Rodrigo Postigo
05/01/2009
O Brasil fechou o ano de 2008 com superávit comercial (diferença entre importações e exportações) de US$ 24,735 bilhões em 2008, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado aponta uma queda de 38,2% no indicador, que em 2007 acumulou US$ 40,027 bilhões.
Segundo o ministério, mesmo com a queda no superávit, o ano passado marcou recordes históricos tanto para as exportações (US$ 197,942 bilhões) quanto para as importações (US$ 173,207 bilhões). Mesmo com o recorde, as vendas do País para o exterior ficaram 2% abaixo da meta (US$ 202 bilhões) que foi divulgada pelo governo federal em setembro.
No último mês do ano, as exportações somaram US$ 13,818 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 11,517 bilhões, garantindo assim superávit de US$ 2,301 bilhões. Na última semana de dezembro, a balança teve saldo positivo de US$ 592 milhões.
O superávit comercial de 2008 ficou um pouco acima das estimativas de analistas consultados pelo Banco Central, que projetavam saldo positivo de US$ 24 bilhões, de acordo com pesquisa divulgada na segunda-feira.
As projeções do BC indicavam um saldo positivo de US$ 23,5 bilhões em 2008. Para 2009, o Banco Central estima saldo comercial positivo de US$ 14 bilhões.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Superávit comercial brasileiro cai 38,2% em 2008
Projetos contra crise são prioridade em 2009
DCI / Patrícia Acioli
05/01/2009
Projetos que dão mais segurança para as empresas no atual momento de incerteza por causa da crise econômica passaram a ocupar o topo da agenda de prioridades do governo federal em relação às propostas que serão votadas pelo Congresso este ano.
Para 2009, o governo decidiu defender prioritariamente as propostas de aperfeiçoamento das agências reguladoras e do sistema de concorrência, que podem criar um ambiente mais seguro para os negócios, assim como privilegiar o projeto que cria o cadastro positivo (que pode ajudar a baixar os juros).
Outros projetos que seriam prioritários, como as reformas tributária e trabalhista, foram postos em segundo plano ou esquecidos, em favor de medidas mais imediatas contra a crise. A mudança no sistema de tributos não encabeça a lista das propostas prioritárias para 2009. A reforma trabalhista sequer foi incluída na relação de mudanças para melhora do ambiente de negócios.
Entre as matérias que o governo deverá trabalhar para ver aprovadas este ano destacam-se também a criação do Fundo de Catástrofe de Seguro Rural e do Fundo de Proteção ao Consumidor de Seguros, Capitalização e Previdência Aberta. Em comum, as propostas compartilham a autoria do Executivo e o fato de terem tramitado na Câmara dos Deputados em 2008.
Segundo o relatório de acompanhamento de atividades do governo federal, essas medidas são consideradas fundamentais para o enfrentamento da crise e o desenvolvimento do País. Com a aprovação do PL 337/04, das agências reguladoras, por exemplo, o governo espera conseguir estabilidade para reduzir custos de transação e melhorar ambiente de investimentos. "Os contratos de gestão entre o setor público e o privado não funcionam, por isso os investidores esperam que as agências se tornem mais independentes", conta Nelson Lacerda, tributarista do escritório Lacerda & Lacerda.
Mercado interno atenuará desaceleração este ano, diz FGV
Agência Estado
05/01/2009
O mercado doméstico vai atenuar a desaceleração da economia prevista para este ano. Executivos de indústrias dedicadas ao mercado interno estão bem mais otimistas com 2009 do que os exportadores.
Essa é uma das principais conclusões de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para medir o humor e as expectativas dos industriais. De acordo com a sondagem, a confiança nos negócios para os próximos seis meses dos industriais especializados no mercado doméstico reduziu-se de forma moderada em novembro, enquanto a queda na confiança dos empresários dedicados à exportação foi bem maior.
Segundo a pesquisa, 31% das 137 indústrias voltadas para o mercado interno trabalhavam, em novembro, com cenário melhor para os negócios até maio. Enquanto isso, só 3% das 68 empresas exportadoras estavam otimistas e 22% das 1.112 indústrias como um todo tinham a mesma expectativa.
Entre os empresários especializados no mercado doméstico, os mais otimistas são os fabricantes de cimento, embalagens metálicas, papel e artefatos para uso pessoal, produtos farmacêuticos e confecção e peças interiores do vestuário.
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5.1.09
Marcadores: Exportação, indústria
Exportador terá que ter 'imaginação' em 2009, diz governo
Terra / Laryssa Borges
05/01/2009
Diante da crise financeira mundial, o exportador brasileiro terá de ter "imaginação" para conseguir manter bons níveis comerciais. A avaliação é do secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral. De acordo com ele, para driblar os efeitos da crise, os empresários terão de buscar diversificar ainda mais seus mercados, com foco principalmente nos países em desenvolvimento. Para ele, a parte do governo será trabalhar em políticas de redução dos custos de logística e de carga tributária.
"2009 vai ser um ano difícil, principalmente para os países desenvolvidos, e o exportador brasileiro terá que ter imaginação para diversificar exportações, ganhar mercado, porque reconquistá-los é difícil, e o governo terá que atuar para ganhar competitividade", afirmou Barral. "As melhores opções para o exportador brasileiro são continuar o processo de exportação, principalmente para países em desenvolvimento, que manteriam algum tipo de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)", avalia o secretário.
O Brasil fechou o ano de 2008 com superávit comercial (diferença entre importações e exportações) de US$ 24,735 bilhões em 2008, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento. O resultado aponta uma queda de 38,2% no indicador, que em 2007 acumulou US$ 40,027 bilhões.
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5.1.09
Marcadores: Exportação
Economia japonesa piora, diz o Governo do país
EFE
05/01/2009
O ministro japonês de Finanças, Shoichi Nakagawa, assegurou hoje que a segunda economia do mundo "está piorando" por causa da crise global, que provocou uma queda das exportações, produção e consumo no Japão.
Nakagawa discursou na abertura de sessões da Dieta (Parlamento), de 150 dias de duração, que terá como principal incumbência o debate e aprovação do orçamento adicional para 2008 e o ordinário de 2009.
O projeto governamental de orçamento para o ano fiscal 2009, que vai terminar em março de 2010, representa um recorde de 88,55 trilhões de ienes (cerca de US$ 975 bilhões) e inclui medidas contra a crise econômica.
Previamente, o Governo de Taro Aso quer aprovar o orçamento adicional para este ano fiscal, que termina em março deste ano e chega a 4,79 trilhões de ienes (US$ 52,075 bilhões).
Esse orçamento inclui um controvertido plano para devolver dinheiro vivo aos contribuintes, por um total de dois trilhões de ienes (US$ 21,675 bilhões), que foi inclusive contestado por membros do partido governamental PLD e rejeitado frontalmente pela oposição.
Na primeira sessão da Dieta, aberta com pompa pelo imperador Akihito, discursou o ministro das Finanças, que defendeu uma rápida aprovação das iniciativas econômicas perante a seriedade da crise.
"A economia do Japão se viu negativamente afetada por esta crise e está piorando, com queda nas exportações e na produção, e um desabe do consumo", apontou Nakagawa.
"Os mercados financeiros de todo o mundo estão imersos em uma crise que só acontece a cada cem anos e, devido a isso, estamos vendo uma recessão econômica em escala global", acrescentou.
Brazil’s Currency Falls as Trade Surplus Narrows
By BLOOMBERG NEWS
Published: January 2, 2009
Brazil’s currency fell as the country’s trade surplus narrowed to a six-year low in 2008, propelled by a deepening economic slowdown that curbed demand for exports. The currency, the real, declined 0.1 percent, to 2.3176 per dollar from 2.3145 on Wednesday. It fell 23 percent last year. Brazil’s surplus shrank to $24.7 billion from $40 billion in 2007, the trade ministry said in a report on its Web site. It was the smallest surplus since a $13.1 billion reading in 2002. “Brazil is probably going to have a weak trade balance,” said Pedro Tuesta, an economist at 4Cast in Washington. The yield on Brazil’s overnight futures contract for January 2010 was little changed at 12.16 percent.
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5.1.09
Marcadores: Internacionais sobre o Brasil
Argentine Car Sales Probably Fell in December: Week Ahead
By Eliana Raszewski
Jan. 5 (Bloomberg) -- Argentina’s automobile sales probably continued to decline in December as a global financial crisis undermined exports and discouraged domestic sales.
Sales have been falling month over month since August, said Horacio Delorenzi, general director of the Buenos Aires-based Argentine Chamber of Car Dealers.
“People are waiting to see what will happen with this crisis,” said Delorenzi in a telephone interview. “If the crisis doesn’t ease, our sales will suffer even further.”
Car dealers in November sold 35,617 units, the fewest since December 2005, according to the country’s Automakers Chamber. The chamber will release December’s figures tomorrow after 12 p.m. New York time.
President Cristina Fernandez de Kirchner on Dec. 4 announced a $1 billion credit program to help consumers buy about 100,000 cars as part of a plan to reverse the slowdown of the automobile industry.
“We have to wait and see the results of this government plan,” said Nicolas Todesca, an economist at Delphos Investment research company in Buenos Aires. “The industry is also suffering from a decline in exports, as Brazil, which has come to a standstill, is our main partner and buys most of our output.”
Markets Last Week
Last week, the yield on Argentina’s benchmark 8.28 percent dollar bonds due in 2033 fell 191 basis points, or 1.91 percentage points, to 17.23 percent, according to Bloomberg data. The bond’s price rose 7.5 cents on the dollar to 58 cents.
The Buenos Aires benchmark stock index Merval rose 8 percent to 1143.33. Socotherm Americas SA (STHE AF), an oil and gas pipe-coating company, rose 25.3 percent while Cresud SACIF y A (CRES AF), which farms soybeans and other crops and leases out farmland, fell 0.65 percent.
The following is a list of events in Argentina this week:
Event Date
Automobile Sales 6
Tax Revenue 6
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5.1.09
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Obama e Pelosi debaterão pacote econômico hoje, diz jornal
EFE
02/01/2009
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se reunirá hoje com a presidente da Câmara de Representantes, a também democrata Nancy Pelosi, para analisar seu programa de estímulo à economia, informa hoje o jornal "The Washington Post".
Em uma reportagem em seu site, a publicação, que cita fontes não identificadas, diz que Obama e Pelosi discutirão o tamanho do pacote e a agenda para sua aprovação.
O presidente eleito disse levar esse plano adiante será sua prioridade assim que tomar posse, em 20 de janeiro, ao passo que Pelosi afirmou que quer tê-lo pronto até essa data.
No entanto, é pouco provável que isso aconteça, dada a preocupação dos republicanos e dos democratas moderados com o impacto de gastos extraordinários sobre o déficit fiscal.
Os legisladores cogitam aprovar um pacote de até US$ 775 bilhões, diz o "Washington Post", segundo o qual esses recursos seriam usados em projetos de infra-estrutura, incentivos fiscais e ajudas aos estados.
Na quarta-feira da semana que vem, começarão as audiências no Congresso sobre o tema, das quais participarão especialistas como Martin Feldstein, professor da Universidade de Harvard; Mark Zandi, economista-chefe da "Moodys.com", e Maria Zuber, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Demanda por grandes empréstimos cresce 8,3%
Agência Estado
02/01/2009
Por causa do agravamento da crise internacional de crédito, a partir de setembro do ano passado, o mercado bancário brasileiro passou a ser fonte de grandes empréstimos para as empresas nacionais. Dados do Banco Central (BC) mostram um aumento significativo no volume de financiamentos superiores a R$ 10 milhões contratados por pessoas jurídicas. O crescimento vinha ocorrendo ao longo do ano passado, ante o fechamento do mercado de capitais brasileiro, mas se acelerou fortemente em setembro e outubro de 2008, quando as linhas de crédito internacional secaram.
Os empréstimos acima de R$ 10 milhões para as empresas tiveram crescimento de 8,3% em outubro em relação a setembro, segundo os últimos dados disponíveis do BC. Perto do crescimento médio, de 2,9%, o movimento é relevante. Já os financiamentos de até R$ 100 mil para as empresas cresceram 1,7% e os de valores de R$ 100 mil a R$ 10 milhões, 0,8%. Em setembro, os empréstimos de maior valor já haviam crescido 7,9%. "Isso está associado à migração das grandes empresas para o mercado bancário doméstico, já que o mercado externo está fechado", confirma o economista da Tendências Consultoria Bruno Rocha. "E explica por que o crédito para pessoa jurídica continua crescendo nos mesmos patamares, enquanto para a pessoa física vem cedendo."
No segmento pessoa jurídica, os empréstimos de curtíssimo prazo (até 180 dias) e os de longo prazo (acima de três anos) foram os que mais cresceram em outubro, com altas de, respectivamente, 5,1% e 6,9%. Em valores nominais, os empréstimos de curtíssimo prazo, que têm maior representatividade no total de crédito às empresas, tiveram expansão maior: R$ 13,5 bilhões, ante R$ 8,2 bilhões dos de longo prazo. Os financiamentos de curto prazo (de seis meses a um ano) recuaram 1,4%, os de médio prazo (de um a três anos) subiram 2,6% e os de prazo indeterminado ficaram estáveis.
Commodities têm a maior queda da história em 2008
Folha de S.Paulo
02/01/2009
O ano passado fechou como o pior em mais de meio século para o mercado de commodities. O índice CRB Reuters-Jefferies, que estreou em 1956, fechou 2008 com recuo de 39%, declínio recorde para o período de janeiro a dezembro.
O S&P GSCI, outro índice usado como referência desde a sua origem, em 1971, registrou queda de pouco mais de 48%.
O ano passado foi um período de altas e baixas extraordinárias para as commodities. Teve preços recordes para petróleo (o barril chegou a US$ 147 em Nova York em julho), ouro, cobre e alumínio, num movimento de ascensão de seis anos que alcançou o seu auge em 2008. Em contrapartida, no segundo semestre, as baixas foram intensas, o que minou o desempenho dos índices que acompanham as matérias-primas.
O barril de petróleo em Nova York havia terminado 2007 cotado a US$ 95,98. Ontem, o pregão da Bolsa mercantil fechou a US$ 44,60. No dia, a valorização foi de 14% em relação ao pregão anterior, por conta do anúncio da Rússia de que vai parar de fornecer gás para a Ucrânia a partir de hoje. No ano, a queda foi de 53,5%.
Com apenas algumas raras exceções, como o ouro, as commodities encerraram o ano em retração desordenada, em decorrência da crise financeira mundial, provocada pelo aperto no crédito que vem levando os países mais ricos à recessão. Em Londres, o preço do metal subiu 3,8% em 2008, puxado pela expectativa de enfraquecimento do dólar.
O crédito restrito teve um impacto direto nas commodities. Os bancos de investimento limitaram radicalmente os recursos para os fundos de hedge.
Sem esse dinheiro, os fundos reduziram fortemente as previsões de que os preços continuariam subindo nos contratos de longo prazo, o que se refletiu de imediato nos vencimentos mais próximos.
Dois dos maiores fatores de sustentação dos mercados de commodities desapareceram ao longo de 2008. Primeiro, a esperança de que se experimentava uma alta única na história, descrita por analistas como um "superciclo", por causa da demanda ascendente dos países emergentes.
Depois, a ideia de que a China -o maior deles- se "descolaria" do restante da economia global. Os chineses não ficaram imunes aos efeitos da crise global de crédito. O país asiático continuará a crescer, sim, mas não na mesma proporção de temporadas anteriores.
BC da Argentina prevê que país crescerá 4% em 2009
BC admite que país 'não estará isento do impacto da crise mundial'. Estimativa é que inflação seja de 7% em 2009.
Agência Estado
02/01/2009
O Banco Central (BC) da Argentina anunciou que prevê que a economia do país crescerá 4% neste ano. Em 2008, segundo indicam dados preliminares, o Produto Interno Bruto (PIB) teria crescido 7,5%. O BC admite que a Argentina "não estará isenta do impacto da crise mundial". No entanto, os economistas em Buenos Aires - e também no exterior - encaram este ano de forma mais pessimista. As previsões oscilam entre quedas de até 2% do PIB e altas de, no máximo, 2%. Segundo o BC, as exportações argentinas em 2009 alcançarão a marca de US$ 69 milhões. O BC também informou que calcula que a inflação argentina em 2009 será de 7%. Entretanto, os economistas independentes estimam que a inflação será pelo menos o dobro do índice previsto pela entidade financeira.
Wall Street's Final '08 Toll: $6.9 Trillion Wiped Out
Racked by Crisis, Markets End Year on Slight Upswing
By Renae Merle
Washington Post Staff Writer
Thursday, January 1, 2009; Page A01
After months of tortuous trading, Wall Street rang out its worst year since the Great Depression yesterday, leaving shareholders $6.9 trillion the poorer.
It hardly mattered that the market finished the last day of the year with a modest gain.
The losses in 2008 were so broad and deep that every sector in the Standard & Poor's 500-stock index took a double-digit hit, and the financial sector lost more than half of its value. The Dow Jones industrial average, an index of 30 blue-chip stocks, and the S&P, a broader index watched by market professionals, were down 34 percent and 38 percent, respectively, their deepest losses since the 1930s. The tech-heavy Nasdaq composite index was down 41 percent, its worst year since the exchange was created in 1971.
Overseas, the year was just as dismal. In Germany, stocks were down 40 percent, in Japan, 42 percent, in Brazil, 41 percent. Taken together, all of the world's stocks lost 48 percent last year.
Traders endured unprecedented turmoil last year as Lehman Brothers, an icon of the financial industry, teetered then collapsed, while other firms were saved by government intervention or disappeared into the arms of competitors. By the end of 2008, the Dow had set new records for its three largest single-day point gains and two steepest point losses after swinging hundreds of points an hour during some sessions.
Investors now have turned from the wreckage of the past year to focus on the prospects for President-elect Barack Obama's proposed stimulus package to revive the economy, analysts said. The Dow closed yesterday up 1.3 percent, or 108 points, at 8776.39, while the S&P climbed 1.4 percent, or 12.61 points, to close at 903.25. The Nasdaq was up 1.7 percent, or 26.33 points, at 1577.03.
The year ended with relatively positive economic news, though analysts said it will have limited impact. The Labor Department said jobless claims fell by 94,000 last week to a seasonally adjusted 492,000, a bigger drop than expected, but unemployment remains historically high. And rates for a 30-year, fixed-rate mortgage fell to 5.1 percent this week from 5.14 percent the week before -- the lowest since Freddie Mac began tracking that data in 1971. But the housing market remains weak and home values have plummeted.
With the economy expected to sour further during the first half of the year and poor corporate earnings likely to pile up as businesses account for the losses from the financial crisis and housing downturn, a stock market recovery will be bumpy, analysts said.
It has traditionally taken about five years for stocks to recover from a "mega-meltdown," said Sam Stovall, chief investment strategist for Standard & Poor's Equity Research. If the S&P does not revisit the low levels it reached in November, it could gain 15 percent in 2009, making a dent in 2008's losses, he said.
But "if we find the recession is deeper and longer than we currently expect, if there are more financial land mines that are unanticipated, there is no guarantee" stocks will not collapse again, Stovall said.
The market's volatility spilled into traditionally stable parts of the economy, increasing demand for government bonds, for example. The yield for one-month Treasury bills started at about 2.6 percent in 2008, but unprecedented demand pushed it into negative territory before it finished at 0.01 percent yesterday. The smaller yields mean that investors were willing to earn little on the bonds, and when the yields plunged into the red, do without any return and pay the Treasury Department to keep their money safe from market turbulence.
Investors' skittishness could also be seen in the market for crude oil. After surging to $147 a barrel in the summer, prices began a precipitous slide as economic concerns spread and demand dropped. The price climbed 14 percent to $44.60 a barrel on the New York Mercantile Exchange yesterday, but has fallen about 70 percent from its peak and finished down about 50 percent for the year.
The fall in crude was faster and deeper than expected, analysts said, and prices could still plummet to $25 a barrel if economic conditions get worse than expected.
"This is a year that people will go back and look back and study for the next 100 years," said Phil Flynn, oil analyst at Alaron Trading in Chicago.
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2.1.09
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Emerging-Market Stocks Sink in 2008, May Rebound on BRICs Rally
By Fabio Alves
Jan. 1 (Bloomberg) -- Emerging-market stocks fell the most ever last year and investors are looking for Brazil, Russia, India and China to lead a reversal in 2009.
The global economic slowdown and slump in commodity prices sent the MSCI Emerging Markets Index tumbling 54 percent in 2008, compared with a 38 percent drop in the Standard & Poor’s 500 Index and a 42 percent loss in the MSCI World Index. Developing- nation stocks are trading near their cheapest levels in a decade.
Mark Mobius at Templeton Asset Management Ltd. and Uri Landesman at ING Groep NV are snapping up stocks of the so-called BRICs on speculation global infrastructure spending and interest- rate cuts will help the economies avoid the recessions hurting developed nations.
“Global rate cuts and stimulus plans are going to drive consumption, which most likely will be spent in infrastructure, thus boosting stocks of materials and energy producers of countries like Brazil and Russia,” said Landesman, who oversees $2.5 billion at ING’s asset management unit in New York.
The 746 companies in the MSCI Emerging Markets Index now trade at 8.5 times earnings, up from 6.1 times on Dec. 4, the cheapest in a decade.
The MSCI BRIC Index lost 58 percent last year after demand for oil, steel, iron-ore, soybeans and other raw materials waned. BRIC is an acronym coined by Goldman Sachs Group Inc. in 2001 to encompass the four emerging markets it predicted would join the U.S. and Japan as the world’s biggest economies by 2050.
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2.1.09
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Crisis Puts an End to Americas' Bull Run
JANUARY 2, 2009
Wall Street Journal
By ANTONIO REGALADO
Investors began 2008 thinking stocks in Latin American might outperform those in other parts of the world again. And the region's indexes did remain steady or even rose through midyear.
But by year end, Latin America had been hammered along with everyone else, ending the region's five-year run of bull markets and big trade surpluses.
Morgan Stanley's weighted index of regional stocks, the MSCI Latin America Index, sank 53% in U.S. dollar terms, a big reversal from 2007's 47% rise, which followed the 39% jump of 2006.
Slumping prices for oil, metals and foodstuffs hit such blue chips as Brazil's Petróleo Brasileiro SA, whose local listing fell 48%. The devaluation of the Mexican peso left half a dozen companies in Mexico near bankruptcy due to bad currency trades. Growth in domestic demand for goods and services slowed sharply throughout the region as the year wound down.
U.S. and other foreign institutional investors fueled the selloff, pulling $13.4 billion out of shares of companies traded on Brazil's Bovespa through November. In Brazil, Latin America's largest economy, the benchmark Bovespa stock index shed 54.8% in U.S. dollar terms.
North of the U.S. border, Canada's stock market held up well through the middle of 2008, buoyed by high commodity prices, but it too succumbed to the global downdraft. The TSX/S&P Composite Index, Canada's benchmark index, finished down 35%. It is dominated by stocks in the energy and materials sectors, whose prices tumbled in the second half of the year.
Some of Canada's big winners early in the year -- such as fertilizer giant Potash Corp. of Saskatchewan -- took the hardest hits; its stock price ended the year down 38%. The Canadian dollar also swooned, weakening 18% against the U.S. dollar, which would have magnified losses for U.S. investors in Canadian stocks, since the shares would be worth even less in U.S. dollar terms.
Few Latin American shares managed to end higher. Mexican discount chain Grupo Elektra SA, rose nearly 80% on expansion of sales at its discount stores, which began offering inexpensive automobiles made in China, making it by far the biggest gainer in Mexico's benchmark IPC index.
The worst-performing stock in Mexico, down almost 90%, was No. 3 retailer Controladora Commercial Mexicana SAB, which sought bankruptcy protection after posting a loss of $2.5 billion in currency trades.
Mexico's IPC index fell 39.8% in dollar terms, after the 11% rise of 2007.
In Brazil, only 10 of the 66 shares comprising the Bovespa index advanced. The worst performer among index members was housing developer Rossi Residencial SA, down 83% as a local housing boom stalled.
The region now faces its sharpest downturn in economic growth since 1983, according to Morgan Stanley chief Latin America economist Gray Newman. In December, Morgan Stanley began predicting that Latin America's economic output would contract 0.4% in 2009, led by reversals in Mexico and Argentina.
Economic growth in Mexico slowed sharply in 2008, to an estimated 1.8% from 3.2% a year earlier. Analysts expect economic contraction and weak stock performance in 2009, as Mexico's economy historically lags behind the U.S. by about six months.
Brazil was hit by a sharp devaluation of the real, while falling commodity prices decimated shares of steel, oil and minerals companies. Iron miner Cia. Vale do Rio Doce fell more than 60% from its peak in June as demand from Chinese steelmakers ebbed.
Brazil's gross domestic product rose 5.5%, but economic growth slowed in the last quarter. Auto makers shuttered assembly lines, and a historic expansion in consumer credit showed signs of slowing. Itaú Holding Financeira SA bought União de Bancos Brasileiros SA, known as Unibanco, forming the South America's largest bank.
José Arturo Tobias, chief equity analyst at Bulltick Capital Markets, a boutique investment bank in Miami focused on the region, says economic uncertainty in the coming year, with early quarters of economic contraction and poor earnings, means investors will focus on individual stocks, not countries or sectors. "Look for repricing of companies that are very depressed now, but which have good margins," he says, citing soda bottlers and brewers, or natural monopolies like airport operators or telecommunications companies with consistent cash flow.
Latin America's populist governments could face deepening troubles in 2009. In Venezuela, economic output and government revenue slowed sharply when oil prices fell, as oil accounts for 90% of exports. President Hugo Chávez is expected to devalue Venezuela's currency 30% to 40% in order to maintain domestic spending programs, according to Bulltick Capital Markets.
Argentina also embarked on market-unfriendly moves, boosting government revenue by taking control of private pension funds and raising taxes on agricultural exports. Protesting farmers blocked highways throughout the year. Argentinians began withdrawing money from private bank accounts, fearing government seizure.
Despite stock-market losses, Latin America claimed an important victory as countries avoided the economic meltdowns that have accompanied past economic crises. While the region may enter recession along with other regions of the globe, it has largely avoided massive currencies devaluations, government debt defaults and loss of investor confidence. This time, central banks reacted to crisis by raising interest rates on inflation concerns and tapping record dollar reserves to manage exchange rates.
Only one country, Ecuador, defaulted on its international debt. But both Brazil and Peru gained investment-grade status for their sovereign debt. Peru should repeat as the region's fastest growing economy, though growth is expected to slip to 5% from 10%. The general index of the Lima stock exchange fell 61.5% in dollar terms.
—Joanna Slater contributed to this article.
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Déficit comercial do Uruguai triplica em 2008, até outubro
EFE
31/12/2008
O déficit comercial do Uruguai se multiplicou por três nos dez primeiros meses de 2008 em relação com o mesmo período do ano passado, informou nesta terça-feira o Banco Central Uruguaio (BCU).
Segundo os números divulgados pela entidade, entre janeiro e outubro as exportações do Uruguai somaram US$ 5,129 bilhões e as importações US$ 7,67 bilhões.
O déficit da balança comercial uruguaia nos dez primeiros meses do ano totalizou US$ 2,541 bilhões US$ 836 milhões do ano passado, acrescentou.
No mês de outubro as exportações do Uruguai alcançaram os US$ 529 milhões e as importações chegaram a US$ 836 milhões.
Nova medida pode destinar mais R$ 36 bi para o crédito
Folha de S.Paulo / Ney Hayashi da Cruz
31/12/2008
O governo anunciou ontem novas medidas para tentar estimular os bancos a aumentar a oferta de financiamentos no país. A mudança atinge a metodologia usada para o cálculo do patrimônio mínimo que as instituições financeiras precisam ter para garantir suas operações de crédito. Estima-se que, com a alteração, o limite máximo que os bancos podem destinar para a concessão de empréstimos aumente em cerca de R$ 36 bilhões.
A mudança foi decidida ontem pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), colegiado formado pelo presidente do Banco Central e pelos ministros da Fazenda e do Planejamento. Pelas regras em vigor atualmente, os bancos podem emprestar para seus clientes um valor correspondente a até oito vezes o seu patrimônio. Ou seja, quem tem um patrimônio de R$ 1 milhão pode usar até R$ 8 milhões, aproximadamente, em empréstimos.
Essa exigência continua valendo, mas a maneira como se calcula esse patrimônio foi alterada. A partir de agora, os bancos não precisarão mais descontar de seu patrimônio o valor das provisões feitas periodicamente para enfrentar eventuais calotes.
Para cada empréstimo liberado por um banco, é feita uma provisão, ou seja, uma certa quantidade de dinheiro é reservada e guardada pela instituição financeira para cobrir um possível prejuízo que possa ocorrer caso esse empréstimo não seja pago.
Na prática, é como se o banco se antecipasse a um prejuízo que possa ocorrer no futuro. Pelas regras que valiam até ontem, provisões de valor elevado deveriam ser descontadas do patrimônio da instituição financeira.
Ou seja, quanto maior a provisão feita pelo banco, menor seu patrimônio e, conseqüentemente, menor sua capacidade de conceder empréstimos. A partir de hoje, esse desconto não precisará mais ser feito, e, com isso, grandes provisões feitas pelos bancos deixarão de afetar sua capacidade de emprestar para seus clientes.
Vendas caem 1,5% na semana do Natal nos EUA
AFP
31/12/2008
As vendas das redes de lojas caíram 1,5% na semana encerrada em 27 de dezembro, na comparação com a semana anterior, o que constituiu uma temporada de festas de fim de ano muito ruim, anunciou nesta terça-feira a Associação Internacional de Centros Comerciais dos Estados Unidos (ICSC).
As vendas haviam aumentado 2,6% na semana encerrada em 20 de dezembro, após um aumento de 0,6% na semana anterior. Em termos anuais, as vendas da semana encerrada em 27 de dezembro caíram 1,8%, contra uma queda de 0,6% uma semana antes.
Vendas do comércio varejista do Rio crescem 5% no Natal
Agência Brasil
31/12/2008
As vendas do comércio varejista na cidade do Rio de Janeiro registraram aumento de 5% no Natal deste ano, em relação ao mesmo período de 2007, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio (CDL-Rio).
Embora o resultado tenha ficado bastante abaixo do observado no ano passado, quando o avanço nas vendas alcançou 13%, o número de 2008 foi avaliado como positivo pelo presidente do CDL, Aldo Gonçalves.
"Considerando que o Natal de 2007 foi o melhor da última década, o resultado deste ano foi bom, era natural que o percentual diminuísse", afirmou.
Brazil Real Rises on Bets Governments to Boost Economic Growth
By Adriana Brasileiro and Joao Oliveira
Dec. 30 (Bloomberg) -- Brazil’s real rose, paring the first yearly loss since 2002, on speculation governments around the world will continue to take measures to boost economic growth, benefiting exporting nations.
The currency climbed 3.6 percent to 2.3130 per U.S. dollar at 12:43 p.m. New York time, from 2.3972 yesterday. The advance, the biggest since Dec. 11, pared an 18 percent decline in the past three months as gains in global stocks stoked investor appetite for riskier assets.
“Brazil hasn’t lost its positive fundamentals amid the crisis, so investors come to our markets when there’s good news abroad,” Reginaldo Galhardo, a currency-trading manager at Treviso Corretora de Cambio in Sao Paulo, said in an interview with Bloomberg Television.
Stocks in the U.S., Europe and Asia climbed after the U.S. Treasury pledged $6 billion to support GMAC LLC, the financing arm of General Motors Corp., in an effort to keep the largest U.S. automaker out of bankruptcy.
Today’s gain won’t prevent the real from posting its first annual loss since falling 35 percent in 2002. The real has declined 24 percent this year, after rising 20 percent in 2007.
The central bank tapped into its record international reserves this year to support the currency. It spent $9.8 billion of foreign reserves in the spot market from September through Dec. 18, according to central bank data. All actions by Brazil’s central bank in the foreign exchange market to boost the real and improve credit conditions, including derivatives transactions and lending of reserves, reached $53.4 billion from Sept. 19 through Dec. 16, the central bank said.
Nine-Year High
Brazil’s currency rose to a nine-year high of 1.5545 per dollar on Aug. 1 as soaring commodity prices and the highest inflation-adjusted interest rate in the world flooded the currency market with dollars. The real slumped 33 percent since then as the international credit crisis damped economic growth, pushing commodity prices lower, and reduced financial investments in emerging markets.
Economists forecast the real will recover in 2009, ending the year at 2.25 per dollar, according to a weekly central bank survey of about 100 financial institutions published yesterday.
Brazil’s central bank bought $530 million worth of reais in the currency market today. The purchase includes an agreement to sell the reais back to the market on April 1 at a rate of 2.416464 per U.S. dollar, the bank said in a statement.
The bank also bought reais in the spot market in a separate auction at a rate of 2.3290 per dollar.
The yield on Brazil’s overnight futures contract for January 2010 fell 11 basis points, or 0.11 percentage point, to 12.21 percent. The yield on the government’s zero-coupon local- currency bonds due January 2010 fell 15 basis points to 12.26 percent.
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Agência de Notícias
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31.12.08
Marcadores: Internacionais sobre o Brasil
‘Original Sin’ Returns as Emerging Markets Plan Bonds (Update1)
By Lester Pimentel
Dec. 31 (Bloomberg) -- Developing nations plan to sell the most dollar-denominated bonds since 2005, reversing a shift into local debt, as commodities prices fall, foreign reserves diminish and emerging-market currencies weaken.
International sales may rise 68 percent to $65 billion next year, according to estimates by ING Groep NV. Mexico raised $2 billion in a Dec. 18 offering. Peru’s Finance Minister Luis Valdivieso met with investors in New York, Boston, London and Madrid this month to drum up interest for the country’s first foreign sale in almost two years.
Governments are growing more dependent on international markets after the six-month drop in raw materials reduced earnings from exports and caused budget deficits to widen. Dollar borrowing will increase foreign-exchange risk, a pattern that led countries across Latin America to default in the 1980s, said Ricardo Hausmann, director of the Center for International Development at Harvard University in Cambridge, Massachusetts.
“Countries will be forced to issue in dollars,” said Hausmann, a former Venezuelan planning minister who called developing nations’ reliance on foreign markets the “original sin” in a 1998 article in Foreign Policy magazine. “Debt structures will deteriorate again.”
Dollar bond sales fell 43 percent in the past three years from $68 billion in 2005 as a 134 percent surge in commodities, as measured by the UBS Bloomberg CMCI Index, helped countries repay foreign obligations, according to Amsterdam-based ING. Local-currency debt offerings rose 23 percent annually since 2005, according to the Bank for International Settlements in Basel, Switzerland.
Declining Reserves
Colombia moved 71 percent of its debt into peso-based securities, up from 48 percent in 2002, according to Finance Ministry data. Eighty percent of Mexico’s obligations were in pesos in 2007, up from 55 percent seven years earlier, according to government figures.
The combination of slumping commodity prices since July and the worldwide credit crunch dried up dollar inflows, pushing down emerging-market currencies and draining foreign reserves. Oil, the biggest export from Mexico, Russia and Venezuela, plunged 75 percent from a record $147.27 a barrel.
Russia’s central bank used a quarter of its $598 billion of reserves in less than five months to limit the ruble’s slide against the dollar, according to Bank Rossii. Mexico’s $2 billion sale of 10-year bonds came after its central bank used $15.2 billion, or 18 percent, of foreign reserves to prop up the peso when it fell to a record low in October.
Twin Deficits
Budget needs are swelling. Russia will post its first deficit in a decade next year, Finance Minister Alexei Kudrin said Dec. 27. Mexico forecasts a shortfall equal to 1.8 percent of gross domestic product next year, a gap that UBS AG says would be the biggest since 1990. The forecast is based on an oil price estimate of $70 a barrel, 89 percent higher than today’s $37.11.
Venezuela, which gets about 90 percent of export receipts from oil, may have a deficit in the current account, the broadest measure of trade, equal to 4.3 percent of GDP in 2009 after posting a surplus of 12.5 percent of GDP this year, according to Standard & Poor’s.
“Pressures are mounting,” said David Spegel, head of emerging-market strategy at ING in New York. “Most budgets will be in deficit. They’re going to have to be financed.”
Borrowing costs in dollars rose this year as the credit squeeze triggered by $1 trillion in losses and writedowns at the world’s biggest financial companies eroded demand for all but the safest securities. Investors demanded an average 12 percent yield on emerging-market dollar bonds on Oct. 24, up from 6.92 percent on Aug. 29, according to data compiled by New York-based JPMorgan Chase & Co.
Bond Rebound
Yields on Argentine bonds due in 2033 have soared to over 22 percent from 11.2 percent four months ago after the government seized private pension funds, a move analysts said was aimed at cobbling together financing. Ukraine, Hungary and Pakistan, strapped for cash amid the crisis, reached loan agreements with the International Monetary Fund in November. Ecuador’s President Rafael Correa defaulted this month on $3.9 billion of foreign bonds, calling the debt “illegal.”
The average emerging-market yield fell back to 8.95 percent as the Federal Reserve took unprecedented steps to support the U.S. economy. The Fed cut its target interest rate for overnight loans between banks as low as zero, helping push yields on Treasuries, the benchmark for emerging-market rates, to a five- decade low.
‘Window of Opportunity’
Emerging-market local bonds have also rebounded, posting a 7.7 percent gain in dollar terms this month, as investors anticipate interest-rate cuts in Brazil, Indonesia and India, according to Merrill Lynch & Co.’s LDM Plus Index.
Gerardo Rodriguez, head of public credit at Mexico’s Finance Ministry, said in an interview Dec. 18 that he used a “window of opportunity” to sell the $2 billion of 10-year bonds at a yield of 5.98 percent.
Valdivieso, Peru’s finance minister, said Dec. 22 in Lima that meetings with investors suggested there’s demand for at least $600 million of notes. Russia is also considering an international sale, Arkady Dvorkovich, an economic adviser to President Dmitry Medvedev, said in a Dec. 24 telephone interview.
The increase in dollar bonds is unlikely to lead to a wave of defaults like those in the 1980s because developing nations have reduced spending and curbed inflation, Spegel said.
Currency Rallies
Brazil trimmed its budget deficit to the equivalent of 1.2 percent of gross domestic product from 8.8 percent a decade earlier. Inflation fell to 6.4 percent from a high of 6,821 percent in 1990.
“They are coming into the crisis in better shape,” said Igor Arsenin, an emerging-market strategist at Credit Suisse Group in New York. “Increased dollar issuance only poses a risk if we see a protracted period of global slowdown.”
This month’s rebound in emerging-market local-currency bonds left them up 0.7 percent for the year, according to Merrill’s LDM Plus index.
The bonds returned 13.9 percent in 2007 and 12.7 percent in 2006 as currencies rallied. Brazil’s real strengthened 62 percent against the dollar in the four years through 2007, the best performance among the 16 most-traded currencies, while Poland’s zloty rose 52 percent and Colombia’s peso climbed 38 percent.
‘Double Whammy’
Currency gains combined with yields of more than 10 percent in countries including Brazil, Turkey and Philippines proved irresistible to investors, said Jonathan Binder, who manages more than $2 billion of emerging-market assets at INTL Consilium LLC in Fort Lauderdale, Florida.
“It was a double whammy that was highly lucrative,” Binder said. “But it took a short time to reverse” gains, he said.
The real weakened 33 percent from a record high in August. Turkey’s lira slid 24 percent against the dollar over the same period while Hungary’s forint dropped 22 percent.
“You’ll see investor reluctance to fund locally,” said Michael Atkin, who helps oversee $12 billion of fixed-income assets as head of sovereign research at Putnam Investments in Boston. Countries may “find it much more difficult to issue locally and might find it more attractive to issue internationally,” he said.
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31.12.08
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