quarta-feira, 25 de junho de 2008

Meirelles Says Investors Expect Inflation to Slow (Update1)

By John Fraher
June 25 (Bloomberg) -- Brazilian central bank President Henrique Meirelles said investors expect inflation to slow in coming years as the bank stays committed to keeping consumer prices under control.
``Inflation expectations are coming back to the target,'' Meirelles said in a speech at the Euromoney Global Borrowers and Investors Forum in London today. ``It's very important that inflation is kept on target. The bank is committed to its inflation path.''
The bank's quarterly inflation report, scheduled for release today, may shed light on the central bank's intentions. A June 11 report showed that consumer prices climbed 5.58 percent in the 12 months to May, the fastest pace since January 2006 and more than the 4.5 percent goal for the fifth straight month.
Meirelles said investors expect inflation to slow to the central bank's target in 2010 and to 4.3 percent in 2011. Traders project consumer prices to climb 6.1 percent this year and 4.8 percent in 2009, he said.
Meirelles also said he's confident that ``the markets will adjust the foreign exchange rate if there is any need for that,'' when asked about Brazil's current account.
Brazil's real yesterday rose 0.5 percent to 1.6046 per dollar on speculation the central bank will increase interest rates next month. It has gained 10 percent this year.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Desenvolvimento de projeto com equipe de alto impacto




Analistas prevêem rombo de até US$ 17 bi nas contas externas

Jornal do Brasil / Ana Carolina Saito e Simone Cavalcanti
23/06/2008
O retorno aos déficits em transações correntes expõe um dilema: no quadro que se desenha hoje, o caminho para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos passa obrigatoriamente pela dependência do financiamento externo. O impacto desse rombo nas contas externas sobre a economia brasileira divide opiniões. Enquanto alguns analistas alertam para o risco de repetir o passado, deixando o país cada vez mais vulnerável a passar por outra crise cambial, outros argumentam que hoje a situação é bem mais confortável e que o regime de câmbio flutuante pode proporcionar um ajuste suave.
Após cinco anos consecutivos apurando superávit em transações correntes, o Brasil inicia um processo de inversão com saldos negativos, que tendem a se aprofundar nos próximos anos. Economistas estimam que hoje seja divulgado pelo Banco Central um déficit entre US$ 16 bilhões e US$ 17 bilhões nos 12 meses encerrados no em maio ante superávit da mesma ordem de grandeza em igual período de 2007. Colaboram para isso remessas de lucro das empresas e o saldo menor na balança comercial.
Alexandre Schwartsman, economista-chefe do Santander, afirma que não há problema de risco financeiro e fiscal associados ao desequilíbrio externo como havia no passado recente, mais precisamente em 2002.
Baseia sua avaliação no atual status brasileiro. Hoje, seguindo o regime de câmbio flutuante, o país conta com reservas internacionais na casa dos US$ 200 bilhões, o setor público é credor em moeda estrangeira e zerou sua dívida interna em dólares — há seis anos a cada 10% que o real se desvalorizasse a dívida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) aumentava 1% – o setor privado tem dívida reduzida e, por isso, não apresenta um fluxo de pagamento de juros, e, sim, de dividendos, que dependem do lucro auferido pela empresa. Além disso, é classificado por duas agências de rating como grau de investimento, o que o qualifica a receber investimentos específicos de fundos de pensão estrangeiros.
Para o diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, embora a situação seja diferente hoje, o atual rombo nas contas externas não deixa de ser um sinal de alerta.
– Ter déficit é preocupante. No nosso passado recente, tivemos como resultado crises cambiais – afirma o economista.
Para Sicsú, o aumento de investimentos e as reservas não são garantia de proteção para o país. Com o argumento de aumento de produtividade, o Brasil passou por sucessivas crises cambiais entre 1994 e 1998.
– O país fez uma renovação no parque industrial, mas não há produtividade que resista ao câmbio valorizado.

Brazil Central Bank May Signal More Rate Increases: Week Ahead

By Adriana Brasileiro and Heloiza Canassa
June 23 (Bloomberg) -- Brazil's central bank may raise its inflation forecasts and signal additional interest rate increases as prices rise faster than projected.
The bank's quarterly inflation report scheduled for release June 25 may shed light on its intentions. A June 11 report showed that consumer prices climbed 5.58 percent in the 12 months to May, the fastest pace since January 2006 and more than the 4.5 percent goal for the fifth straight month.
Central bank President Henrique Meirelles said last week he's ``ready to act'' to counter inflation stoked by rising food costs and an expanding economy. Policy makers raised the benchmark rate by a half percentage point to 12.25 percent on June 4, the second increase this year.
``The central bank may raise its inflation forecast in the report, considering the last price indexes we saw,'' said Jankiel Santos, economist at Banco Espirito Santo de Investimento SA in Sao Paulo.
The central bank may accelerate the pace of interest rate increases starting next month, Barclays Capital economists said in a June 18 research note. Barclays predicts two increases of three-quarters of a point by the end of September. Previously they forecast half-point increases.
The Barclays view differs from that of most economists, who expect a half-point increase in the July 22-23 rate meeting to 12.75 percent, according to a central bank survey of about 100 analysts published June 16.
The central bank will raise the benchmark rate to 14.25 percent by year-end, before bringing it down to 12.75 percent by the end of 2009, according to the survey, which was taken June 13.
Warning
The central bank's inflation report may paint a darker picture for this year and next to warn about the need for more rate increases, said Joel Bogdanski, a senior economist at Banco Itau SA in TK.
``They will add actual numbers to the words in the minutes, and will use the report to send out a message to the market about monetary policy,'' Bogdanski said.
Brazilian annual inflation as measured by the benchmark IPCA jumped 0.79 percent last month, more than any of the 36 economists surveyed by Bloomberg expected. It was the biggest monthly jump in prices since April 2005.
``Market players are waiting to see how the central bank interpreted the surge in inflation,'' said Zeina Latif, senior Brazil economist with ABN Amro Bank NV in Sao Paulo. ``The central bank tends to show it's more concerned in these reports, eventually pointing to a longer interest rate tightening process.''
Markets Last Week
Last week, the real gained 1.9 percent to 1.6057 per dollar, from 1.6355 per dollar the previous week. The yield on the government's zero-coupon bond due January 2010 was little changed at 14.91 percent, according to Banco Bradesco SA.
The benchmark Bovespa index fell 2,586.73 points, or 3.9 percent, to 64,613 points along the week. Vivo Participacoes SA, Brazil's largest mobile-phone operator, gained 6.6 percent, while JBS SA, the world's biggest beef producer, rose 5.5 percent.
Cia. Vale do Rio Doce, the world's largest iron-ore producer, said it wants to expand into other metal markets and is considering possible acquisitions to expand.
The mining company, which plans to invest $59 billion through 2012 to expand output, said June 10 it plans to sell as much as $15 billion in shares to finance expansion and possible acquisitions.
Vale's ``BBB'' rating, the second-lowest for investment- grade securities, may be raised one level to ``BBB+'' by Standard & Poor's Inc. if the share sale goes through, the agency said last week.
The following is list of events in Brazil this week:

Event Date
Central bank survey 23
Current account report 23
Weekly trade balance 23
Total outstanding loans 24
IPCA-15 inflation 25
Unemployment data 26
IGP-M inflation 27

Brazil to End Restriction on Investments in Ports, Valor Says

By Anabela Reis
June 23 (Bloomberg) -- Brazil's President Luiz Inacio Lula da Silva may end in the next few days a restriction that has prevented private investments in ports, Valor Economico reported, without specifying where it got the information.
The projects will be awarded in a public auction but the winners will no longer have to prove there is sufficient cargo to justify the investment, the newspaper said. The existing rule was preventing at least $5 billion in investments, it added.

Empresas contestam restrições a benefício de Imposto de Renda

Valor Online / Luiza de Carvalho
23/06/2008
O julgamento de um recurso da Fazenda Nacional no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em fevereiro deste ano, tem estimulado diversas empresas a tentarem no Judiciário uma redução maior em seu Imposto de Renda (IR), possível a partir da adoção do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) - instituído nos anos 70 para custear parte da alimentação trabalhadores. A decisão, que beneficiou a empresa Pirelli, uniformizou o entendimento das duas turmas da primeira seção do STJ - responsáveis pelo julgamento de questões tributárias - sobre o assunto. Os ministros consideraram ilegais normas da Receita Federal que estabelecem restrições no cálculo do benefício e que geram, em grande parte dos casos, uma dedução menor do imposto que a prevista na lei que trata do tema. Muitos escritórios de advocacia estão sendo consultados por empresas que querem obter o mesmo direito. O TozziniFreire Advogados prepara seis ações do tipo e o Braga & Marafon já propôs na Justiça oito processos no último quadrimestre.
O PAT foi criado em 1976, pela Lei nº 6.321, para garantir às empresas que adotassem um programa de alimentação para seus trabalhadores, o que não era comum na época, alguma contrapartida fiscal. Na prática, isso significou a dedução no imposto de renda das despesas com alimentação ao limite de 5% do imposto, o que foi reduzido a 4% posteriormente. No entanto, no ano seguinte à edição da lei, o benefício foi limitado por meio da Portaria Interministerial nº 326, de 1977, e pela Instrução Normativa nº 143, de 1986, da Secretaria da Receita Federal. As regras fixaram custos máximos para cada refeição individual oferecida pelo PAT. Na última atualização dessas normas, ocorrida em 2002, o limite foi fixado em R$ 1,99. Ou seja, independentemente de quanto as empresas gastam com o programa, esse valor deve ser usado no cálculo da dedução.
As instruções normativas não excluem o cálculo previsto pela lei, mas, como se deve optar pela conta que gere uma menor dedução, muitas empresas foram prejudicadas e questionaram as normas na Justiça. Ao que se sabe, cinco recursos chegaram ao STJ, entre 2004 e 2008. Com o julgamento do último recurso, houve a unificação do entendimento pelas duas turmas de que as normas da Receita violaram o princípio da hierarquia das leis. Quatro dessas decisões - duas monocráticas em agravos de instrumento e dois acórdãos - foram proferidas em recursos da Fazenda Nacional contra a Pirelli, que havia obtido nos tribunais o direito de calcular o benefício nos limites da lei, em ações ajuizadas nos anos 80. De acordo com o advogado Mário Luiz Oliveira Costa, do escritório Dias de Souza Advogados Associados, que defende a Pirelli, há processos de outras empresas em andamento, e mesmo da Pirelli, referentes a outros períodos. Segundo Costa, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região tem sido favorável às empresas na maioria de suas decisões.
Apesar de a discussão ser antiga, desde que a primeira seção do STJ definiu a questão muitas empresas sentiram-se seguras para reivindicar o direito. Nos últimos meses, o escritório Martinelli Advocacia Empresarial ajuizou oito ações para empresas de grande porte, já que o benefício só vale para as optantes do lucro real. Para Celso Meira Júnior, advogado da banca, um argumento importante é o cunho social do benefício. "A limitação das normas faz com que as empresas não se sintam estimuladas a investir na alimentação do trabalhador", diz. O advogado Paulo Henrique Carnaúba, do escritório Braga & Marafon, que propôs várias ações do tipo desde fevereiro, tem a mesma opinião. "As normas da Receita desvirtuaram a intenção original do PAT", afirma Carnaúba.
Na primeira semana de maio, três empresas procuraram o escritório Pinheiro Neto Advogados, interessadas em discutir o benefício no Judiciário. Segundo o advogado Luiz Roberto Peroba, a banca possui dez ações em andamento e os tribunais estão seguindo a posição da corte. "O argumento de que a lei não proíbe que se regulamente uma limitação não tem sido aceito", diz. De acordo com a advogada Ana Cláudia Utumi, do TozziniFreire Advogados, o escritório elaborou seis pareceres para empresas sobre a questão somente neste mês e já está se preparando para entrar com novas ações judiciais.
Muitas empresas, que a despeito das normas da Receita utilizaram os critérios da lei do PAT para calcular a dedução no Imposto de Renda, acabaram sendo autuadas pelo órgão. O advogado Sérgio Dourado, sócio do Coelho, Ancelmo & Dourado Advogados, trabalha na contestação, ainda em esfera administrativa, de três empresas que sofreram autuações de valores elevados. Para o advogado Igor Mauler Santiago, do escritório Sacha Calmon Advogados, entrar na Justiça para obter o direito de deduzir o valor do PAT conforme a lei valerá a pena principalmente no caso de empresas com grande lucratividade e mão-de-obra reduzida.
A Receita já acena com a possibilidade de uma mudança de entendimento. De acordo com Luiz Dias, procurador-geral adjunto da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que atua na defesa do órgão nestes casos, devido às decisões reiteradas do STJ e a pouca chance de êxito na Justiça, a procuradoria e a Receita analisam a possibilidade de elaborar uma mudança nas instruções . Mas, segundo Dias, isso ainda está em "fase embrionária" e está sendo realizado um levantamento no Conselho de Contribuintes para ver qual é a demanda sobre a questão.

Nova versão de acordo global de comércio favorece Brasil, dizem analistas

Texto da Rodada de Doha é considerado mais favorável aos países em desenvolvimento.
Para especialistas, eleições americanas exigem conclusão rápida da negociação.
G1 / Marcelo Cabral
23/06/2008
O Brasil é um dos países favorecidos com a retomada das negociações da Rodada de Doha, as discussões comerciais que pretendem facilitar o comércio global. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, ao contrário das propostas anteriores, o novo texto divulgado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que pode ser aprovado até o fim de julho, é mais favorável aos países em desenvolvimento do que às nações ricas.
“O novo texto foi uma reação necessária, porque os outros pendiam muito mais para os países desenvolvidos”, diz Mário Marconini, diretor de Negociações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). “Essa nova proposta é uma grande evolução. Ela é muito mais detalhada do que as anteriores, que quase não colocavam números no papel”, confirma André Nassar, diretor-geral do Instituto de Estudo do Comércio e Negociações Internacionais (Icone).
Segundo os analistas, a nova proposta traz a expectativa de que, após uma série de atrasos – a rodada deveria ter terminado em 2004 –, Doha possa ser concluída até o fim do ano, dependendo da evolução das negociações e de um clima político favorável. Mesmo Pascal Lamy, diretor-geral da OMC, entidade que organiza as discussões, declarou: "Estamos nos aproximando de nosso jogo final."

Petrobras volta a defender mudança na lei do petróleo, diz ‘FT’

BBC Brasil
23/06/2008
O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, voltou a defender uma mudança nas leis que regem o setor petroleiro em uma entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal Financial Times.
"O Brasil precisa mudar as leis que regem a indústria do petróleo para lidar com seu futuro status de grande produtor de petróleo e arrecadar mais receita para o Estado", disse ele ao jornal.
Desde a descoberta de campos de petróleo na chamada camada pré-sal - reservatórios de grande profundidade, abaixo da camada de sal subterrâneo - que abrange cerca de 800 km, do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, a empresa discute uma renovação na lei das concessões.
De acordo com as regras atuais, as empresas petrolíferas compram concessões para procurar petróleo em áreas já demarcadas. Para compensar o risco e o investimento, elas recebem o controle sobre qualquer descoberta e pagam royalties ao Estado.
Sem precisar o tamanho dos novos campos, Gabrielli disse que, tendo em vista a aparente certeza de descoberta de petróleo - e portanto, o baixo risco - o sistema de concessões em vigor seria como "convidar os investidores a comprar um bilhete de loteria premiado".

Petróleo pode chegar a US$ 300 em 2015, diz IFP

Rodrigo Postigo
23/06/2008
O presidente do Instituto Francês do Petróleo (IFP), Olivier Appert, considerou ontem que os preços do chamado ouro negro deverão provavelmente continuar a avançar e que não acha "impossível" que o barril chegue a US$ 300 em 2015.
"Não é preciso nem apostar", afirmou Appert, em entrevista à rádio France Inter. Um encontro em Jidá (Arábia Saudita) entre os principais países produtores e consumidores de petróleo recomendou neste domingo medidas técnicas para tentar estabilizar o mercado petroleiro, mas não foi anunciada nenhum novo aumento significativo da produção. "Os mercados não esperam milagres", comentou Appert.

WTO adopts cotton ruling, Brazil ponders sanctions

Fri Jun 20, 2008 11:43am EDT
By Laura MacInnis
GENEVA (Reuters) - The World Trade Organization (WTO) adopted a final ruling in a dispute over U.S. cotton subsidies on Friday, clearing the way for Brazil to seek up to $4 billion in sanctions on U.S. imports.
In a statement, Brazil said it hoped the decision in the case dating to 2002 "provides sufficient incentive for the United States to amend its legislation and ensure compliance with the rulings of the (WTO's Dispute Settlement Body)".
Without full compliance, "Brazil will pursue the established procedures in order to obtain from the (Dispute Settlement Body) authorization to take counter-measures vis-a-vis the United States", it added.
Brazil argues that U.S. subsidies to cotton farmers unfairly boost American production and depress world prices, squeezing developing-country farmers out of the market. The issue has also pitted Washington against African cotton producers in talks over the WTO's Doha round aimed at cutting worldwide farm subsidies.
Brazil had asked for sanctions against the United States in 2005 and that request went to arbitration after a challenge from Washington. That arbitration was later suspended to assess whether the United States had removed the offending measures.
An official at Brazil's WTO mission said Brazil was still considering whether to revive the claim for sanctions -- in two requests, one for $1 billion and one for $3 billion. There is no deadline for Brazil to request for that arbitration to resume.
Once arbitration resumes, the WTO arbitrator would have 60 days to set the level of compensation. The two claims may be consolidated or treated separately.
Brazil has previously made it clear that it would not impose sanctions on U.S. agricultural goods but would instead seek to "cross-retaliate" in other sectors, for instance by lifting copyright protections on U.S. films or computer games.
If granted, it would be the third time the WTO authorizes one of its 152 members to cross-retaliate, following Ecuador in 2000 in a banana dispute with the European Union, and Antigua in 2007 in an online gambling dispute with the United States.
In its submission to the Dispute Settlement Body on Friday, Washington said the WTO findings in the cotton dispute were based on outdated evidence.
"The (WTO) compliance panel and appellate body reports deal with market conditions from two to three years ago. Since then, U.S. cotton acreage has fallen precipitously, and continues to decline," it said.
"Despite the allegedly marked-insulating effects of U.S. payments, U.S. cotton acreage has declined by more than 38.5 percent in the last two years," it added. Price-linked subsidies to farmers have also fallen as cotton prices have risen.
(Editing by Elizabeth Piper)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Where's the beef? In Brazil, it's at center stage

Thu Jun 19, 2008 4:47pm EDT
By Stephanie Beasley
SAO PAULO (Reuters) - The cattle are the stars at Brazil's 14th annual Feicorte International Beef Fair but these celebrities are actually admired for being pieces of meat.
Hundreds of cows, bulls and calves crowded the floor at Sao Paulo's Centro de Exposicoes Imigrantes, the city's largest convention center, on Wednesday night.
Most were indifferent to the thousands of people filing past as they dozed and ruminated, showing interest only when handlers led them through the evaluation and auction stages, a reminder of why they and the fair's attendees were there.
"The great return from this is to select a better breed each time," said Andre Mendoca, a buyer attending the auction for the Brahman breed.
Mendoca was one of many potential bidders at the auction eyeing the livestock while sipping cold beer and munching snacks.
With the pulsating music, flashing lights and confetti, the event had the feeling of a party. Indeed, many Brazilians feel there is reason to celebrate.
"Brazil is seen as the country with the cheapest beef in the world, and it will continue to be," said Roberto Barcellos, special projects director for the Marfrig beef company.
Brazil has the world's largest cattle herd and is the largest beef exporter, and looks likely to stay that way.
In March, Brazilian meat company JBS acquired U.S. companies Smithfield Beef Group and National Beef Packing Co for nearly $1.3 billion. The deals pushed its U.S.-based JBS-Swift unit past Tyson Foods Inc to make it the largest U.S. beef producer.
NOT COWED BY EU RESTRICTIONS
Brazilian cattle is highly regarded because it is mainly grass-fed and so free of the mad cow disease that has tainted beef exports from other nations like the United States. But its image as the beef king has suffered some damage recently.
In January, the European Union suspended beef imports from Brazil, citing food safety concerns about the meat's lack of traceability. The EU eased restrictions in February but is still only allowing beef shipments from 106 Brazilian farms.
Brazilian beef experts have said that at least 1,000 farms would need to be authorized for export to normalize trade.
"Brazil has practically never had a market outside of Europe," said Juan Lebron, director of operations for Assocon, the national cattle growers association.
"We don't have a better client."
Experts estimate that the level of beef exports from Brazil will fall 20 percent from the volume produced in 2007 as a result of the EU's new restrictions. However, profit is still expected to increase by 10 percent to $5 billion as a result of higher beef prices.
Lebron said changes should be made to the current production system and that beef producers should begin catering to the different global markets.
"The inclination is to separate the producers according to markets. There would be groups for Europe, Japan and the United States, which are more restrictive, and others for Russia, Chile and the other countries," Lebron said.
Jose Amauri Dimarzio, president of the Brahman breeders association, is optimistic that the EU will eventually allow more beef exports from Brazil. But he believes it is only a matter of time before others follow the European example.
"In five years the principal buyers, Russia included, will also want to have this," he said. "It's an irreversible trend in the world -- something that the consumer will insist upon."
The issue of global marketability did not appear to weigh heavily among the cattle being auctioned at Feicorte on Wednesday night as they paraded across the stage while "We Are the Champions" blared in the background.
(Reporting by Stephanie Beasley; Editing by Angus MacSwan and Eric Walsh)

Agricultura terá R$ 78 bi para produzir mais alimentos

O Estado de São Paulo
20/06/2008
Para ampliar a oferta de alimentos no mercado interno e assim evitar alta de preços, o governo vai disponibilizar cerca de R$ 78 bilhões para a safra 2008/09, que começa a ser cultivada em meados de setembro no sul do País, informou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Serão R$ 65 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 13 bilhões para a agricultura familiar.
A agricultura empresarial terá disponíveis R$ 7 bilhões a mais que na safra atual (2007/08), quando o governo repassou R$ 58 bilhões para os bancos que atendem ao campo. Segundo o ministro, o montante atendeu às necessidades financeiras do setor. Os valores consideram recursos a juro controlado e a taxa livre. Para a agricultura familiar, o incremento em comparação com a safra atual será de R$ 1 bilhão.
Com a liberação de R$ 65 bilhões, Stephanes disse que será possível incrementar entre 5% e 6% a produção agrícola na safra 2008/09. Na safra atual, a produção foi de 143,276 milhões de toneladas de grãos, mostra estimativa divulgada no começo do mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele lembrou, contudo, que a colheita de uma safra maior depende de uma situação climática favorável durante o período de plantio, desenvolvimento e colheita das lavouras. O primeiro número oficial da Conab para a próxima safra será divulgado em outubro.

Argentina tem superávit recorde de US$ 1,96 bi em maio

Rodrigo Postigo
20/06/2008
O setor público argentino registrou em maio um superávit fiscal primário (sem o pagamento dos juros da dívida) recorde de US$ 1,969 bilhão, em alta de 13,3% em relação ao mesmo mês de 2007, informou na quinta-feira o ministério da Economia.
No período janeiro-maio, o superávit fiscal primário foi de US$ 5,773 bilhões, o que representa uma elevação de 46,9% sobre o ano anterior.
"Os números fiscais seguem bem; a situação fiscal vai muito bem", disse o ministro da Economia, Carlos Fernández.
A Argentina teve em 2007 um superávit fiscal primário histórico de US$ 8,149 bilhões, o que equivale a 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Arrecadação em maio sobe para R$ 50,4 bi e é recorde no mês

Rodrigo Postigo
20/06/2008
O governo federal arrecadou R$ 50,431 bilhões em impostos e contribuições em maio, cifra recorde para o mês. Frente a igual período do ano passado, houve um incremento de 5,16%. Os dados, corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foram divulgados pela Receita Federal do Brasil nesta quinta-feira.
Nos primeiros cinco meses do ano, a arrecadação totalizou R$ 275,423 bilhões, 11,13% acima do registrado no mesmo intervalo de 2007.

Brazil, Colombia, Mexico: Latin America Bond, Currency Preview

By Jamie McGee
June 20 (Bloomberg) -- The following events and economic reports may influence trading in Latin American local bonds and currencies today. Bond yields and exchange rates are from a previous session.
Brazil: The country's 2009 inflation expectations are ``well anchored,'' central bank director Mario Gomes Toros said at a conference yesterday in New York.
``Although we've seen a deterioration in current inflation numbers, the inflation forecasts for 2009 show that inflation expectations in the medium term are reasonably well anchored,'' Toros said.
The real strengthened 0.2 percent to 1.6030 per dollar.
The yield on the country's zero-coupon bond due 2010 fell 2 basis points to 14.77 percent, according to Banco Bradesco SA.
Colombia: The country's foreign credit rating was raised to within one level of investment grade by Moody's Investors Service as the fastest economic expansion in three decades lures capital and narrows the budget deficit.
Moody's raised the rating yesterday to Ba1 from Ba2, putting Colombia on the verge of regaining the investment-grade rating it lost in 1999. Moody's said the outlook on Colombia's rating is stable.
The central bank will leave the benchmark lending rate at 9.75 percent at a policy meeting today, according to the median estimate of 20 economists in a Bloomberg survey.
The peso fell 0.5 percent to 1677 per U.S. dollar, according to the Colombian foreign-exchange electronic transactions system, known as SET-FX.
The yield on Colombia's benchmark 11 percent bond due July 2020 rose 8 basis points to 12.12 percent, according to Colombia's stock exchange.
Mexico: The central bank will leave the overnight lending rate at 7.5 percent, according to the median estimate of 24 economists in a Bloomberg survey.
The central bank is slated to announce its rate decision at 10 a.m. New York time today.
The peso was little changed at 10.3070 per dollar.
The yield on Mexico's benchmark 10 percent bonds due December 2024 rose 8 basis point to 8.95 percent, according to Banco Santander SA.

Consciência da sustentabilidade começa no topo da organização

Gazeta Mercantil / Marcelo Monteiro
20/06/2008
Para que não se torne apenas um discurso de marketing, a sustentabilidade deve ser uma bandeira defendida pelos altos escalões corporativos. Essa foi uma das conclusões da II Mostra de Responsabilidade Socioambiental da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizada ontem pela manhã, na sede da entidade, na capital paulista.
Conforme a diretora do comitê de responsabilidade socioambiental da Fiesp, Eliane Belfort, para que a prática da sustentabilidade seja algo real e funcional nas corporações, a iniciativa precisa partir da cúpula. "É importante que estas ações se iniciem nos dirigentes das empresas e que eles se mobilizem para passar esses valores aos colaboradores", afirma Eliane.
A mostra contou com a participação de executivos ligados a grandes corporações, como os presidentes da Eletrobrás, Miguel Colasuono, da Carbocloro, Mario Antonio Carneiro Cilento, da Leo Madeiras, Hélio Seibel, e da Drywash, Lito Rodrigues. O objetivo do evento era firmar o compromisso da indústria com a causa socioambiental. "Esperamos que outras empresas se sintam estimuladas e que isso gere uma concorrência do bem, para ver quem faz melhor", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaff.
Com encontros deste gênero, a entidade pretende estimular as corporações a buscarem produtos e soluções lucrativas e, ao mesmo tempo, baseadas no respeito às pessoas e ao ambiente. Visando inspirar outras empresas a desenvolverem soluções inovadoras, a mostra contou com a apresentação de "cases" de sustentabilidade.
Uma das idéias foi o sistema de lavagem veicular desenvolvido pela DryWash. Ao deparar com uma dificuldade - como trabalhar em garagens de condomínios, sem disponibilidade de água? -, o presidente da empresa acabou dando início a uma revolução no setor. Nascia o sistema drywash, baseado na higienização a seco, apenas com produtos químicos. "Eu tinha um problema para resolver, e também estava consciente de que a água é um recurso natural escasso", conta Lito Rodrigues. "Surgiu então o desejo de desenvolver um sistema de limpeza a seco."
Com a patente do sistema registrada, a empresa ganhou um braço industrial, responsável pelo desenvolvimento de produtos para os lava-rápidos. Atualmente, além de 60 lojas com a bandeira Drywash, outros 400 estabelecimentos estão implementando o sistema no País. "Estamos trabalhando para substituir os produtos químicos por alternativas orgânicas, e continuamos focados no desenvolvimento de pessoas", garante Rodrigues.
Outro case apresentado na mostra foi o Programa Escola de Marcenaria Moderna, desenvolvido pelo Instituto Leo Madeiras, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). A entidade, que capacita jovens conforme as exigências do mercado internacional, oferece cursos profissionalizantes, com disciplinas que visam, mais do que preparar marceneiros, formar cidadãos.
Dono da única revenda de madeira certificada do País, Hélio Seibel diz que seu filho é o seu maior stakeholder (termo do mundo da sustentabilidade que designa um público estratégico de uma organização). E a cobrança que sofre em casa é um motivo a mais para que ele procure, à testa da Leo Madeiras, contribuir para a sustentabilidade. "Sofro uma enorme pressão em casa. Meu filho um dia questionou por que eu destruía a natureza", brinca Seibel. "Fazer com que os princípios da sustentabilidade sejam passados à comunidade e se tornem parte da vida e do pensamento das pessoas é um dos objetivos sociais da empresa", conclui.

Receita diz que arrecadação vai estabilizar e nega aumento da carga tributária

Folha Online / Eduardo Cucolo
20/06/2008
Apesar da arrecadação recorde registrada nos cinco primeiros meses do ano, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou que não é possível afirmar que houve aumento da carga tributária.
Rachid disse que o governo vai completar o período 2004/2009 com uma desoneração de R$ 92 bilhões em tributos, o equivalente a quase dois meses de arrecadação nos patamares atuais.
Segundo ele, houve uma formalização e um crescimento maior da economia, o que contribuiu para aumentar a arrecadação. "A carga é arrecadação sobre PIB, mas nós tivemos um crescimento maior da economia", afirmou.
Um estudo divulgado na última segunda-feira pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) aponta que a carga tributária atingiu o maior patamar da história, de 38,9% do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre deste ano, representando um aumento de 1,87 ponto percentual em relação ao ano passado.
O secretário disse também que a arrecadação tende a estabilizar nos próximos meses em patamares mais baixos que o registrado no início do ano, quando chegou a cresce mais de 20%.
"A arrecadação não terá a elevação que teve nos últimos meses. Ela tende a se estabilizar", disse.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Cristina tenta legitimar impostos no Congresso argentino

Rodrigo Postigo
18/06/2008
A presidente da Argentina, Cristina Fernández, anunciou nesta terça-feira que enviará para aprovação no Congresso um projeto de lei sobre os impostos às exportações de grãos, decretados há três meses pelo Executivo e que geraram a atual crise com os produtores agropecuários.
"Quero dar mais teor democrático à essa decisão", disse a presidente em um pronunciamento transmitido em rede nacional.
Cristina discursou após uma série de manifestações em todo o país, nas quais lhe foi requisitado que volte retome o diálogo com o campo, suspenso há três semanas.

Economia do País é das mais protecionistas do mundo, diz Bird

Brasil ocupa 92º lugar em ranking elaborado pelo Banco Mundial sobre o perfil comercial dos países
O Estado de São Paulo / Jamil Chade
18/06/2008
O Brasil tem ainda uma das economias mais protecionistas do mundo e, mesmo com uma pauta de exportações considerada como exemplar, sua integração da economia nacional no mercado externo é uma das menores registradas. A avaliação é do Banco Mundial que nesta terça-feira, 17, publicou um relatório em que faz uma avaliação detalhada do perfil comercial de cada país. No ranking que mede as barreiras às importações, o Brasil ocupa apenas a posição de número 92, superado pela China, Paraguai, Chile, Uruguai, Rússia, Bolívia e Venezuela. Já a Argentina vem na posição de número 96. A liderança no ranking é de Hong Kong e Cingapura, que praticamente não aplicam tarifas de importação. A Suíça vem na terceira colocação, seguida por Turquia, Papua Nova Guiné. Os americanos estão apenas na 11ª colocação, enquanto a UE ocupa a 21º lugar no ranking. Em termos de política comercial, o Banco Mundial destaca que "o regime tarifário brasileiro é mais protecionista que a média da América Latina ou dos países de renda média no mundo". Segundo avaliação, a média tarifária é de 8,7% e a tarifa mais alta é de 35%, considerada pelo Banco como baixa. Mas no que se refere à média da tarifa aplicada, a taxa chega a 12,2%, acima da média regional. Outro problema são as barreiras não tarifárias, que afetam 46,1% das linhas tarifárias. Na América Latina, essas medidas afetam apenas 35% dos produtos. Segundo o Banco Mundial, portanto, ao avaliar toda a política comercial brasileira, a constatação é de que setores ainda contam com a proteção criada pelo estado. O Banco Mundial admite que o Brasil vem liberalizando seu setor de serviços, como telecomunicações, serviços financeiros e a portos e aeroportos.

Hit By Fuel Price, Which Way Will Motorists Turn?

By REUTERS
Published: June 17, 2008
Filed at 8:13 p.m. ET
LONDON (Reuters) - With oil prices near $140 a barrel, motorists are starting to look seriously at both alternative fuels and electric vehicles as a way to be able to keep driving their cars.
But experts say it will take five to 10 years for these alternatives to take root, given the capacity challenge for an auto industry that is adding 65 million new cars a year to a fleet of 1 billion.
In the meantime, car and parts makers, oil companies and even electricity generators are left guessing which way motorists will turn and what technology will win.
"We don't know at the moment whether it's battery-based electricity technology or sustainable biofuels that will be successful," said James Smith, chairman of Shell UK Ltd, speaking at a climate change seminar hosted by Reuters.
"The strategic issues confronting us are very significant."
A range of options will emerge as motorists pick between "plug-in" electric cars, longer-range gasoline-electric "hybrids," or simply downsized, more efficient gasoline and diesel models, and as governments, worried by global warming and energy security, give more or less support for biofuels.
Hybrid vehicles, which have both a conventional internal combustion engine and electric motor and battery, are already popular. Toyota Motor Corp has sold 1.5 million Prius hybrids since 1997 and it wants hybrids to reach one tenth of its total sales by 2011.
In a hybrid, the electric battery and motor aid stop-start city driving, while the gasoline engine allows longer trips, together cutting energy use and carbon emissions.
Hybrids accounted for 3 percent of U.S. car sales in 2007. Makers absorb most of the extra $5,000 engine cost, leaving the street price only $1000 to $2000 higher.
Hybrids could be "broadly present" in the auto industry in five years, said Vlatko Vlatkovic, head of electrification research at GE, which has much to gain from widespread electrification of road transport.
Paul Nieuwenhuis, automotive researcher at Cardiff University in Wales, said that hybrids like the Prius are soon likely to be overtaken by plug-in hybrids, which will have the extra option to charge from the grid.
General Motors Corp wants its plug-in hybrid, the Chevy Volt, to reach showrooms in 2010. European brands including Mercedes, Volkswagen and BMW and Japan's Honda plan rivals.
Pure plug-in electric cars, meanwhile, have no combustion engine at all and have struggled to shake off a quirky image -- with tiny sales of fabulous cars at prohibitive prices or else economy-sized "golf carts," both with limited range.
Tesla Motors of San Carlos, California, advertises a Roadster with a top speed of 125 miles per hour (200 kmh) and a range of 220 miles. But Linda Nicholes, president of electric car pressure group "Plug in America," is still awaiting delivery two years after ordering hers at a price of
$100,000.
"We've been waiting eagerly ever since. I've been told September (2008)," said Nicholes, who is nonetheless still excited. "It's sleek, snazzy. All will be forgiven."
For those who can't wait, Monaco's privately held Venturi is marketing a 297,000 euros ($460,900) electric car with a top speed of 160 kilometres per hour (100 mph), called 'Fetish'.
"It's the pleasure to drive which will make it someone's favorite object," a spokeswoman said, explaining the name and adding it had sold five models on an expected 25-unit run.
Meanwhile, specialist car producer Think, based in Oslo, plans a run of 8,000 full electric cars in 2009 at 20,000 euros ($30,860) each.
And a Renault-Nissan alliance plans to start deploying full electric cars from 2010.
Electric car developments hinge on batteries which are light but pack enough power to travel more than 100 miles (160 km). Aggressive conversion of the global fleet to electric alternatives may take 30 years, said Charles Gassenheimer, chairman of lithium-ion battery supplier Ener1, based in Fort Lauderdale, Florida.
Alternatively, you can keep your car but switch the fuel, up to a point. Sugar-based biofuels are making serious headway against gasoline in Brazil, where nearly 90 percent of new cars have flex-fuel engines, which burn any combination of the two.
In the United States, tax breaks help biofuels made from corn supply about 2 percent of the domestic fuel mix.
But biofuels made from crops such as corn aren't the near-term replacement for gasoline, either. A finite supply of farm land has pitted them against food, inflating grain prices.
A tank of standard, U.S. corn biofuel blend, called E10, contains enough calories to sustain an adult man for 11 days. That underlines the problem of using food to make car fuel while 850 million people in the world are hungry.
Limited scope for global crop yields improvements will limit such "first generation" biofuels. Further off, sustainable biofuels which come from algae or woodchips and don't compete with food, may reach 10 percent of U.S. road fuel by 2022.
While some experts say that cars fueled by hydrogen fuel cells, which rely on the conversion of hydrogen and oxygen into water and which don't have harmful emissions, are promising, the technology is still in its infancy.
Honda Motor Co, began production on June 16 of a new fuel-cell car, the FCX Clarity, but has plans to sell only 200 in the United States and Japan in the next three years. The biggest hurdles for proliferation of hydrogen cell vehicles are a lack of fuelling stations and the high cost of development.
(Reporting by Gerard Wynn; Additional reporting by Ran Kim in Tokyo; Editing by Eddie Evans)