01/2009
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, disse que o tamanho de seu pacote de recuperação econômica ainda não foi finalizado, mas adiantou que o plano provavelmente ficará no "topo" da estimativa de sua equipe, ou cerca de US$ 775 bilhões.
Em entrevista coletiva à imprensa, Obama reconheceu que o pacote de estímulo vai aumentar o já elevado déficit federal e alertou que sem a ação do governo para lidar com a reforma do orçamento no longo prazo, os EUA vão enfrentar um "déficit até onde os olhos podem ver".

Crise econômica toma força e atinge bolsas da Ásia

Reuters / Kevin Plumberg
08/01/2009
Os principais mercados asiáticos e as moedas de mercados emergentes se desvalorizaram nesta quinta-feira, pressionados por dados ruins sobre o emprego nos Estados Unidos e temores quanto aos lucros de empresas. As preocupações esfriaram a disposição de investidores em tomar riscos com expectativas de maiores retornos.
A crise financeira de 2008 se transformou em uma crise econômica global em 2009, com os gastos com consumidores sendo cortados, exportações asiáticas entrando em colapso e o desemprego atingindo um nível alarmante.
"Nós vimos um pouco de esperança anteriormente de que o mundo poderia estar perto de uma rápida recuperação, mas a realidade é que ainda há problemas nos mercados", disse Lucinda Chan, diretora de divisas do Macquarie Equities na Austrália.
Expectativas de que medidas fiscais de estímulo darão apoio ao crescimento global, que alimentaram os ralis recentes de mercados de ações por o todo mundo, foram moderadas pela realidade econômica sombria e difícil.
O índice Nikkei da bolsa de TÓQUIO caiu 3,9 por cento, após ter tido a maior sequência de altas desde abril de 2006.
O índice MSCI das principais ações da Ásia-Pacífico com exceção do Japão registrava perda de 4,06 por cento, às 7h48 (horário de Brasília).
Ações de tecnologia, em particular, foram abatidas após a Intel ter cortado previsão de vendas para o quarto trimestre pela segunda vez.
No Japão, a fabricante de componentes eletrônicos Kyocera registrou uma das piores quedas do índice, perdendo 6,6 por cento, enquanto a fabricante de computadores Lenovo, listada em Hong Kong, perdeu 22 por cento após ter emitido um alerta de lucro trimestral e corte de empregos. O índice Hang Seng, de HONG KONG, se desvalorizou 3,8 por cento.
Na Coréia do Sul, a bolsa de SEUL perdeu 1,8 por cento, enquanto a desvalorização na bolsa de valores de CINGAPURA foi de 2,8 por cento. A perda na bolsa de XANGAI foi de 2,4 por cento, e em TAIWAN houve baixa de perdeu 5,3 por cento. Em SYDNEY, o mercado recuou 2,3 por cento.

New Issue-Brazil sells $1.0 bln in 10-yr global notes

Wed Jan 7, 2009 10:33am EST
Jan 7 (Reuters) - Brazil late on Tuesday sold $1.0 billion of three-year global notes, according to IFR, a Thomson Reuters publication.
Goldman Sachs and Merrill Lynch were the joint bookrunning managers for the sale.
BORROWER: BRAZIL
AMT $1.0 BLN COUPON 5.875 PCT MATURITY 1/15/2019
TYPE GBL NTS ISS PRICE 98.135 FIRST PAY 7/15/2009
MOODY'S Ba1 YIELD 6.127 PCT SETTLEMENT 1/13/2009
S&P BBB-MINUS SPREAD 370 BPS PAY FREQ SEMI-ANNUAL
FITCH BBB-MINUS MORE THAN TREAS NON-CALLABLE

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Governo muda as regras para BNDES emprestar mais

Produção industrial tem maior recuo desde 1995, informa IBGE

Tesouro Nacional capta US$ 1 bilhão no retorno ao mercado externo

Venda de veículos cresceu 11,5% em dezembro, diz Fenabrave

FED prevê recuperação da economia no segundo semestre

Venda de veículos cresceu 11,5% em dezembro, diz Fenabrave

Agência Estado
07/01/2009
As vendas totais de veículos novos no País somaram 345.447 unidades em dezembro de 2008, o que representa um crescimento de 11,54% sobre novembro e queda de 16,39% sobre igual mês de 2007.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Os números incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários. Durante todo o ano de 2008 o setor registrou recorde de vendas com 4.849.497 unidades comercializadas, volume 14,15% maior que o registrado em 2007.
De acordo com o presidente da entidade, Sérgio Reze, a melhora das vendas em dezembro na comparação com novembro deve-se à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), medida adotada pelo governo federal no último mês do ano para incentivar as vendas de carros novos. O executivo afirmou ainda que, com o novo cenário, a projeção de queda de 19% nas vendas de 2009 foi revista. A nova previsão é de que, mantidas as condições atuais, as vendas totais do setor poderão ter alta de 3% neste ano.
Considerando apenas o segmento de automóveis e comerciais leves, as vendas de dezembro somaram 183.568 unidades, o que representa uma alta de 10,61% sobre novembro. Na comparação com dezembro do ano passado houve uma retração de 20,49%. No acumulado do ano, o as vendas do segmento totalizaram 2.671.338 unidades, com alta de 14,06% sobre 2007.

Produção industrial tem maior recuo desde 1995, informa IBGE

Terra
07/01/2009
A produção industrial do Brasil recuou 5,2% em novembro frente a outubro, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o órgão, esta foi a maior queda na comparação com o mês anterior desde maio de 1995 (-11,2%). Em relação ao resultado de novembro de 2007, a queda foi de 6,2%.
Segundo o IBGE, a redução frente ao mesmo mês do ano anterior também quebra um ciclo de 28 meses consecutivos de alta neste tipo de comparação. "Esse resultado refletiu o comportamento negativo de 21 dos 27 ramos pesquisados e atingiu todas as categorias de uso", explicou o órgão em nota.
"(Este resultado evidencia) um aprofundamento do ritmo de queda da atividade e um alargamento do conjunto de segmentos com decréscimo de produção", afirmou o IBGE.
Com a queda em novembro, na comparação com o mês anterior, o indicador tem o segundo resultado negativo seguido, acumulando perda de 7,9% entre setembro e novembro, na série com ajuste sazonal, apontou o estudo.
"O principal impacto negativo (em novembro) veio da indústria de veículos automotores, com queda de 22,6%, seguida por máquinas e equipamentos (-11,9%), edição e impressão (-14,8%), indústrias extrativas (-10,9%) e metalurgia básica (-10,2%)", apontou o levantamento de novembro.
O IBGE acrescentou ainda que o movimento destes setores segue o verificado em outubro, quando as quedas foram de -1,6% (veículos automotores), -5,1% (máquinas e equipamentos), -5,1% (edição e impressão), -0,3% (indústrias extrativas) e -0,3% (metalurgia básica).
Em novembro, a quantidade de itens com produção menor do que no mês anterior também aumentou. A pesquisa aponta que o índice de difusão (percentual de produtos em crescimento) também refletiu a ampliação do quadro negativo, sendo que 64% dos 755 produtos investigados mostraram queda na produção - nível recorde desde janeiro de 2003, mês do início da série desse indicador.
De janeiro a novembro, a produção industrial acumula alta de 4,7% e, nos últimos 12 meses, o avanço foi de 4,8%, acrescentou o IBGE.

Governo muda as regras para BNDES emprestar mais

Folha de São Paulo
07/01/2009
O governo mudou regras do estatuto social do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) que permitem ampliar sua capacidade de financiamento em meio à crise do crédito. Publicado no "Diário Oficial", o decreto assinado pelo presidente Lula assegura ao banco mais flexibilidade na negociação com o Tesouro para o repasse de parte do lucro distribuído à União como dividendos.
O decreto foi criado para que o banco se ajuste às normas contábeis internacionais da IFRS (International Financial Reporting Standard). Na prática, deve ganhar importância em um ano em que o setor privado enfrenta restrições de crédito e o governo quer dar impulso ao PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
O BNDES será o principal financiador dos grandes projetos, principalmente de energia.
O banco é obrigado a repassar um mínimo de 25% do lucro líquido à União. Percentuais acima disso são alvo de negociação. No decreto, foram criados dois mecanismos que permitem ao banco, mediante negociação, reter parcela maior do lucro em caixa.
O primeiro é a Reserva de Lucros para Futuro Aumento de Capital, cujo objetivo é assegurar a formação de patrimônio líquido segundo as expectativas de crescimento dos ativos do banco. O percentual previsto é de 15% do lucro líquido, limitado a 30% do capital social.
O segundo é a Reserva de Lucros para Margem Operacional, criada de acordo com solicitação da administração do BNDES. A ideia é contar com recursos que assegurem uma margem operacional compatível com as operações do banco, no percentual de 100% do saldo remanescente do lucro líquido, até 50% do capital social.
Na prática, as duas medidas deverão aumentar a margem de manobra do BNDES na negociação, mas a decisão ainda será do ministro da Fazenda.
Em 2007, o BNDES lucrou R$ 7,3 bilhões. Descontado o valor previsto em lei de reserva legal, foram distribuídos à União 40% do total como dividendos. Caso reduzisse o percentual para 25%, poderia ficar com mais R$ 1,066 bilhão em caixa para financiamentos.
"Isso representaria um volume significativo, próximo de 1,5% do orçamento do ano. Faz diferença, até que o crédito internacional volte a fluir, temos que capturar todas as possibilidades de "funding" interno para fazer com que a infraestrutura e a construção civil exerçam o papel de atividades anticíclicas. Já temos uma estrutura regulatória em funcionamento capaz de favorecer investimentos privados, mas precisamos de crédito", diz Paulo Godoy, presidente da Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).
Até setembro, o BNDES lucrou R$ 5,1 bilhões -uma queda de 29,7% em relação a igual período de 2007. A queda foi atribuída pelo banco à redução das taxas de juros nos últimos anos em razão da política do governo de diminuir os custos de financiamentos do BNDES.
Pressionado pela demanda maior por crédito, o banco negocia com o governo elevação do volume de recursos disponíveis. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, já havia afirmado que a ideia é diversificar a fonte de recursos em 2009, mas que sem o apoio do Tesouro seria impossível fechar o "hiato de recursos".
O BNDES negocia ainda recursos com órgãos internacionais como Banco Mundial, KFW (alemão) e JBIC (japonês). Até novembro, o banco emprestou R$ 79,9 bilhões. Para este ano, a expectativa é que o orçamento fique entre R$ 100 bilhões a R$ 110 bilhões.

Energia nuclear ganha mais espaço na matriz

Gazeta Mercantil
07/01/2009
A dificuldade de desenrolar projetos hidrelétricos, principalmente por conta dos entraves ambientais, abre uma brecha para o crescimento mais expressivo de outras fontes energéticas no Brasil. E, na ponta da lista de alternativas, está a geração nuclear. "O cenário hídrico está cada vez mais difícil para grandes aproveitamentos de geração elétrica e, portanto, o País precisa colocar novas alternativas com grande potencial gerador no mercado", afirma Luiz Filipe, assessor da presidência da Indústrias Nucleares Brasileira (INB).
O engenheiro nuclear Rafael Schechtman, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (Cbies), concorda com Filipe. "A energia nuclear é uma ótima opção, em termos globais, para acrescentar um forte bloco de energia no mercado", comenta o especialista.
Filipe reforça a idéia de mais nucleares no sistema ao se referir sobre os novos formatos das hidrelétricas. "As hidrelétricas que entrarem em operação a partir de agora terão reservatórios muito menores que os das centrais hídricas anteriores", comenta. Há alguns anos, quando haviam menos entraves ambientais para liberação das obras, as usinas hidrelétricas eram elaboradas com reservatórios capazes de armazenar água suficiente para gerar energia durante cinco anos. Hoje a capacidade de armazenamento é de, no máximo, dois meses.
A idéia de ampliar a participação das centrais nucleares na matriz, por conta dos atrasos vistos nas obras das hidrelétricas, é defendida por Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia. "Diante de tantos problemas com as hidrelétricas, acho que as usinas nucleares podem ser uma boa alternativa para geração elétrica", afirma o presidente da EPE.

UPDATE 2-Brazil auto sales rebound in Dec, tough year ahead

Tue Jan 6, 2009 12:59pm EST
By Alberto Alerigi Jr.
SAO PAULO, Jan 6 (Reuters) - New car and truck sales in Brazil rose 11.5 percent in December from November, rebounding from two months in the doldrums as government tax breaks and year-end blowout sales wooed consumers back into showrooms, national dealers' association Fenabrave said on Tuesday.
For all of 2008, sales climbed 14.15 percent to a record 4.85 million vehicles, slowing slightly after three straight years of red-hot growth. In 2007, new car and truck sales soared 28 percent, buoyed by a credit boom that allowed many Brazilians to buy cars for the first time.
Sales had plunged 25.7 percent in November and 11 percent in October as the credit crunch and global financial crisis spilled over into Latin America's largest economy, crimping consumer demand and prompting several industries to scale back production and cut jobs.
Brazil is a major market for global automakers such as Italy's Fiat (FIA.MI), Germany's Volkswagen AG (VOWG.DE), U.S.-based General Motors Corp (GM.N) and Ford Motor Co (F.N). Asian and French manufacturers are also boosting their presence in Brazil, hoping to offset slumping sales at home.
Fiat led the pack in sales in December, finishing the year as the market leader with 24.6 percent market share. Volkswagen came in second with market share of 21.9 percent, followed by GM with 20.5 percent and Ford with 9.7 percent.
The strong numbers in December helped drive up Fiat's share price, which climbed 8 percent in Milan. Shares in tire maker Pirelli & C (PECI.MI) also got a boost from the data since Brazil is a key market for the Italian group, surging as much as 22 percent.
The rebound in auto sales came after Brazil's government slashed industrial taxes on new cars and reduced financial taxes on consumer loans, two of several steps it has taken in recent months to prevent a sharp economic slowdown.
Previously, the federal government and the Sao Paulo state government sought to shore up the auto industry by instructing state banks to offer a total of 8 billion reais ($3.62 billion) in credit for car loans.

Emerging Markets-Colombia and Brazil test investor appetite

Tue Jan 6, 2009 7:12pm EST
(Updates with final pricing, background)
By Daniel Bases
NEW YORK, Jan 6 (Reuters) - Brazil and Colombia each sold $1 billion of 10-year bonds on Tuesday as debt markets showed signs of recovering from the 2008 shutdown, although both nations had to offer discounts to lure still shaky investors.
The flurry of deal activity is an important barometer for sovereign as well as corporate borrowers given that the credit crisis all but closed the new issuance market in the second half of last year.
Tuesday's deals are among the very first to attempt to scale the large global emerging market financing hurdle estimated by Dealogic at $450 billion for 2009.
"Investors are not in a risk averse mode right now. For the right price people are willing to put money to work and it looks like the books are oversubscribed," said Cristina Panait, emerging market debt strategist at Los Angeles-based fund manager Payden & Rygel.
Until Mexico broke the dry spell with a $2 billion 10-year deal Dec. 18, the previous sovereign issue was a $1.5 billion 10-year bond sold by Turkey on Sept. 3.
Emerging market assets held up well during the early phases of the credit crisis but were hit hard when U.S. investment bank Lehman Brothers collapsed, causing investors to sell these profitable assets indiscriminately to shore up core positions.
Peru, Philippines and Turkey are said to be looking to come to the market as well, Panait and other fund managers said.
"The key message is that the market remains open to quality emerging market borrowers, and we would look for many more sovereigns to issue in the weeks ahead," RBC Capital Markets said in a client note.
RBC stressed neither country was starved for cash but rather taking advantage of low yields to meet financing needs.
Brazil is rated investment grade by Standard & Poor's and Fitch Ratings at "BBB-" and one notch lower in junk status by Moody's Investors Service at "Ba1".
Colombia is rated one notch below investment grade -- "BB+" by S&P and Fitch and "Ba1" by Moody's.
As of Monday, Brazil's bonds traded in line with an "A2" rated company and Colombia's traded in line with an "A3" rated company, five and four levels respectively above their actual ratings, according to the credit strategy group at Moody's.
The yield spread between emerging sovereign debt and U.S. Treasuries, a gauge of investor sentiment, improved slightly with a narrowing of 4 basis points to 645, according to the JP Morgan Emerging Markets Bond Index Plus 11EMJ.JPMEMBIPLUS.
MSCI's emerging market stock index rose 1.41 percent to 607.40.MSCIEF.

Brazil Industrial Output Falls on Slowing Economy

By THE ASSOCIATED PRESS
Published: January 6, 2009
Filed at 3:26 p.m. ET
RIO DE JANEIRO, Brazil (AP) -- Brazilian industrial production fell the most in seven years in November as the global financial crisis sapped credit and demand for exports, the government said Tuesday.
Industrial output fell 6.2 percent over the same month in 2007, the steepest drop since December 2001, deepening the economic crisis' impact on Latin America's biggest economy, Brazil's national statistics agency said.
The results are further eroding the confidence of businesses and consumers already rattled by Brazil's weakening currency and slowing economy, government researcher Silvio Sales told the Agencia Estado news agency.
''2009 will be a year of sacrifice,'' Sao Paulo Federation of Industries trade director Roberto Giannetti da Fonseca told the Estado de S. Paulo newspaper.
Brazil's currency has lost more than 45 percent of its value against the greenback since August, now trading at 2.2 reals to the U.S. dollar. Exporters had hoped the sliding currency would boost demand for Brazilian goods, but a spreading recession has kept down sales in Brazil's two biggest markets, the European Union and the United States.
Exports are expected to drop 17.7 percent to $163 billion in 2009, the first decline since 2000, according to Jose Augusto de Castro, vice president of Brazil's Foreign Trade Association, known by its Portuguese acronym, AEB.
The decline will likely shrink Brazil's trade surplus 31 percent as the economic downturn deflates prices for Brazil's top commodity exports, including iron ore and soy, the AEB said.
Still, the surplus, $24.7 billion in 2008, will hover around $17 billion because domestic demand for imports is due to slide along with Brazil's own slowing economy, Castro said.
With expectations of declining exports and the need to bring in dollars, Brazil's government said Tuesday it planned to sell bonds in international markets, the first such action in eight months.
The Finance Ministry said in a statement it would offer 10-year notes in Europe and the U.S. No details were given on when the sales would take place or what amount would be offered.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

EUA já gastaram US$ 10 trilhões contra crise

Rodrigo Postigo
06/01/2009
O montante de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso americano em outubro de 2008 como plano para recuperar a economia dos Estados Unidos foi apenas uma pequena parte dos gastos do país para sair da crise. De acordo com a Time, nas últimas 16 semanas, o governo americano investiu ou emprestou um total de US$ 10 trilhões para ajudar os bancos, melhorar o mercado financeiro e evitar a quebra das montadoras.
Para o consultor econômico Edward Yardeni, os planos do governo dos Estados Unidos apenas evitaram um colapso, mas não resolveram os problemas, ainda segundo a publicação.
No final de dezembro, a primeira parte do plano de resgate foi finalizado, quando o governo terminou de gastar a primeira metade dos US$ 700 bilhões.

Empresários apostam que crise durará 1 ano, diz pesquisa

Rodrigo Postigo
06/01/2009
A maioria dos empresários acredita que a crise financeira mundial terá duração de um ano. Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-SP), com 24 executivos de empresas com atuação no Brasil, aponta que 47,37% deles acreditam que a turbulência vai durar 12 meses.
Já os outros executivos entrevistados estão divididos. O percentual para quem acredita em uma crise de seis meses, de um ano e meio e de dois anos é o mesmo: 15,79%.
Apenas 5,26% dos entrevistados pelo Ibef crêem que a turbulência terá duração de três anos.

Chile lança plano de US$ 4 bi para estimular economia

EFE
06/01/2009
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou hoje um pacote de medidas de mais de US$ 4 bilhões, destinado a estimular o emprego e o crescimento frente aos efeitos da crise global no país.
O pacote, de 11 medidas, inclui um bônus de 40 mil pesos (US$ 62) por família (cônjuges e filhos dependentes) para os setores mais vulneráveis, que favorecerá cerca de 3,7 milhões de pessoas e será pago em março.
Trata-se do oitavo plano que o Governo Bachelet anuncia para estimular a atividade econômica e foi divulgado pela governante por rádio e televisão.
A quantidade de recursos, segundo Bachelet, equivale a 2,8% do Produto Interno Bruto e envolve o aumento adicional do gasto público previsto para este ano, equivalente a 1% do PIB.

45 empresas do País perdem mais de 80% do valor de mercado

Economática mostra que 6,5% das companhias da América Latina e EUA perderam 88,2% do valor de suas ações
Agência Estado/ Luana Pavani
06/01/2009
Um levantamento da Economática sobre a queda de valor de mercado das empresas de capital aberto na América Latina e nos Estados Unidos em 2008 mostra que, entre as 1900 companhias, 6,5% tiveram perdas acima de 80% em seu valor de mercado em dólar no ano de 2008. Desse grupo, que reúne 122 companhias, 45 são brasileiras.
Essas empresas tinham ao final de 2007 em torno de US$ 978,6 bilhões em valor de mercado, cifra que caiu 88,2% em 2008 para US$ 115,6 bilhões. Já as brasileiras (45) contabilizaram perdas de 87,1%, de US$ 59,7 bilhões ao final de 2007 para US$ 7,7 bilhões no encerramento de 2008.
Das empresas brasileiras a maior queda em valor de mercado foi a da agrícola Agrenco, com 98,3%, seguida pela Laep (Parmalat), com 95,8%, e em terceiro lugar a mineradora MMX, com valor de mercado 95,5% menor ao final de 2008 em relação ao ano anterior.
O setor de construção civil aparece no ranking das 30 maiores perdas com Abyara (-94,7%), Inpar (-93,5%), General Shopping (-90,0%), BR Brokers (-90,0%) e Company (-89,9%). Nesse recorte aparece ainda a Brasil Ecodiesel, com 93,4% de queda no valor de mercado.
Na análise da Economática, a empresa brasileira que teve maior perda em valor nominal foi a MMX, que encerrou o ano com US$ 7,7 bilhões a menos em seu valor de mercado - era US$ 8,08 bilhões em 2007 e chegou a US$ 361 milhões em 2008. A segunda maior queda nominal foi de Aracruz, que no final de 2007 valia US$ 8,3 bilhões e passou a US$ 1,4 bilhão em 2008. A variação no valor de mercado da fabricante de papel e celulose em dólares atingiu 83,1% negativos.
No topo do ranking está a norte-americana Idearc, do setor de publicações de páginas amarelas, cujo valor de mercado caiu 99,9%, seguida pelo banco Lehman Brothers, com perda de 99,7%. Ambas as empresas fecharam capital no segundo semestre de 2008.

Venda de carros no Japão cai ao menor nível desde 1974

Analistas culpam a recessão no Japão pelo declínio de 6,5% na comercialização de novas unidades em 2008
Agência Estado / Nathália Ferreira
06/01/2009
As vendas domésticas de veículos no Japão caíram no ano passado para o menor nível desde 1974, uma vez que a recessão comprimiu a demanda já fraca do consumidor nos últimos meses de 2008. De acordo com dados da Associação de Concessionárias do Japão, as vendas de novos carros, caminhões e ônibus recuaram 6,5% para 3,212 milhões de veículos em 2008.
As vendas, medidas pelo registro de veículos, são acompanhadas por economistas por serem a primeira indicação dos gastos dos consumidores a ser divulgada a cada mês. Enquanto as quedas dos anos anteriores foram atribuídas aos elevados preços de gasolina e ao declínio da população, analistas culpam a recessão no Japão pelo declínio de 2008.
Grandes montadoras como Toyota Motor Corp., Honda Motor Co. e Nissan Motor Co. reduziram nas últimas semanas as previsões de resultado para o ano fiscal que termina em março. De acordo com os dados da associação, apenas em dezembro as vendas caíram 22,3%, para 183.549 veículos.

Emerging-Market Currencies May Extend Drop, Morgan Stanley Says

By Patricia Lui
Jan. 6 (Bloomberg) -- Emerging-market currencies are poised for further losses as recessions force wealthier nations to rein in overseas investment, Morgan Stanley says.
One-third of the world’s wealth has been wiped out by the financial crisis and this will have a lasting effect on global consumption, wrote London-based Stephen Jen, chief strategist for emerging markets in the bank’s sales and trading arm. Foreign direct investment in the developing nations of Asia, Europe and Latin America is already starting to cool, he said.
“Capital surplus nations are no more immune to the global slowdown than capital deficit countries and the rise in Anglo- Saxon countries’ savings rates will be a powerful trend in coming years,” the note read. “The cyclical shock is just beginning and some of the slower-moving capital will start to pressure emerging currencies in all three time zones.”
Twenty-two of the 26 emerging-market currencies tracked by Bloomberg tumbled versus the dollar in 2008 as $1 trillion of credit-market losses, the bankruptcy of Lehman Brothers Holdings Inc. and recessions in the U.S., Europe and Japan curbed investors’ risk appetite. Weaker demand for developing nations’ exports also hurt their currencies, Jen said.
China, India and Brazil have all reported slides in overseas sales in the past month. Russia, the fourth of the so- called BRIC nations that comprise the world’s largest developing economies, announced the slowest growth in a year.
Jen, who until yesterday was the bank’s global head of currency research, stressed that his research may no longer be considered as ‘independent or objective” following his move to Morgan Stanley’s trading team. He didn’t provide forecasts for any of the currencies he tracks.

Brazil’s Real Slides as Economists Lower Inflation Estimate

By Drew Benson
Jan. 5 (Bloomberg) -- Brazil’s real slid for a second day as economists lowered their 12-month inflation outlook, leading to bets that the central bank will cut interest rates.
The real declined 0.2 percent to 2.3227 per dollar at 7:32 a.m. New York time. The currency is down 0.4 percent this year.
Prices will likely rise 4.96 percent in 12 months, according to the central bank’s weekly survey of about 100 economists. That’s down from a 5.01 percent estimate a week ago.
The Rio de Janeiro-based Getulio Vargas Foundation reported the rate of inflation fell to 0.52 percent during the month ending Dec. 31, down from the 0.61 percent increase posted a week earlier.
The yield on Brazil’s overnight futures contract for January 2010 declined seven basis points, or 0.07 percentage point, to 12.09 percent.
The yield on Brazil’s zero-coupon local-currency bonds due January 2010 fell five basis points to 12.15 percent.

Brazil stocks jump to 3-month high, real gains

Mon Jan 5, 2009 3:43pm EST
(Updates to close)
SAO PAULO, Jan 5 (Reuters) - Brazilian stocks rose to a three-month high on Monday as rising risk appetite buoyed shares of mining company Vale and local steelmakers CSN and Usiminas, while a jump in oil prices lifted energy giant Petrobras.
The Bovespa index .BVSP of the Sao Paulo stock exchange jumped 3.17 percent to 41,518.7 points, its highest close since ending at 41,569 on Oct. 14. The index has surged nearly 15 percent over five straight sessions.
Mining company Vale (VALE5.SA) surged 6.9 percent to 28 reais, adding to the massive 9.7 percent surge the previous session as investors snapped up liquid Brazilian stocks.
Shares of state-run energy giant Petrobras (PETR4.SA) gained 2.3 percent to 25.10 reais as crude oil prices climbed more than 4 percent in London and New York above $48 a barrel. The stock jumped more than 7 percent on Friday.
Yield spreads on the Brazilian government's overseas bonds over comparable U.S. Treasuries, as measured by JPMorgan's EMBI+ index, fell, reflecting a decline in investors' risk aversion toward Brazilian assets. The index 11EMJ showed the country's bond spread narrowed by 16 basis points to 389.
Spreads for emerging market bonds as a whole dropped 19 basis points to 646.
Stock markets in Asia rose to a two-month high on Monday, as investors decided to shift into riskier assets on hopes for a global economy recovery.
Steelmaker CSN (CSNA3.SA) surged 8.9 percent to 34.55 reais, buoyed by hopes of an economic recovery and demand for riskier assets. Usiminas (USIM5.SA) climbed 6.5 percent to 30.60 reais, while Gerdau (GGBR4.SA) gained 5.5 percent to 17 reais.
Brazil's national currency BRBY, the real, surged 3.4 percent to 2.256 reais per U.S. dollar and trading in the spot foreign exchange market was about a third of the normal volume.
Analysts said it is too early to say if the currency is set to get stronger against the greenback, despite its 23.8 percent plunge in 2008.
"With such a low trading volume, you can't really tell what this means in terms of inflows and outflows, if it really would have gained 3 percent in a normal trading day or if this happened because of a lack of participants (in the market)," said Jorge Knauer, head of currency trading at the Banco Prosper.
Brazil's central bank sold $650 million in dollar repurchase agreements in an auction, its latest effort to add liquidity in the foreign exchange market and meet a surge in demand for the U.S. currency.
The bank sold the repos at an exchange rate of 2.291 Brazilian reais per U.S. dollar.
Interest rate futures <0#dij:> fell sharply after a weekly central bank survey released on Monday showed economists now forecast a 50 basis-point cut in domestic borrowing costs at the first monetary policy meeting of the year, at the end of January. The survey previously showed analysts forecast rates would drop by 25 basis points.
The bank's monetary policy committee, know as Copom, voted unanimously to keep the benchmark Selic lending rate at a two-year high of 13.75 percent in December, even though the majority of its eight members considered a 25 basis-point cut.
(Reporting by Elzio Barreto and Jenifer Correa; Editing by Diane Craft)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Superávit comercial brasileiro cai 38,2% em 2008

Rodrigo Postigo
05/01/2009
O Brasil fechou o ano de 2008 com superávit comercial (diferença entre importações e exportações) de US$ 24,735 bilhões em 2008, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado aponta uma queda de 38,2% no indicador, que em 2007 acumulou US$ 40,027 bilhões.
Segundo o ministério, mesmo com a queda no superávit, o ano passado marcou recordes históricos tanto para as exportações (US$ 197,942 bilhões) quanto para as importações (US$ 173,207 bilhões). Mesmo com o recorde, as vendas do País para o exterior ficaram 2% abaixo da meta (US$ 202 bilhões) que foi divulgada pelo governo federal em setembro.
No último mês do ano, as exportações somaram US$ 13,818 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 11,517 bilhões, garantindo assim superávit de US$ 2,301 bilhões. Na última semana de dezembro, a balança teve saldo positivo de US$ 592 milhões.
O superávit comercial de 2008 ficou um pouco acima das estimativas de analistas consultados pelo Banco Central, que projetavam saldo positivo de US$ 24 bilhões, de acordo com pesquisa divulgada na segunda-feira.
As projeções do BC indicavam um saldo positivo de US$ 23,5 bilhões em 2008. Para 2009, o Banco Central estima saldo comercial positivo de US$ 14 bilhões.

Projetos contra crise são prioridade em 2009

DCI / Patrícia Acioli
05/01/2009
Projetos que dão mais segurança para as empresas no atual momento de incerteza por causa da crise econômica passaram a ocupar o topo da agenda de prioridades do governo federal em relação às propostas que serão votadas pelo Congresso este ano.
Para 2009, o governo decidiu defender prioritariamente as propostas de aperfeiçoamento das agências reguladoras e do sistema de concorrência, que podem criar um ambiente mais seguro para os negócios, assim como privilegiar o projeto que cria o cadastro positivo (que pode ajudar a baixar os juros).
Outros projetos que seriam prioritários, como as reformas tributária e trabalhista, foram postos em segundo plano ou esquecidos, em favor de medidas mais imediatas contra a crise. A mudança no sistema de tributos não encabeça a lista das propostas prioritárias para 2009. A reforma trabalhista sequer foi incluída na relação de mudanças para melhora do ambiente de negócios.
Entre as matérias que o governo deverá trabalhar para ver aprovadas este ano destacam-se também a criação do Fundo de Catástrofe de Seguro Rural e do Fundo de Proteção ao Consumidor de Seguros, Capitalização e Previdência Aberta. Em comum, as propostas compartilham a autoria do Executivo e o fato de terem tramitado na Câmara dos Deputados em 2008.
Segundo o relatório de acompanhamento de atividades do governo federal, essas medidas são consideradas fundamentais para o enfrentamento da crise e o desenvolvimento do País. Com a aprovação do PL 337/04, das agências reguladoras, por exemplo, o governo espera conseguir estabilidade para reduzir custos de transação e melhorar ambiente de investimentos. "Os contratos de gestão entre o setor público e o privado não funcionam, por isso os investidores esperam que as agências se tornem mais independentes", conta Nelson Lacerda, tributarista do escritório Lacerda & Lacerda.

Mercado interno atenuará desaceleração este ano, diz FGV

Agência Estado
05/01/2009
O mercado doméstico vai atenuar a desaceleração da economia prevista para este ano. Executivos de indústrias dedicadas ao mercado interno estão bem mais otimistas com 2009 do que os exportadores.
Essa é uma das principais conclusões de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para medir o humor e as expectativas dos industriais. De acordo com a sondagem, a confiança nos negócios para os próximos seis meses dos industriais especializados no mercado doméstico reduziu-se de forma moderada em novembro, enquanto a queda na confiança dos empresários dedicados à exportação foi bem maior.
Segundo a pesquisa, 31% das 137 indústrias voltadas para o mercado interno trabalhavam, em novembro, com cenário melhor para os negócios até maio. Enquanto isso, só 3% das 68 empresas exportadoras estavam otimistas e 22% das 1.112 indústrias como um todo tinham a mesma expectativa.
Entre os empresários especializados no mercado doméstico, os mais otimistas são os fabricantes de cimento, embalagens metálicas, papel e artefatos para uso pessoal, produtos farmacêuticos e confecção e peças interiores do vestuário.

Exportador terá que ter 'imaginação' em 2009, diz governo

Terra / Laryssa Borges
05/01/2009
Diante da crise financeira mundial, o exportador brasileiro terá de ter "imaginação" para conseguir manter bons níveis comerciais. A avaliação é do secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral. De acordo com ele, para driblar os efeitos da crise, os empresários terão de buscar diversificar ainda mais seus mercados, com foco principalmente nos países em desenvolvimento. Para ele, a parte do governo será trabalhar em políticas de redução dos custos de logística e de carga tributária.
"2009 vai ser um ano difícil, principalmente para os países desenvolvidos, e o exportador brasileiro terá que ter imaginação para diversificar exportações, ganhar mercado, porque reconquistá-los é difícil, e o governo terá que atuar para ganhar competitividade", afirmou Barral. "As melhores opções para o exportador brasileiro são continuar o processo de exportação, principalmente para países em desenvolvimento, que manteriam algum tipo de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)", avalia o secretário.
O Brasil fechou o ano de 2008 com superávit comercial (diferença entre importações e exportações) de US$ 24,735 bilhões em 2008, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento. O resultado aponta uma queda de 38,2% no indicador, que em 2007 acumulou US$ 40,027 bilhões.

Economia japonesa piora, diz o Governo do país

EFE
05/01/2009
O ministro japonês de Finanças, Shoichi Nakagawa, assegurou hoje que a segunda economia do mundo "está piorando" por causa da crise global, que provocou uma queda das exportações, produção e consumo no Japão.
Nakagawa discursou na abertura de sessões da Dieta (Parlamento), de 150 dias de duração, que terá como principal incumbência o debate e aprovação do orçamento adicional para 2008 e o ordinário de 2009.
O projeto governamental de orçamento para o ano fiscal 2009, que vai terminar em março de 2010, representa um recorde de 88,55 trilhões de ienes (cerca de US$ 975 bilhões) e inclui medidas contra a crise econômica.
Previamente, o Governo de Taro Aso quer aprovar o orçamento adicional para este ano fiscal, que termina em março deste ano e chega a 4,79 trilhões de ienes (US$ 52,075 bilhões).
Esse orçamento inclui um controvertido plano para devolver dinheiro vivo aos contribuintes, por um total de dois trilhões de ienes (US$ 21,675 bilhões), que foi inclusive contestado por membros do partido governamental PLD e rejeitado frontalmente pela oposição.
Na primeira sessão da Dieta, aberta com pompa pelo imperador Akihito, discursou o ministro das Finanças, que defendeu uma rápida aprovação das iniciativas econômicas perante a seriedade da crise.
"A economia do Japão se viu negativamente afetada por esta crise e está piorando, com queda nas exportações e na produção, e um desabe do consumo", apontou Nakagawa.
"Os mercados financeiros de todo o mundo estão imersos em uma crise que só acontece a cada cem anos e, devido a isso, estamos vendo uma recessão econômica em escala global", acrescentou.

Brazil’s Currency Falls as Trade Surplus Narrows

By BLOOMBERG NEWS
Published: January 2, 2009
Brazil’s currency fell as the country’s trade surplus narrowed to a six-year low in 2008, propelled by a deepening economic slowdown that curbed demand for exports. The currency, the real, declined 0.1 percent, to 2.3176 per dollar from 2.3145 on Wednesday. It fell 23 percent last year. Brazil’s surplus shrank to $24.7 billion from $40 billion in 2007, the trade ministry said in a report on its Web site. It was the smallest surplus since a $13.1 billion reading in 2002. “Brazil is probably going to have a weak trade balance,” said Pedro Tuesta, an economist at 4Cast in Washington. The yield on Brazil’s overnight futures contract for January 2010 was little changed at 12.16 percent.

Argentine Car Sales Probably Fell in December: Week Ahead

By Eliana Raszewski
Jan. 5 (Bloomberg) -- Argentina’s automobile sales probably continued to decline in December as a global financial crisis undermined exports and discouraged domestic sales.
Sales have been falling month over month since August, said Horacio Delorenzi, general director of the Buenos Aires-based Argentine Chamber of Car Dealers.
“People are waiting to see what will happen with this crisis,” said Delorenzi in a telephone interview. “If the crisis doesn’t ease, our sales will suffer even further.”
Car dealers in November sold 35,617 units, the fewest since December 2005, according to the country’s Automakers Chamber. The chamber will release December’s figures tomorrow after 12 p.m. New York time.
President Cristina Fernandez de Kirchner on Dec. 4 announced a $1 billion credit program to help consumers buy about 100,000 cars as part of a plan to reverse the slowdown of the automobile industry.
“We have to wait and see the results of this government plan,” said Nicolas Todesca, an economist at Delphos Investment research company in Buenos Aires. “The industry is also suffering from a decline in exports, as Brazil, which has come to a standstill, is our main partner and buys most of our output.”
Markets Last Week
Last week, the yield on Argentina’s benchmark 8.28 percent dollar bonds due in 2033 fell 191 basis points, or 1.91 percentage points, to 17.23 percent, according to Bloomberg data. The bond’s price rose 7.5 cents on the dollar to 58 cents.
The Buenos Aires benchmark stock index Merval rose 8 percent to 1143.33. Socotherm Americas SA (STHE AF), an oil and gas pipe-coating company, rose 25.3 percent while Cresud SACIF y A (CRES AF), which farms soybeans and other crops and leases out farmland, fell 0.65 percent.
The following is a list of events in Argentina this week:
Event Date
Automobile Sales 6
Tax Revenue 6

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Obama e Pelosi debaterão pacote econômico hoje, diz jornal

EFE
02/01/2009
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se reunirá hoje com a presidente da Câmara de Representantes, a também democrata Nancy Pelosi, para analisar seu programa de estímulo à economia, informa hoje o jornal "The Washington Post".
Em uma reportagem em seu site, a publicação, que cita fontes não identificadas, diz que Obama e Pelosi discutirão o tamanho do pacote e a agenda para sua aprovação.
O presidente eleito disse levar esse plano adiante será sua prioridade assim que tomar posse, em 20 de janeiro, ao passo que Pelosi afirmou que quer tê-lo pronto até essa data.
No entanto, é pouco provável que isso aconteça, dada a preocupação dos republicanos e dos democratas moderados com o impacto de gastos extraordinários sobre o déficit fiscal.
Os legisladores cogitam aprovar um pacote de até US$ 775 bilhões, diz o "Washington Post", segundo o qual esses recursos seriam usados em projetos de infra-estrutura, incentivos fiscais e ajudas aos estados.
Na quarta-feira da semana que vem, começarão as audiências no Congresso sobre o tema, das quais participarão especialistas como Martin Feldstein, professor da Universidade de Harvard; Mark Zandi, economista-chefe da "Moodys.com", e Maria Zuber, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Demanda por grandes empréstimos cresce 8,3%

Agência Estado
02/01/2009
Por causa do agravamento da crise internacional de crédito, a partir de setembro do ano passado, o mercado bancário brasileiro passou a ser fonte de grandes empréstimos para as empresas nacionais. Dados do Banco Central (BC) mostram um aumento significativo no volume de financiamentos superiores a R$ 10 milhões contratados por pessoas jurídicas. O crescimento vinha ocorrendo ao longo do ano passado, ante o fechamento do mercado de capitais brasileiro, mas se acelerou fortemente em setembro e outubro de 2008, quando as linhas de crédito internacional secaram.
Os empréstimos acima de R$ 10 milhões para as empresas tiveram crescimento de 8,3% em outubro em relação a setembro, segundo os últimos dados disponíveis do BC. Perto do crescimento médio, de 2,9%, o movimento é relevante. Já os financiamentos de até R$ 100 mil para as empresas cresceram 1,7% e os de valores de R$ 100 mil a R$ 10 milhões, 0,8%. Em setembro, os empréstimos de maior valor já haviam crescido 7,9%. "Isso está associado à migração das grandes empresas para o mercado bancário doméstico, já que o mercado externo está fechado", confirma o economista da Tendências Consultoria Bruno Rocha. "E explica por que o crédito para pessoa jurídica continua crescendo nos mesmos patamares, enquanto para a pessoa física vem cedendo."
No segmento pessoa jurídica, os empréstimos de curtíssimo prazo (até 180 dias) e os de longo prazo (acima de três anos) foram os que mais cresceram em outubro, com altas de, respectivamente, 5,1% e 6,9%. Em valores nominais, os empréstimos de curtíssimo prazo, que têm maior representatividade no total de crédito às empresas, tiveram expansão maior: R$ 13,5 bilhões, ante R$ 8,2 bilhões dos de longo prazo. Os financiamentos de curto prazo (de seis meses a um ano) recuaram 1,4%, os de médio prazo (de um a três anos) subiram 2,6% e os de prazo indeterminado ficaram estáveis.

Commodities têm a maior queda da história em 2008

Folha de S.Paulo
02/01/2009
O ano passado fechou como o pior em mais de meio século para o mercado de commodities. O índice CRB Reuters-Jefferies, que estreou em 1956, fechou 2008 com recuo de 39%, declínio recorde para o período de janeiro a dezembro.
O S&P GSCI, outro índice usado como referência desde a sua origem, em 1971, registrou queda de pouco mais de 48%.
O ano passado foi um período de altas e baixas extraordinárias para as commodities. Teve preços recordes para petróleo (o barril chegou a US$ 147 em Nova York em julho), ouro, cobre e alumínio, num movimento de ascensão de seis anos que alcançou o seu auge em 2008. Em contrapartida, no segundo semestre, as baixas foram intensas, o que minou o desempenho dos índices que acompanham as matérias-primas.
O barril de petróleo em Nova York havia terminado 2007 cotado a US$ 95,98. Ontem, o pregão da Bolsa mercantil fechou a US$ 44,60. No dia, a valorização foi de 14% em relação ao pregão anterior, por conta do anúncio da Rússia de que vai parar de fornecer gás para a Ucrânia a partir de hoje. No ano, a queda foi de 53,5%.
Com apenas algumas raras exceções, como o ouro, as commodities encerraram o ano em retração desordenada, em decorrência da crise financeira mundial, provocada pelo aperto no crédito que vem levando os países mais ricos à recessão. Em Londres, o preço do metal subiu 3,8% em 2008, puxado pela expectativa de enfraquecimento do dólar.
O crédito restrito teve um impacto direto nas commodities. Os bancos de investimento limitaram radicalmente os recursos para os fundos de hedge.
Sem esse dinheiro, os fundos reduziram fortemente as previsões de que os preços continuariam subindo nos contratos de longo prazo, o que se refletiu de imediato nos vencimentos mais próximos.
Dois dos maiores fatores de sustentação dos mercados de commodities desapareceram ao longo de 2008. Primeiro, a esperança de que se experimentava uma alta única na história, descrita por analistas como um "superciclo", por causa da demanda ascendente dos países emergentes.
Depois, a ideia de que a China -o maior deles- se "descolaria" do restante da economia global. Os chineses não ficaram imunes aos efeitos da crise global de crédito. O país asiático continuará a crescer, sim, mas não na mesma proporção de temporadas anteriores.

BC da Argentina prevê que país crescerá 4% em 2009

BC admite que país 'não estará isento do impacto da crise mundial'. Estimativa é que inflação seja de 7% em 2009.
Agência Estado
02/01/2009
O Banco Central (BC) da Argentina anunciou que prevê que a economia do país crescerá 4% neste ano. Em 2008, segundo indicam dados preliminares, o Produto Interno Bruto (PIB) teria crescido 7,5%. O BC admite que a Argentina "não estará isenta do impacto da crise mundial". No entanto, os economistas em Buenos Aires - e também no exterior - encaram este ano de forma mais pessimista. As previsões oscilam entre quedas de até 2% do PIB e altas de, no máximo, 2%. Segundo o BC, as exportações argentinas em 2009 alcançarão a marca de US$ 69 milhões. O BC também informou que calcula que a inflação argentina em 2009 será de 7%. Entretanto, os economistas independentes estimam que a inflação será pelo menos o dobro do índice previsto pela entidade financeira.

Wall Street's Final '08 Toll: $6.9 Trillion Wiped Out

Racked by Crisis, Markets End Year on Slight Upswing
By Renae Merle
Washington Post Staff Writer
Thursday, January 1, 2009; Page A01
After months of tortuous trading, Wall Street rang out its worst year since the Great Depression yesterday, leaving shareholders $6.9 trillion the poorer.
It hardly mattered that the market finished the last day of the year with a modest gain.
The losses in 2008 were so broad and deep that every sector in the Standard & Poor's 500-stock index took a double-digit hit, and the financial sector lost more than half of its value. The Dow Jones industrial average, an index of 30 blue-chip stocks, and the S&P, a broader index watched by market professionals, were down 34 percent and 38 percent, respectively, their deepest losses since the 1930s. The tech-heavy Nasdaq composite index was down 41 percent, its worst year since the exchange was created in 1971.
Overseas, the year was just as dismal. In Germany, stocks were down 40 percent, in Japan, 42 percent, in Brazil, 41 percent. Taken together, all of the world's stocks lost 48 percent last year.
Traders endured unprecedented turmoil last year as Lehman Brothers, an icon of the financial industry, teetered then collapsed, while other firms were saved by government intervention or disappeared into the arms of competitors. By the end of 2008, the Dow had set new records for its three largest single-day point gains and two steepest point losses after swinging hundreds of points an hour during some sessions.
Investors now have turned from the wreckage of the past year to focus on the prospects for President-elect Barack Obama's proposed stimulus package to revive the economy, analysts said. The Dow closed yesterday up 1.3 percent, or 108 points, at 8776.39, while the S&P climbed 1.4 percent, or 12.61 points, to close at 903.25. The Nasdaq was up 1.7 percent, or 26.33 points, at 1577.03.
The year ended with relatively positive economic news, though analysts said it will have limited impact. The Labor Department said jobless claims fell by 94,000 last week to a seasonally adjusted 492,000, a bigger drop than expected, but unemployment remains historically high. And rates for a 30-year, fixed-rate mortgage fell to 5.1 percent this week from 5.14 percent the week before -- the lowest since Freddie Mac began tracking that data in 1971. But the housing market remains weak and home values have plummeted.
With the economy expected to sour further during the first half of the year and poor corporate earnings likely to pile up as businesses account for the losses from the financial crisis and housing downturn, a stock market recovery will be bumpy, analysts said.
It has traditionally taken about five years for stocks to recover from a "mega-meltdown," said Sam Stovall, chief investment strategist for Standard & Poor's Equity Research. If the S&P does not revisit the low levels it reached in November, it could gain 15 percent in 2009, making a dent in 2008's losses, he said.
But "if we find the recession is deeper and longer than we currently expect, if there are more financial land mines that are unanticipated, there is no guarantee" stocks will not collapse again, Stovall said.
The market's volatility spilled into traditionally stable parts of the economy, increasing demand for government bonds, for example. The yield for one-month Treasury bills started at about 2.6 percent in 2008, but unprecedented demand pushed it into negative territory before it finished at 0.01 percent yesterday. The smaller yields mean that investors were willing to earn little on the bonds, and when the yields plunged into the red, do without any return and pay the Treasury Department to keep their money safe from market turbulence.
Investors' skittishness could also be seen in the market for crude oil. After surging to $147 a barrel in the summer, prices began a precipitous slide as economic concerns spread and demand dropped. The price climbed 14 percent to $44.60 a barrel on the New York Mercantile Exchange yesterday, but has fallen about 70 percent from its peak and finished down about 50 percent for the year.
The fall in crude was faster and deeper than expected, analysts said, and prices could still plummet to $25 a barrel if economic conditions get worse than expected.
"This is a year that people will go back and look back and study for the next 100 years," said Phil Flynn, oil analyst at Alaron Trading in Chicago.

Emerging-Market Stocks Sink in 2008, May Rebound on BRICs Rally

By Fabio Alves
Jan. 1 (Bloomberg) -- Emerging-market stocks fell the most ever last year and investors are looking for Brazil, Russia, India and China to lead a reversal in 2009.
The global economic slowdown and slump in commodity prices sent the MSCI Emerging Markets Index tumbling 54 percent in 2008, compared with a 38 percent drop in the Standard & Poor’s 500 Index and a 42 percent loss in the MSCI World Index. Developing- nation stocks are trading near their cheapest levels in a decade.
Mark Mobius at Templeton Asset Management Ltd. and Uri Landesman at ING Groep NV are snapping up stocks of the so-called BRICs on speculation global infrastructure spending and interest- rate cuts will help the economies avoid the recessions hurting developed nations.
“Global rate cuts and stimulus plans are going to drive consumption, which most likely will be spent in infrastructure, thus boosting stocks of materials and energy producers of countries like Brazil and Russia,” said Landesman, who oversees $2.5 billion at ING’s asset management unit in New York.
The 746 companies in the MSCI Emerging Markets Index now trade at 8.5 times earnings, up from 6.1 times on Dec. 4, the cheapest in a decade.
The MSCI BRIC Index lost 58 percent last year after demand for oil, steel, iron-ore, soybeans and other raw materials waned. BRIC is an acronym coined by Goldman Sachs Group Inc. in 2001 to encompass the four emerging markets it predicted would join the U.S. and Japan as the world’s biggest economies by 2050.

Crisis Puts an End to Americas' Bull Run

JANUARY 2, 2009
Wall Street Journal
By ANTONIO REGALADO
Investors began 2008 thinking stocks in Latin American might outperform those in other parts of the world again. And the region's indexes did remain steady or even rose through midyear.
But by year end, Latin America had been hammered along with everyone else, ending the region's five-year run of bull markets and big trade surpluses.
Morgan Stanley's weighted index of regional stocks, the MSCI Latin America Index, sank 53% in U.S. dollar terms, a big reversal from 2007's 47% rise, which followed the 39% jump of 2006.
Slumping prices for oil, metals and foodstuffs hit such blue chips as Brazil's Petróleo Brasileiro SA, whose local listing fell 48%. The devaluation of the Mexican peso left half a dozen companies in Mexico near bankruptcy due to bad currency trades. Growth in domestic demand for goods and services slowed sharply throughout the region as the year wound down.
U.S. and other foreign institutional investors fueled the selloff, pulling $13.4 billion out of shares of companies traded on Brazil's Bovespa through November. In Brazil, Latin America's largest economy, the benchmark Bovespa stock index shed 54.8% in U.S. dollar terms.
North of the U.S. border, Canada's stock market held up well through the middle of 2008, buoyed by high commodity prices, but it too succumbed to the global downdraft. The TSX/S&P Composite Index, Canada's benchmark index, finished down 35%. It is dominated by stocks in the energy and materials sectors, whose prices tumbled in the second half of the year.
Some of Canada's big winners early in the year -- such as fertilizer giant Potash Corp. of Saskatchewan -- took the hardest hits; its stock price ended the year down 38%. The Canadian dollar also swooned, weakening 18% against the U.S. dollar, which would have magnified losses for U.S. investors in Canadian stocks, since the shares would be worth even less in U.S. dollar terms.
Few Latin American shares managed to end higher. Mexican discount chain Grupo Elektra SA, rose nearly 80% on expansion of sales at its discount stores, which began offering inexpensive automobiles made in China, making it by far the biggest gainer in Mexico's benchmark IPC index.
The worst-performing stock in Mexico, down almost 90%, was No. 3 retailer Controladora Commercial Mexicana SAB, which sought bankruptcy protection after posting a loss of $2.5 billion in currency trades.
Mexico's IPC index fell 39.8% in dollar terms, after the 11% rise of 2007.
In Brazil, only 10 of the 66 shares comprising the Bovespa index advanced. The worst performer among index members was housing developer Rossi Residencial SA, down 83% as a local housing boom stalled.
The region now faces its sharpest downturn in economic growth since 1983, according to Morgan Stanley chief Latin America economist Gray Newman. In December, Morgan Stanley began predicting that Latin America's economic output would contract 0.4% in 2009, led by reversals in Mexico and Argentina.
Economic growth in Mexico slowed sharply in 2008, to an estimated 1.8% from 3.2% a year earlier. Analysts expect economic contraction and weak stock performance in 2009, as Mexico's economy historically lags behind the U.S. by about six months.
Brazil was hit by a sharp devaluation of the real, while falling commodity prices decimated shares of steel, oil and minerals companies. Iron miner Cia. Vale do Rio Doce fell more than 60% from its peak in June as demand from Chinese steelmakers ebbed.
Brazil's gross domestic product rose 5.5%, but economic growth slowed in the last quarter. Auto makers shuttered assembly lines, and a historic expansion in consumer credit showed signs of slowing. Itaú Holding Financeira SA bought União de Bancos Brasileiros SA, known as Unibanco, forming the South America's largest bank.
José Arturo Tobias, chief equity analyst at Bulltick Capital Markets, a boutique investment bank in Miami focused on the region, says economic uncertainty in the coming year, with early quarters of economic contraction and poor earnings, means investors will focus on individual stocks, not countries or sectors. "Look for repricing of companies that are very depressed now, but which have good margins," he says, citing soda bottlers and brewers, or natural monopolies like airport operators or telecommunications companies with consistent cash flow.
Latin America's populist governments could face deepening troubles in 2009. In Venezuela, economic output and government revenue slowed sharply when oil prices fell, as oil accounts for 90% of exports. President Hugo Chávez is expected to devalue Venezuela's currency 30% to 40% in order to maintain domestic spending programs, according to Bulltick Capital Markets.
Argentina also embarked on market-unfriendly moves, boosting government revenue by taking control of private pension funds and raising taxes on agricultural exports. Protesting farmers blocked highways throughout the year. Argentinians began withdrawing money from private bank accounts, fearing government seizure.
Despite stock-market losses, Latin America claimed an important victory as countries avoided the economic meltdowns that have accompanied past economic crises. While the region may enter recession along with other regions of the globe, it has largely avoided massive currencies devaluations, government debt defaults and loss of investor confidence. This time, central banks reacted to crisis by raising interest rates on inflation concerns and tapping record dollar reserves to manage exchange rates.
Only one country, Ecuador, defaulted on its international debt. But both Brazil and Peru gained investment-grade status for their sovereign debt. Peru should repeat as the region's fastest growing economy, though growth is expected to slip to 5% from 10%. The general index of the Lima stock exchange fell 61.5% in dollar terms.
—Joanna Slater contributed to this article.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Déficit comercial do Uruguai triplica em 2008, até outubro

EFE
31/12/2008
O déficit comercial do Uruguai se multiplicou por três nos dez primeiros meses de 2008 em relação com o mesmo período do ano passado, informou nesta terça-feira o Banco Central Uruguaio (BCU).
Segundo os números divulgados pela entidade, entre janeiro e outubro as exportações do Uruguai somaram US$ 5,129 bilhões e as importações US$ 7,67 bilhões.
O déficit da balança comercial uruguaia nos dez primeiros meses do ano totalizou US$ 2,541 bilhões US$ 836 milhões do ano passado, acrescentou.
No mês de outubro as exportações do Uruguai alcançaram os US$ 529 milhões e as importações chegaram a US$ 836 milhões.

Nova medida pode destinar mais R$ 36 bi para o crédito

Folha de S.Paulo / Ney Hayashi da Cruz
31/12/2008
O governo anunciou ontem novas medidas para tentar estimular os bancos a aumentar a oferta de financiamentos no país. A mudança atinge a metodologia usada para o cálculo do patrimônio mínimo que as instituições financeiras precisam ter para garantir suas operações de crédito. Estima-se que, com a alteração, o limite máximo que os bancos podem destinar para a concessão de empréstimos aumente em cerca de R$ 36 bilhões.
A mudança foi decidida ontem pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), colegiado formado pelo presidente do Banco Central e pelos ministros da Fazenda e do Planejamento. Pelas regras em vigor atualmente, os bancos podem emprestar para seus clientes um valor correspondente a até oito vezes o seu patrimônio. Ou seja, quem tem um patrimônio de R$ 1 milhão pode usar até R$ 8 milhões, aproximadamente, em empréstimos.
Essa exigência continua valendo, mas a maneira como se calcula esse patrimônio foi alterada. A partir de agora, os bancos não precisarão mais descontar de seu patrimônio o valor das provisões feitas periodicamente para enfrentar eventuais calotes.
Para cada empréstimo liberado por um banco, é feita uma provisão, ou seja, uma certa quantidade de dinheiro é reservada e guardada pela instituição financeira para cobrir um possível prejuízo que possa ocorrer caso esse empréstimo não seja pago.
Na prática, é como se o banco se antecipasse a um prejuízo que possa ocorrer no futuro. Pelas regras que valiam até ontem, provisões de valor elevado deveriam ser descontadas do patrimônio da instituição financeira.
Ou seja, quanto maior a provisão feita pelo banco, menor seu patrimônio e, conseqüentemente, menor sua capacidade de conceder empréstimos. A partir de hoje, esse desconto não precisará mais ser feito, e, com isso, grandes provisões feitas pelos bancos deixarão de afetar sua capacidade de emprestar para seus clientes.

Vendas caem 1,5% na semana do Natal nos EUA

AFP
31/12/2008
As vendas das redes de lojas caíram 1,5% na semana encerrada em 27 de dezembro, na comparação com a semana anterior, o que constituiu uma temporada de festas de fim de ano muito ruim, anunciou nesta terça-feira a Associação Internacional de Centros Comerciais dos Estados Unidos (ICSC).
As vendas haviam aumentado 2,6% na semana encerrada em 20 de dezembro, após um aumento de 0,6% na semana anterior. Em termos anuais, as vendas da semana encerrada em 27 de dezembro caíram 1,8%, contra uma queda de 0,6% uma semana antes.

Vendas do comércio varejista do Rio crescem 5% no Natal

Agência Brasil
31/12/2008
As vendas do comércio varejista na cidade do Rio de Janeiro registraram aumento de 5% no Natal deste ano, em relação ao mesmo período de 2007, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio (CDL-Rio).
Embora o resultado tenha ficado bastante abaixo do observado no ano passado, quando o avanço nas vendas alcançou 13%, o número de 2008 foi avaliado como positivo pelo presidente do CDL, Aldo Gonçalves.
"Considerando que o Natal de 2007 foi o melhor da última década, o resultado deste ano foi bom, era natural que o percentual diminuísse", afirmou.

Brazil Real Rises on Bets Governments to Boost Economic Growth

By Adriana Brasileiro and Joao Oliveira
Dec. 30 (Bloomberg) -- Brazil’s real rose, paring the first yearly loss since 2002, on speculation governments around the world will continue to take measures to boost economic growth, benefiting exporting nations.
The currency climbed 3.6 percent to 2.3130 per U.S. dollar at 12:43 p.m. New York time, from 2.3972 yesterday. The advance, the biggest since Dec. 11, pared an 18 percent decline in the past three months as gains in global stocks stoked investor appetite for riskier assets.
“Brazil hasn’t lost its positive fundamentals amid the crisis, so investors come to our markets when there’s good news abroad,” Reginaldo Galhardo, a currency-trading manager at Treviso Corretora de Cambio in Sao Paulo, said in an interview with Bloomberg Television.
Stocks in the U.S., Europe and Asia climbed after the U.S. Treasury pledged $6 billion to support GMAC LLC, the financing arm of General Motors Corp., in an effort to keep the largest U.S. automaker out of bankruptcy.
Today’s gain won’t prevent the real from posting its first annual loss since falling 35 percent in 2002. The real has declined 24 percent this year, after rising 20 percent in 2007.
The central bank tapped into its record international reserves this year to support the currency. It spent $9.8 billion of foreign reserves in the spot market from September through Dec. 18, according to central bank data. All actions by Brazil’s central bank in the foreign exchange market to boost the real and improve credit conditions, including derivatives transactions and lending of reserves, reached $53.4 billion from Sept. 19 through Dec. 16, the central bank said.
Nine-Year High
Brazil’s currency rose to a nine-year high of 1.5545 per dollar on Aug. 1 as soaring commodity prices and the highest inflation-adjusted interest rate in the world flooded the currency market with dollars. The real slumped 33 percent since then as the international credit crisis damped economic growth, pushing commodity prices lower, and reduced financial investments in emerging markets.
Economists forecast the real will recover in 2009, ending the year at 2.25 per dollar, according to a weekly central bank survey of about 100 financial institutions published yesterday.
Brazil’s central bank bought $530 million worth of reais in the currency market today. The purchase includes an agreement to sell the reais back to the market on April 1 at a rate of 2.416464 per U.S. dollar, the bank said in a statement.
The bank also bought reais in the spot market in a separate auction at a rate of 2.3290 per dollar.
The yield on Brazil’s overnight futures contract for January 2010 fell 11 basis points, or 0.11 percentage point, to 12.21 percent. The yield on the government’s zero-coupon local- currency bonds due January 2010 fell 15 basis points to 12.26 percent.

‘Original Sin’ Returns as Emerging Markets Plan Bonds (Update1)

By Lester Pimentel
Dec. 31 (Bloomberg) -- Developing nations plan to sell the most dollar-denominated bonds since 2005, reversing a shift into local debt, as commodities prices fall, foreign reserves diminish and emerging-market currencies weaken.
International sales may rise 68 percent to $65 billion next year, according to estimates by ING Groep NV. Mexico raised $2 billion in a Dec. 18 offering. Peru’s Finance Minister Luis Valdivieso met with investors in New York, Boston, London and Madrid this month to drum up interest for the country’s first foreign sale in almost two years.
Governments are growing more dependent on international markets after the six-month drop in raw materials reduced earnings from exports and caused budget deficits to widen. Dollar borrowing will increase foreign-exchange risk, a pattern that led countries across Latin America to default in the 1980s, said Ricardo Hausmann, director of the Center for International Development at Harvard University in Cambridge, Massachusetts.
“Countries will be forced to issue in dollars,” said Hausmann, a former Venezuelan planning minister who called developing nations’ reliance on foreign markets the “original sin” in a 1998 article in Foreign Policy magazine. “Debt structures will deteriorate again.”
Dollar bond sales fell 43 percent in the past three years from $68 billion in 2005 as a 134 percent surge in commodities, as measured by the UBS Bloomberg CMCI Index, helped countries repay foreign obligations, according to Amsterdam-based ING. Local-currency debt offerings rose 23 percent annually since 2005, according to the Bank for International Settlements in Basel, Switzerland.
Declining Reserves
Colombia moved 71 percent of its debt into peso-based securities, up from 48 percent in 2002, according to Finance Ministry data. Eighty percent of Mexico’s obligations were in pesos in 2007, up from 55 percent seven years earlier, according to government figures.
The combination of slumping commodity prices since July and the worldwide credit crunch dried up dollar inflows, pushing down emerging-market currencies and draining foreign reserves. Oil, the biggest export from Mexico, Russia and Venezuela, plunged 75 percent from a record $147.27 a barrel.
Russia’s central bank used a quarter of its $598 billion of reserves in less than five months to limit the ruble’s slide against the dollar, according to Bank Rossii. Mexico’s $2 billion sale of 10-year bonds came after its central bank used $15.2 billion, or 18 percent, of foreign reserves to prop up the peso when it fell to a record low in October.
Twin Deficits
Budget needs are swelling. Russia will post its first deficit in a decade next year, Finance Minister Alexei Kudrin said Dec. 27. Mexico forecasts a shortfall equal to 1.8 percent of gross domestic product next year, a gap that UBS AG says would be the biggest since 1990. The forecast is based on an oil price estimate of $70 a barrel, 89 percent higher than today’s $37.11.
Venezuela, which gets about 90 percent of export receipts from oil, may have a deficit in the current account, the broadest measure of trade, equal to 4.3 percent of GDP in 2009 after posting a surplus of 12.5 percent of GDP this year, according to Standard & Poor’s.
“Pressures are mounting,” said David Spegel, head of emerging-market strategy at ING in New York. “Most budgets will be in deficit. They’re going to have to be financed.”
Borrowing costs in dollars rose this year as the credit squeeze triggered by $1 trillion in losses and writedowns at the world’s biggest financial companies eroded demand for all but the safest securities. Investors demanded an average 12 percent yield on emerging-market dollar bonds on Oct. 24, up from 6.92 percent on Aug. 29, according to data compiled by New York-based JPMorgan Chase & Co.
Bond Rebound
Yields on Argentine bonds due in 2033 have soared to over 22 percent from 11.2 percent four months ago after the government seized private pension funds, a move analysts said was aimed at cobbling together financing. Ukraine, Hungary and Pakistan, strapped for cash amid the crisis, reached loan agreements with the International Monetary Fund in November. Ecuador’s President Rafael Correa defaulted this month on $3.9 billion of foreign bonds, calling the debt “illegal.”
The average emerging-market yield fell back to 8.95 percent as the Federal Reserve took unprecedented steps to support the U.S. economy. The Fed cut its target interest rate for overnight loans between banks as low as zero, helping push yields on Treasuries, the benchmark for emerging-market rates, to a five- decade low.
‘Window of Opportunity’
Emerging-market local bonds have also rebounded, posting a 7.7 percent gain in dollar terms this month, as investors anticipate interest-rate cuts in Brazil, Indonesia and India, according to Merrill Lynch & Co.’s LDM Plus Index.
Gerardo Rodriguez, head of public credit at Mexico’s Finance Ministry, said in an interview Dec. 18 that he used a “window of opportunity” to sell the $2 billion of 10-year bonds at a yield of 5.98 percent.
Valdivieso, Peru’s finance minister, said Dec. 22 in Lima that meetings with investors suggested there’s demand for at least $600 million of notes. Russia is also considering an international sale, Arkady Dvorkovich, an economic adviser to President Dmitry Medvedev, said in a Dec. 24 telephone interview.
The increase in dollar bonds is unlikely to lead to a wave of defaults like those in the 1980s because developing nations have reduced spending and curbed inflation, Spegel said.
Currency Rallies
Brazil trimmed its budget deficit to the equivalent of 1.2 percent of gross domestic product from 8.8 percent a decade earlier. Inflation fell to 6.4 percent from a high of 6,821 percent in 1990.
“They are coming into the crisis in better shape,” said Igor Arsenin, an emerging-market strategist at Credit Suisse Group in New York. “Increased dollar issuance only poses a risk if we see a protracted period of global slowdown.”
This month’s rebound in emerging-market local-currency bonds left them up 0.7 percent for the year, according to Merrill’s LDM Plus index.
The bonds returned 13.9 percent in 2007 and 12.7 percent in 2006 as currencies rallied. Brazil’s real strengthened 62 percent against the dollar in the four years through 2007, the best performance among the 16 most-traded currencies, while Poland’s zloty rose 52 percent and Colombia’s peso climbed 38 percent.
‘Double Whammy’
Currency gains combined with yields of more than 10 percent in countries including Brazil, Turkey and Philippines proved irresistible to investors, said Jonathan Binder, who manages more than $2 billion of emerging-market assets at INTL Consilium LLC in Fort Lauderdale, Florida.
“It was a double whammy that was highly lucrative,” Binder said. “But it took a short time to reverse” gains, he said.
The real weakened 33 percent from a record high in August. Turkey’s lira slid 24 percent against the dollar over the same period while Hungary’s forint dropped 22 percent.
“You’ll see investor reluctance to fund locally,” said Michael Atkin, who helps oversee $12 billion of fixed-income assets as head of sovereign research at Putnam Investments in Boston. Countries may “find it much more difficult to issue locally and might find it more attractive to issue internationally,” he said.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

EUA anunciam US$ 6 bi para financeira ligada à GM

Agência Estado
30/12/2008
O governo americano anunciou aporte de US$ 6 bilhões para estabilizar a GMAC LLC, braço financeiro da montadora General Motors. Desse total, US$ 5 bilhões representam investimentos na financeira, e US$ 1 bilhão virá na forma de um empréstimo para que a montadora possa consolidar sua participação na companhia. O empréstimo vem somar-se ao recente plano de US$ 17,4 bilhões para salvar a GM e a Chrysler LLC.

Empresas brasileiras perdem 41,5% do valor de mercado

Gazeta Mercantil/1ª Página / Iolanda Nascimento
30/12/2008
Há cerca de um ano as empresas brasileiras de capital aberto comemoraram, pela primeira vez na história, a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado. Um recorde destruído ao longo de 2008 pela crise financeira mundial. No último dia 26, o valor havia caído para cerca de US$ 600 bilhões. Em reais, a queda foi de 41,5% e as 323 companhias presentes durante todo o ano na bolsa passaram de um valor de mercado de R$ 2,09 trilhões em 31 de dezembro de 2007 para R$ 1,22 trilhão em 26 de dezembro, perda de R$ 871,27 bilhões. Das 58 empresas que compõem o Ibovespa, apenas sete elevaram seu valor.
"É como se duas Petrobras (ao final de 2007 valia R$ 429,92 bilhões) ou dois setores bancário (27 bancos valiam R$ 407,21 bilhões) tivessem virado pó", diz Einar Rivero, gerente da Economatica, que elaborou a pesquisa. Nominalmente, a Petrobras registrou a maior perda, de R$ 209,32 bilhões. Percentualmente, a maior queda foi da Rossi Residencial, com 80,6%, para R$ 690 milhões. As ações da Rossi refletem o conjunto da área de construção, que registrou a maior desvalorização setorial: de 72,4%.
A Nossa Caixa é o único banco no seleto grupo das sete empresas cujo valor de mercado subiu. Em função da compra pelo Banco do Brasil, valorizou-se 188,2% e alcançou R$ 7,28 bilhões.

FGTS fechará ano com arrecadação recorde de R$ 40 bi

Agência Brasil
30/12/2008
A arrecadação de recursos para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) encerrará o ano próxima de R$ 40 bilhões, no maior nível da história, informou nesta segunda-feira o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
A diferença entre a arrecadação e os saques também fechará 2008 em alta, o que permitirá a destinação de recursos do fundo para socorrer setores da economia afetados pela crise. Até 15 de dezembro, destacou Lupi, o FGTS havia arrecadado R$ 39,436 bilhões. Nesse período, os saques somaram R$ 33,835 bilhões, R$ 1,6 bilhão a mais que em 2007.
Apesar do aumento nos resgates, o fundo tem saldo líquido recorde de R$ 5,601 bilhões no acumulado do ano, dinheiro que será usado para ampliar o patrimônio do FGTS e impulsionar os investimentos. As contas do fundo referentes a todo o ano só deverão ser divulgadas em meados de janeiro.
Segundo o ministro, o desempenho do Fundo de Garantia neste ano é resultado do aquecimento do mercado de trabalho registrado até o terceiro trimestre deste ano, antes do agravamento da crise econômica.
"A alta da arrecadação é reflexo do crescimento do emprego, e, com o saldo maior, aumenta a capacidade do fundo em investir em habitação e saneamento", explicou o ministro.
Com o saldo positivo recorde, destacou Lupi, o FGTS poderá ser usado para financiar linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a setores da economia atingidos pela retração no crédito. A medida já foi usada para estimular a construção civil e, segundo ele, também pode ser aplicada para a indústria automotiva.
O ministro confirmou ainda que o governo estuda a elevação do valor dos imóveis financiados pelo FGTS, que atualmente só pode ser usado para adquirir unidades de até R$ 350 mil. A ação deverá fazer parte do pacote de estímulo a habitação a ser anunciado pelo governo até o fim de janeiro.

Nova sistemática tributária entra em vigor dia 1º de Janeiro

DCI
30/12/2008
A partir de 1º de janeiro, entrará em vigor o novo sistema de cobrança de tributos para o setor de bebidas frias, água, cerveja, refrigerantes, energéticos, isotônicos e refrescos, que define as alíquotas de IPI, PIS e Cofins que incidirão sobre os produtos, com base no preço praticado ao consumidor, de acordo com os tipos de embalagem - LATA, VIDRO e PET, e não mais sobre a quantidade produzida.
Com a entrada em vigor do novo Decreto nº 6707, assinado pelo presidente Lula, no dia 23 de dezembro de 2008, regulamentando a lei no. 11.727, de 23 de junho de 2008, o governo federal põe fim à discussão da desproporcionalidade do setor de bebidas no País, diz Fernando Rodrigues de Bairros, presidente da AFREBRAS - Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil.
Pela nova sistemática, haverá uma redução da cobrança do IPI para todos os fabricantes, grandes e pequenos, mas haverá um aumento de PIS e da Cofins, também proporcionalmente para todos os produtores. " O governo federal acenou com justiça tributária às pequenas e médias empresas brasileiras, ao mesmo tempo em que foi complacente com as grandes corporações internacionais que dominam o setor de bebidas no País, e que, há mais de 20 anos, vinham se beneficiando de uma tributação distorcida e favorável aos grandes produtores. Esta, sem dúvida, é uma vitória, mas a luta pela igualdade tributária do setor deve continuar " , afirma o presidente da Afrebras.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Dados do BC mostram desaceleração no fluxo de dólares para o Brasil em 2008

Em 2007, houve o ingresso de US$ 87 bilhões na economia brasileira.
Neste ano, até 19, entrada somou US$ 1,29 bi - a mais baixa desde 2003.
G1 / Alexandro Martello
26/12/2008
A uma semana para o fim do ano, informações divulgadas nesta quarta-feira (24) pelo Banco Central confirmam uma forte desaceleração no fluxo de dólares para o Brasil em 2008. Segundo o BC, houve o ingresso neste ano, até a última sexta-feira (19), de US$ 1,29 bilhão na economia brasileira em todas as transações que envolvem dólares: comerciais (contratos de compra de venda de moeda estrangeira para exportações e importações) e financeiras (fechamento do câmbio para investimentos, remessas, viagens e aplicações financeiras, entre outros). Se esse resultado for mantido até o fim do ano, será o menor ingresso de recursos desde 2003 - o primeiro ano da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi marcado por uma crise de confiança por conta do novo governo que assumia. Naquele ano, houve ingresso de US$ 718 milhões no país. Em 2004, 2005 e 2006, ingressaram, respectivamente, US$ 6,3 bilhões, US$ 18,8 bilhões e US$ 37,2 bilhões no Brasil. No ano de 2007, por sua vez, a entrada de recursos na economia brasileira foi muito maior: US$ 87,4 bilhões. Valor que ainda permanece sendo recorde histórico.

Exportadores criam "Opep do gás natural"

Gazeta Mercantil
26/12/2008
Os ministros de energia de 12 países exportadores de gás natural viajaram a Moscou na terça-feira para criar um grupo oficial, o qual, segundo eles, não controlará a produção, nem os preços do combustível, ao contrário do que temem consumidores de energia no Ocidente. O novo grupo terá sede no Qatar, conforme anunciou o ministro russo da Energia, Sergei Shmatko.
A "Opep do gás" terá como membros os países do chamado Fórum dos Países Exportadores de Gás (FPEG), que inclui 16 Estados, entre eles Argélia, Irã, Catar, Venezuela, Indonésia e Nigéria. O anúncio da criação oficial do grupo preocupou as nações consumidoras ocidentais, porém, os membros do FPEG negaram a intenção de controlar os preços do insumo e disseram que o objetivo principal do novo grupo é monitorar o mercado de gás e conduzir pesquisas conjuntas.
"Uma colaboração mais formal sempre fez parte dos nossos planos", disse o ministro nigeriano do Petróleo, Odein Ajumogobia. "O Estado do desenvolvimento do gás é muito diferente do petróleo. Com o petróleo, você tem um preço internacional. Com o gás, você tem um preço doméstico, um preço internacional, outro de exportação, etc", acrescentou.
"Não é um cartel, defendemos nossos interesses nacionais", disse o ministro venezuelano da Energia, Rafael Ramirez. "Nossa reunião é importante no sentido estratégico, na medida em que leva em conta uma situação de crise da economia mundial", completou.
"A meta é dar a este fórum um formato mais organizado e esperamos decisões neste sentido", declarou o vice-presidente da Gazprom, Alexandre Medvedev. "Esse é um não à Opep gás", insistiu.

Produção industrial no Japão tem queda da história

Gazeta Mercantil
26/12/2008
A produção industrial no Japão caiu 8,1% em novembro deste ano, em comparação ao mês anterior, registrando o maior recuo de sua história, segundo informou hoje o Ministério da Economia do Japão.O índice de produção de minas e fábricas ficou em 94 sobre a base de 100 pontos fixada em 2005. Em outubro, o indicador registrou queda de 3,1%.As previsões do mercado apontavam para retrocesso de 6,6% na produção industrial de novembro, segundo pesquisa realizada entre analistas pela agência de notícias Kyodo.O índice de transporte de mercadorias por via marítima caiu 8,4%, para 93,5 pontos, enquanto os estoques industriais cresceram 0,7%, para 110,3 pontos.

Cresce estoque de carro usado e preços desabam 30%

Agência Estado
26/12/2008
O mercado de carros usados levou um tombo ainda maior que o de novos. Nas vendas e nos preços. Modelos que há um mês e meio eram cotados a R$ 43 mil, caso de um Corolla 2005, hoje valem R$ 30 mil no antigo reduto de veículos usados, a Rua Barão de Limeira, no centro de São Paulo. Em pouco mais de 30 dias, a desvalorização atingiu 30%.
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os carros novos, em vigor desde o dia 12, foi mais um golpe para os usados. “Depois da medida, tivemos de cortar mais os preços”, diz a gerente nacional de vendas da revenda Unidas Seminovos, Jaqueline Viccari. Nos modelos populares, cuja alíquota de 7% foi reduzida a zero, igual porcentual foi repassado aos seminovos. Mas os seminovos já vinham de uma onda de desvalorização desde outubro, quando o mercado automobilístico brasileiro começou a sentir os efeitos da falta de crédito provocada pela crise financeira internacional.
Concessionários afirmam que o mercado de novos, apesar da recuperação verificada nos últimos dias, continua travado por causa da falta de financiamento para os usados e das restrições das financeiras em aprovar o crédito. Grandes bancos normalmente não operam com carros usados e os pequenos e médios temem inadimplência. Pesquisa feita pela Molicar, agência especializada em varejo automotivo, mostra que, entre 5 de novembro e 17 de dezembro, a desvalorização de carros como Celta, Mille e Fiesta, todos modelos 2007 com motor 1.0 variou de 12,3% a 19,6%. No Civic, a queda foi de 20,1%.
“O preço do carro seminovo estava muito próximo do novo. A crise colocou o usado no nível onde deveria”, afirma Fernando Luiz Negrini, do Auto Shopping Cristal, com cinco unidades em São Paulo e venda média mensal de mil carros por shopping. “O lojista paga menos pelo carro, mas também o revende mais barato.” Para muitos revendedores, o problema é o estoque. Calcula-se que há perto de 1 milhão de carros usados em todo o País à espera de compradores. Além de muitos deles terem sido comprados no período de alta, quando estavam valorizados, no início do ano será preciso recolher o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), um custo extra para lojistas que já reclamam da falta de caixa.

Coréia do Sul diz que economia enfrenta crise sem precedentes

Reuters
26/12/2008
A economia sul-coreana vive uma crise sem precedentes com a demanda doméstica e externa recuando ao mesmo tempo, mas o governo vai agir para evitar um declínio anual nas exportações em 2009, informou o ministério da Economia, nesta sexta-feira. O ministério informou em relatório de ano novo ao presidente, Lee Myung-bak, que tem como meta impulsionar as exportações de 2009 para 450 bilhões de dólares, ante cerca de 430 bilhões de dólares projetados para este ano, e conseguir um superávit comercial de mais de 10 bilhões de dólares.
"A economia coreana enfrenta crise sem precedentes com exportações e demanda doméstica, os dois pilares de crescimento econômico, caindo ao mesmo tempo", afirmou o ministério.
Mas um influente instituto de pesquisa comercial local afirmou que as perspectivas para o primeiro trimestre do próximo ano são as piores em pelo menos seis anos, diante do agravamento da recessão global.
Em novembro, as exportações sul-coreanas caíram 19 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, uma vez que os embarques para o maior mercado do país, a China, despencaram cerca de 30 por cento, mostraram dados de alfândega divulgados na semana passada.
O ministério também afirmou que o governo vai perseguir meta de ampliar o investimento externo direto no país em cerca de 6 por cento, para 12,5 bilhões de dólares em 2009 ante 11,8 bilhões de dólares previstos para este ano.

Argentina investe em empreendimentos em meio à crise financeira

The New York
26/12/2008
Mesmo nas melhores épocas, Felix Racca enfrentava uma tarefa difícil ao tentar construir uma nova classe de empreendedores em um país conhecido pelo favoritismo acolhedor e melodrama político. Agora, o investidor da Argentina está tentando fazer isso em meio a uma tempestade financeira que tirou bilhões de dólares dos mercados emergentes.
Enquanto o mercado de ações de Buenos Aires caia para uma baixa recorde em outubro, porque o governo havia anunciado a nacionalização das poupanças, Racca estava a 966 km dali, debatendo tranquilamente a perspectiva de uma nova empreitada com Daniel Caselles.
Racca ofereceu o capital inicial para a ideia de Caselles, a AuthenWare, uma companhia que projeta softwares biométricos com aplicações de segurança para bancos e companhias de seguro.
Para os estrangeiros pode parecer um momento e lugar incomuns para isso. A medida de apropriação das poupanças foi amplamente vista como um reconhecimento de que a Argentina pode não conseguir pagar sua dívida em 2009, no valor de cerca de US$20 bilhões.
Depois da inadimplência de 2001, a falta de acesso ao crédito se tornou um estilo de vida aqui. O país permanece amplamente afastado dos mercados de ações mundiais e de investimentos estrangeiros.
Como resultado, os empresários argentinos começaram a buscar investimentos dentro do país, e com o tempo criaram um sistema de surgimento de negócios gerados com capital local.
De acordo com o relatório de 2008 da Venture Capital Observatory, US$25 milhões foram disponibilizados por fundos e investidores. Gabriel Jacobsohn, autor do relatório e professor de negócios da Universidade de Buenos Aires, espera que o número se mantenha firme no próximo ano apesar da atual incerteza econômica.
O volume é pequeno, muito menor do que 1% relativo ao crescimento do PIB da Argentina, mas representa uma mudança cultural. No passado, herança familiar e contatos governamentais geralmente determinavam os empresários do país. Agora, lentamente, os argentinos começam a confiar e investir uns nos outros.
Os novos investidores argentinos também oferecem conhecimento. Diversos deles lançaram seus próprios negócios durante crises anteriores e não apenas sobreviveram mas sucederam relativamente bem, com pouca ajuda.
Um destes veteranos é Racca, considerado uma lenda local. Ele e seu sócio Emílio Lopez fundaram a Intersoft, a mais bem sucedida companhia de software da Argentina nos anos 1990, passando por tudo desde inflação e estagnação econômica.
Racca diz que quer garantir que seus compatriotas "não tenham que passar pelo que passou".