terça-feira, 19 de agosto de 2008

Jornal Economia em Notícia - Edição 11

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Jornal Economia em Notícia - Edição 10

Atividade econômica da Argentina cresceu 8,1% no semestre

Rodrigo Postigo
18/08/2008
A atividade econômica na Argentina registrou um crescimento de 8,1% no 1º semestre do ano em relação ao mesmo período de 2007, informou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).
Além disso, o indicador mostrou em julho um aumento anualizado de 8,5%, indicou um comunicado do organismo.
A atividade econômica aumentou 6,5% em junho com relação ao mesmo mês de 2007, mas registrou uma queda de 0,8% frente à de maio, como tinha antecipado a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, que atribuiu a diminuição ao longo conflito que houve com o campo pela pressão do Fisco.
A alta registrada em junho é a menor variação deste indicador desde abril de 2006, o que respalda o diagnóstico de analistas locais que advertiram para uma redução do ritmo da atividade econômica do país.
O relatório do Indec, denominado Estimador da Atividade Econômica, é uma antecipação provisória mensal que é usada para medir a variação trimestral do Produto Interno Bruto (PIB).
Os últimos dados disponíveis informam que o Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 8,4% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado.
O PIB argentino cresceu 8,7% em 2007, com o que somou cinco anos consecutivos de crescimento.
Para 2008, o governo projeta um crescimento do PIB de 4%, enquanto os analistas privados prevêem uma alta de 7,3%.

Brazil to Let Foreigners Invest in Pre-Salt Fields, Folha Says

By Anabela Reis
Aug. 18 (Bloomberg) -- Brazil won't restrict foreign companies from investing in new pre-salt oil fields after changes to energy legislation, Folha de S. Paulo reported, citing an unidentified minister.
Brazil doesn't plan to create a monopoly for state-owned Petroleo Brasileiro SA or nationalize new fields, the newspaper cited the minister as saying. Pre-salt deposits are located in waters as deep as 3,000 meters (9,840 feet) and beneath as much as 7,000 meters of seabed.
The government is discussing an amendment to the oil law to boost state returns from new offshore discoveries. President Inacio Lula da Silva wants to invest the additional funds in education, the newspaper said.

Com pré-sal, previsão é de que País terá reservas de 55 bilhões de barris

Gazeta Mercantil/Caderno C / Sabrina Lorenzi
18/08/2008
O pré-sal da bacia de Santos quadruplica as reservas de petróleo do Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (ABGP). Com os novos campos localizados abaixo da camada de sal na bacia que vai de Santa Catarina ao norte do Rio de Janeiro, as jazidas brasileiras passam dos 13 bilhões de barris (provados) para cerca de 55 bilhões de barris, segundo as estimativas. E até 12 bilhões de barris encontram-se em áreas sem concessão, que não foram licitadas, sendo, portanto, da União. Para uma fonte da Petrobras, as projeções são conservadoras.
"Nossa expectativa em relação ao pré-sal se aproxima dos números divulgados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo)", afirma Márcio Melo, presidente da ABGP. O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, falou em abril que apenas o campo de Carioca teria reservas de 33 bilhões. A Petrobras já divulgou que a reserva de Tupi possui de 5 a 8 bilhões de barris de óleo.
Melo citou os maiores países produtores de petróleo e gás, o que coloca a Rússia em primeiro lugar do ranking. Por esta classificação, que inclui gás natural, o Brasil ficaria em 12º lugar, mesmo com as novas reservas do pré-sal (considerando o total de 55 bilhões de barris). "Temos grande potencial mas o Brasil não é uma Arábia Saudita", avalia o representante dos geólogos.
Em palestra onde apresentou dados sobre o pré-sal, Melo comparou o maior campo de petróleo do país árabe com Tupi. Mostrou que o campo de Ghawar possui 250 quilômetros de extensão e produz 5 milhões de barris por dia. E Tupi tem 35 quilômetros, com possibilidades bem menores. "Não dá para passar disso com nosso cenário geológico (55 bilhões de barris)".
Uma fonte da Petrobras avalia que as estimativas da ABGP são conservadoras demais. Ligado à área de exploração e produção da Petrobras, o executivo citou estimativas do ex-diretor Newton Monteiro, segundo as quais o País tem, sim, reservas comparáveis às da Arábia Saudita, o maior produtor de petróleo do mundo. A fonte, que não quis se identificar, avalia que há mais petróleo nas áreas que não foram concedidas do que nos blocos já licitados, ao contrário do que estima Melo.
Pelas estimativas de Melo, realizadas pela sua consultoria HRT, de 8 bilhões de barris a 12 bilhões de barris não foi licitado no pré-sal de Santos. Se o governo criar uma estatal para administrar petróleo, então, esta empresa vai ser dona deste volume. Outros cerca de 30 bilhões já estariam nas mãos da Petrobras e suas parceiras multinacionais.
O petróleo que não foi licitado motiva o governo a procurar alternativas ao modelo atual de concessão, pelo qual as empresas são detentoras do petróleo, assumem o risco exploratório e em troca da produção pagam royalties e participações especiais. Fontes ligadas aos participantes do grupo interministerial criado para decidir o futuro do pré-sal afirmam que o Planalto já optou pelo regime de partilha com a gestão de uma estatal que não será a Petrobras. Os papéis da companhia estão em plena queda e os acionistas reclamam da criação de uma nova empresa.
"E como é que ficará a Petrobras? Foi graças à Petrobras que o Brasil está descobrindo esse petróleo e agora querem tirar isso dela", defende Melo. O especialista avalia que qualquer decisão do governo é válida, desde que seja rápida, para não afugentar investidores e não prejudicar a Petrobras. A empresa liderou perda de valor de mercado entre todas as companhias da América Latina.

Difficult Road Ahead for New Paraguay Leader

The New York Times
By ALEXEI BARRIONUEVO
Published: August 15, 2008
ASUNCIÓN, ParaguayFernando Lugo, “the bishop of the poor,” as he is known here, was sworn in Friday as president of Paraguay, promising to give land to the landless and to end entrenched corruption after six decades of one-party rule.
Despite his remarkable victory in April, the gray-bearded Mr. Lugo, a 57-year-old former Roman Catholic bishop, faces a challenging road in pursuing his agenda, knowing that the Colorado Party, which ruled Paraguay for 61 years, is still very much ingrained in politics here.
For 35 of those years, the party was dominated by one man, Gen. Alfredo Stroessner, a dictator blamed for many human rights atrocities. In the past five years it was represented by the departing president, Nicanor Duarte Frutos, who expanded an already bloated and inefficient government bureaucracy.
The election of Mr. Lugo, the ultimate outsider who spent 11 years as a priest living in the countryside working with peasant movements seeking land reform, was a dramatic break with the past for Paraguay, a landlocked country of six million that is hamstrung by inequality and rural poverty.
He was elected promising change on an ill-defined socialist platform and will now have to manage the soaring expectations of Paraguayans in what by law is a single five-year term.
Wearing a long-sleeve white shirt with no necktie or jacket, Mr. Lugo practically screamed his response on Friday while taking the oath to uphold the Constitution and Paraguay’s laws. “Yes, I swear!” he said to a raucous response.
In his 40-minute inauguration speech, he talked about the need to escape the legacy of decades of dictatorship that had “infiltrated” Paraguay’s culture. “Today marks the end of the elitist and secretive Paraguay, famous for its corruption,” Mr. Lugo told a huge crowd gathered outside Paraguay’s Congress.
He later added: “The change is not just an election question. The change in Paraguay is a cultural challenge, perhaps the most important in its history.”
His political skills still mostly untested, Mr. Lugo now faces the challenge of distinguishing his socialist goals from those of other populist leaders who have taken power in South America in recent years.
Some political analysts consider Mr. Lugo part of a wave of anti-free-market leftists that includes Presidents Hugo Chávez of Venezuela and Evo Morales of Bolivia, who have nationalized industries and redistributed wealth to the poor masses.
“This is a candidate that won the elections with almost no government program,” said José María Costa, a political columnist for Última Hora, a newspaper here. “It isn’t clear what his positions will be.”
Mr. Lugo, however, has been careful to avoid being lumped in with those other leaders, saying he admires them but considers himself a more moderate independent. In his speech on Friday he noted his admiration for Salvador Allende, the slain president of Chile, a leftist who Mr. Lugo noted “wanted to construct a better society.”
The new Paraguayan president takes over in a situation akin to what Vicente Fox encountered in Mexico in 2000 when he broke the 71-year rule of the Institutional Revolutionary Party, or PRI. Unlike Mr. Chávez, who had more freedom to operate because of crumbling political parties after he won the Venezuelan election in 1998, Mr. Fox had to contend with a resilient PRI.
“Lugo is going to have to show that he can form coalitions with the old party structure,” said Michael Shifter, a vice president of the Inter-American Dialogue, a research group in Washington. “And that is something that Fox was not able to do in Mexico. Lugo has no choice but to make deals and pursue allies to help carry out his policy agenda.”
In recent weeks, Mr. Lugo has already faced a growing wave of land invasions that his administration believes are part of a campaign led by opposition politicians to destabilize the nascent government.
Some 200 rural properties are under the threat of invasion, political analysts said. This week a group of 150 peasants destroyed about five acres of a 500-acre sunflower farm that was cultivated by a Brazilian farmer, according to Paraguayan media reports. They are occupying the farm, in San Pedro, northeast of the capital, the reports said.
Mr. Lugo has talked about giving land titles to the landless to help lift them out of poverty. And he has also spoken of the need to increase agricultural export taxes, especially on soybeans. Paraguay is the fourth largest exporter of soybeans in the world.
Mr. Shifter said that Mr. Lugo needed to gain momentum by making a major, unifying political statement rather than be dragged into the mud of Paraguayan politics.
Mr. Lugo, a member of the small Christian Democratic Party, was swept to power as part of the Patriotic Alliance for Change, an unwieldy coalition of diverse parties from the center and left, including the center-right Authentic Radical Liberal Party, Paraguay’s largest opposition party.
While the coalition may offer him a strong base of support among labor groups, some analysts have warned that it may also pull Mr. Lugo in competing directions.
One area he is likely to focus on is relations with neighboring Brazil. Mr. Lugo promised during the campaign to try to renegotiate unfavorable contract terms of the Itaipú hydroelectric dam along the two countries’ border, a winning issue with almost all Paraguayans.
Brazilian officials have not signaled a willingness to review the contracts thoroughly, but Paraguay’s long-term stability is important to Brazil.
But a bold proposal for land reform could also serve Mr. Lugo well. Paraguay, nestled between Argentina and Brazil, ranked seventh highest of 139 countries in terms of inequality in a recent United Nations Development Program study.
About 1 percent of Paraguay’s population owns 77 percent of the country’s land, Frank O. Mora, a professor of national security strategy at the National War College, said this week at a conference in Washington.
The country has struggled to shed its reputation as one of the most corrupt in Latin America. It is also one of the poorest. Some 33 percent of Paraguayans live below the poverty line, and about a million live abroad.
Mr. Lugo won in April amid growing impatience with corruption and the public perception — especially amid rising unemployment in Paraguay’s cities — that the Colorados helped themselves to the country’s wealth to the exclusion of average Paraguayans.
For a time, it was not clear that Mr. Lugo would be allowed to make the transition from priest to politician. The Paraguayan Constitution prohibits church officials of any denomination from being elected president, so Mr. Lugo resigned his position as bishop in December 2006. The Vatican initially refused to accept his resignation and considered him only suspended.
Last month Pope Benedict XVI gave him permission to resign as bishop.

Diretor paraguaio de Itaipu anuncia acordo com Brasil

Paraguai quer que Brasil pague mais pelo excedente energético produzido.Conteúdo do acordo deverá ser divulgado na segunda-feira (18).
Efe
18/08/2008
O diretor designado em Assunção da hidroelétrica de Itaipu, Carlos Mateo Balmelli, anunciou neste domingo (17) que assinou com o futuro chefe do Brasil na usina, Jorge Samek, um acordo sobre as reivindicações do Paraguai.
"Estamos avançando, demos já passos importantes para o Paraguai", expressou Mateo Balmellí após referendar o documento nos escritórios de Itaipu na capital paraguaia, este fim de semana, segundo um comunicado da Assessoria de Comunicação da hidroelétrica.
O conteúdo do acordo, segundo o diretor será divulgado de forma detalhada na segunda-feira (18) em Assunção, durante um ato em que Mateo Balmelli assumirá oficialmente o cargo.
Mateo afirmo que o pacto visa "encaminhar as tão complicadas reivindicações para o país, com o objetivo de receber maiores lucros e de que a energia produzida por Itaipu possa chegar a todos os paraguaios."
O novo governo do Paraguai, presidido desde sexta-feira (15) pelo ex-bispo Fernando Lugo, reivindicou em 1º de agosto que o Brasil pague mais pelo excedente enérgico produzido pela parte paraguaia da usina, que os dois países compartilham no Rio Paraná.

Empréstimo bancário para empresas cresceu 30% no primeiro semestre

Movimento foi uma das grandes surpresas nos balanços do Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Unibanco
O Estado de São Paulo / Renée Pereira
18/08/2008
A retração na oferta de crédito internacional obrigou as empresas brasileiras a buscarem alternativas domésticas para financiar investimentos. Um termômetro da mudança é a forte expansão dos empréstimos bancários, na casa de 30% no primeiro semestre, e a evolução das captações feitas no mercado de renda fixa, com emissão de debêntures e notas promissórias. Já as operações no mercado externo recuaram 36%.O lançamento de ações, uma das principais fontes de recursos das empresas nos últimos anos, foi prejudicado pelo mau humor do ambiente internacional, que reduziu o apetite do estrangeiro por papéis de mercados emergentes. Com investimentos na carteira, as empresas tiveram de retornar ao mercado doméstico, apesar do atual ciclo de alta dos juros.Essa foi uma das grandes surpresas da última safra de balanços dos bancos. Nos quatro principais bancos nacionais (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Unibanco), a carteira de crédito para grandes empresas cresceu 30% no primeiro semestre, ante igual período de 2007, e somou R$ 180,3 bilhões. "Nos últimos anos, houve uma mudança grande de escala das companhias brasileiras. Com isso, as necessidades operacionais e de investimento também cresceram", diz o diretor-executivo do Bradesco, Sérgio Clemente.Segundo ele, parte da demanda foi suprida pelas Ofertas Públicas Iniciais (IPOs). Mas, com a turbulência no ambiente internacional, provocada pelos prejuízos bilionários dos bancos com as hipotecas de alto risco (subprime), esse mercado se fechou. No primeiro semestre, apenas quatro novas empresas entraram no mercado acionário, o que representou uma queda de 44,5% no volume total de ofertas, conforme dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid)."As empresas cresceram. Aquelas que fizeram IPOs já gastaram e precisam de mais dinheiro para cumprir os investimentos. Fazer financiamento é mais rápido", diz Clemente, do Bradesco, onde o crédito para grandes empresas cresceu 39,8%. Para o segundo semestre, a expectativa é que esse portfólio continue em alta. Segundo especialistas, o que as empresas estão fazendo é conseguir um empréstimo-ponte, por prazos de um a três anos, e depois tentar lançar algum título no mercado interno ou externo, quando o mau humor passar.Isso tem sido feito até mesmo em investimentos de infra-estrutura. As concessões rodoviárias, cujo leilão ocorreu em 2007, exigiram volume grande de recursos no primeiro semestre por causa das melhorias iniciais exigidas pelo governo. Junta-se aí outras obras, como as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira. Uma parte do financiamento dos dois empreendimentos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), será repassada pelas instituições financeiras.

Petróleo precisa de política industrial, diz economista

Agência Estado
18/08/2008
Considerado um dos principais conselheiros informais do presidente Lula na atualidade, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo acredita que a riqueza do petróleo é uma "bênção" que poderá se tornar "maldição" se o governo não assumir a coordenação do processo de exploração e de investimento em setores complementares. A história econômica, lembra Belluzzo, mostra que invariavelmente países ricos em recursos naturais tendem à desindustrialização - situação descrita nos livros de economia como "doença holandesa".Para evitar esse tipo de epidemia, diz Belluzzo, o governo pensa em criar uma empresa estatal ao estilo da Noruega, que seja capaz de planejar o ritmo de exploração das reservas e, ao mesmo tempo, induzir outros ramos da indústria a trabalharem juntos no fornecimento de equipamentos, plataformas e navios.Do lado fiscal, acredita o economista, o Brasil deve aproveitar as receitas do petróleo para usá-las como antídoto contra crises externas, investir em políticas que beneficiem as gerações futuras e promover uma reestruturação tributária.

Worry spreads to emerging markets

Mon Aug 18, 2008 2:23am EDT
By Jeremy Gaunt, European Investment Correspondent
LONDON (Reuters) - Investors enter the week in a mood of increasing nervousness about the global economy, with deteriorating growth in the United States, Europe and Japan now beginning to bite into once high-flying emerging markets.
It is a concern that was underlined last week when MSCI's benchmark for emerging market stocks .MSCIEF hit its lowest level in nearly a year, taking the index down around 28 percent from its all-time high last November.
The emerging market index, moreover, has been underperforming its developed market counterpart, even though that too has been battered by the credit crisis and ensuing economic slowdown.
While developed stocks as measured by MSCI .MIWO00000PUS have lost around 9 percent over the past two months, emerging markets are down 13 percent.
Some of this is the result of normal trading patterns in which emerging markets outperform when risk appetite is high and underperform when, as now, it is low.
But it also reflects a growing belief among investors that the world economy in general is at risk, and with it the emerging markets that have been a powerhouse of growth and investment gain over the past few years.
"Certainly weaker euro zone economic growth, weaker U.S., weaker UK is bad news for emerging markets," said Gabriel Stein, senior international economist at investment advisers Lombard Street Research.
"I would be surprised if we don't see some weakness over the next six months, if not faster than that," he said.
A key area will be the so-called BRICs emerging market powerhouses, better known as Brazil, Russia, India and China. Although growth remains robust in all four countries, there are some signs of trouble.
China, for example, has seen factory output slowing on weaker export demand while India is expected to miss the central bank's growth target.
Hong Kong, something of a proxy for Chinese exporting, said on Friday its economy shrank by a seasonally adjusted 1.4 percent in the second quarter, as exports and consumption slowed sharply.
"The global economic and financial turmoil is starting to take its toll," said Rob Subbaraman, economist at Lehman Brothers.
COMMODITY BACKTRACK
One spillover from this has been the tumble in commodity prices. Oil, for example, has fallen more than 20 percent from its record high above $147 a barrel about a month ago, partly on the assumption that demand will slow.
Similarly, the industrial metal copper, used for power and construction, has fallen about the same amount since the beginning of last month.
Such falls, which will continue to be an investor focus this week following sharp moves last week, have prompted investors to cool their concerns about global inflation.
Some 49 percent of respondents in Merrill Lynch's August poll of fund managers, for example, said that they now expect global inflation to be lower in 12 months' time. Two months earlier, 59 percent were expecting it to be higher.
If inflationary pressures do ease, that will free central banks to take actions such as cutting interest rates to stimulate economies. Any expectations of that should boost government bond demand and could give equities a lift.
Lower commodity prices, meanwhile, are a mixed bag for emerging markets, cutting revenues in producing countries but easing domestic food and energy prices.
"There will be winners and losers," said Jacqueline Aldous, head of research at investment firm Crosby Forsyth. "You've got a range of countries that are commodities and oil plays such as Brazil and Russia, and Asia which is a purchaser of oil."
A changing economic environment will change investor perceptions accordingly.
U.S. KEYSTONE
The increase in investor concerns comes primarily from the spread of economic woe that first showed up in the United States into other major economies.
Data last week showed the euro zone joined Japan to move half way into a recession -- technically defined as two successive quarters of growth contraction -- after its gross domestic product fell in the second quarter.
The broadening of economic woe has made U.S. assets more popular, boosting the dollar as overseas investors have bought in as a safe haven play and U.S. investors have returned home.
With the dollar index .DXY, a gauge of the greenback against a basket of major currencies, rising around 5 percent over the past two weeks alone, investors will be particularly focused this week on currency fluctuations.
There may also be some search for signs that the U.S. economy is stabilizing just as the rest of the world is beginning to hurt.
Housing has been the trigger for much of the U.S. economy's pain, but two consecutive U.S. housing reports over recent weeks have been better than forecast.
Financial markets, accordingly, will be braced for Monday's National Association of Home Builders report and Tuesday's release of housing starts and permits for July.

sábado, 16 de agosto de 2008

O custo da desorganização - As asas de Ícaro de empresas de sucesso


O custo da desorganização - As asas de Ícaro de empresas de sucesso




O custo da desorganização - As asas de Ícaro de empresas de sucesso

Postigo Consultoria e Grupo R2O Comunicações ajudam sua empresa a construir o futuro.
Ivan Postigo e Rodrigo Postigo

A natureza nos mostra sempre que organização é fundamental para obtenção de resultados. Organização, mantendo a sintonia e equilíbrio entre as partes.
Boas sementes, solo apropriado, sol e água, nas medidas certas, produzem boas colheitas.
Quando esses fatores não são observados ou há desequilíbrio, os resultados não são favoráveis. Uma lição simples, tratando do óbvio, mas os homens a esquecem em momentos de grande prosperidade.
A incapacidade de manter a ordem estabelecida levou civilizações avançadas e prósperas às ruínas.
O Japão, um arquipélago, unindo a sua disciplina aos conceitos de organização, defendidos por pensadores de gestão como Demin e Juran, pode criar uma extraordinária economia e empresas de alta tecnologia, valorizando conceitos de qualidade total.
Entre muitos princípios que possam ser destacados nesse programa um estabelece a sua essência: “Fazer o básico bem feito”.
Qualidade total nada mais é que a observação rigorosa dos passos fundamentais para o desenvolvimento de qualquer tarefa.
As grandes ondas na área de administração, como conceitos de parceria, técnicas de negociação ganha-ganha, networking, são manifestações do homem na tentativa de resgate de princípios básicos que estes esquecem.
Essa iniciativa ocorre de tempos em tempos e surge sempre com novas roupagens.
Como nos diz o Vedas: “A verdade é uma só, mas os sábios falam dela sob muitos nomes”.
A divisão do trabalho, que traz prosperidade, também induz à maior concorrência interna nas empresas, provocando riscos de desorganização.
Os homens, quando não se sentem ameaçados por forças externas, consciente ou inconscientemente, decidem mais para ter razão do que para gerar resultados.
Grandes conquistadores foram derrotados não por falta de informação e conhecimento, mas por não admitirem ser, naquele momento, menores do que as circunstâncias, negligenciando os conceitos de organização.
A quantidade de empresas centenárias é pequena, justamente pela falta de observância das forças concorrentes.
É fato que algumas, aparentemente, não representam grande perigo e são negligenciadas pelos maiores especialistas no assunto.
É muito comum observarmos que empresas que causaram importantes transformações no mercado e passaram a ocupar uma posição de destaque não foram notadas, a princípio, pois se fossem rapidamente seriam combatidas.
Neste momento, empresas e idéias que provocarão grandes revoluções não nasceram ainda, ou são muito pequenas e não chamam a atenção.
Aquelas que estão no topo do podium têm resistência para mudar o foco, já que tudo corre bem, e disputam o mercado com concorrentes que seguem filosofias bastante parecidas de negócios.
A tendência é seguir o líder, portanto mudanças de rumo são pouco cogitadas.
As idéias e projetos que levaram o líder àquela posição rapidamente são copiadas e oferecidas a preços menores, com algumas vantagens adicionais, afinal quem pagaria pela cópia o preço do original.
Dessa forma, para o líder, a vantagem competitiva inicial deixa de ser suficiente para sustentação de sua posição no lugar mais alto do ranking.
É importante lembrar, como diz o velho jargão: “Quanto mais próximo sol, mais alta a temperatura”.
As empresas, como Icaro, descobrirão que suas asas de cera não poderão sustentá-las quando o calor da concorrência atingi-la.
Conta a lenda que Icaro, encantado com o sol, querendo se aproximar deste, voou alto sem se importar com o fato de que as suas asas eram feitas de penas, amarradas com fios e fixadas com cera.
Assim são muitas empresas, estabelecem suas trajetórias de vôo, com frágeis asas, que não as sustentam quando o calor aumenta.
Os concorrentes dessas empresas estão dentro de suas próprias instalações, se debatendo por aceitação e acolhimento de suas idéias, pouco se importando com o equilíbrio entre as áreas.
Um único homem jamais será semente, solo, sol e água, mas um dos componentes, que deve trabalhar em conjunto com os demais.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Parlamentares fazem exigências para aprovar relatório da reforma tributária

Folha de São Paulo
15/08/2008
As bancadas de deputados de Minas e do Pará e parlamentares do Mato Grosso, Tocantins e Goiás fazem uma exigência para aprovar o relatório da reforma tributária do deputado Sandro Mabel (PR-GO). Eles querem a elevação dos royalties cobrados de empresas que exploram minério em seus Estados --leia-se, a Vale. A informação é da coluna Mônica Bergamo na Folha desta quinta-feira.
Anteontem, Mabel conversou sobre o assunto com o governador Aécio Neves, de Minas.
"A temperatura está subindo muito", afirmou o deputado.
Mineradoras como a Vale pagam atualmente de royalties 1,5% sobre seu faturamento líquido. Os Estados querem que a cobrança seja igual à do petróleo: 5% sobre o faturamento bruto, que é muito maior --com isso, a arrecadação de Minas --que recebe R$ 100 milhões anuais de royalties-- quintuplicaria.
A Vale faz carga contra. Os Estados devem radicalizar para obrigar a empresa a aceitar ao menos alíquota de 2,5% sobre o faturamento bruto.

President - elect says chaos possible for Paraguay

By THE ASSOCIATED PRESS
Published: August 14, 2008
Filed at 10:54 p.m. ET
ASUNCION, Paraguay (AP) -- The odds are against Paraguay's president-elect even before he takes office on Friday. Fernando Lugo says his impoverished nation ''could go up in flames'' within months.
The former Catholic bishop has made history by ending 61 years of authoritarian one-party rule, but his first task is to avoid political chaos and civil unrest, even as elements on the left and right challenge his authority.
Just last week, the sandal-clad Lugo couldn't find fuel for his diesel-powered SUV. Supplies of medicine have run out in public hospitals. And landless peasants who have been seizing private property are threatening a much larger wave of invasions in the hours after Lugo is sworn in before a host of foreign leaders.
But none of that mattered Thursday night to 5,000 cheering supporters at an outdoor sports complex who rose to their feet, greeting Lugo like a rock star when he promised to run the first clean and transparent Paraguayan administration in memory.
''I entered politics so Paraguay can stop being known to the world as the country of drug trafficking, corruption and illegality,'' Lugo said to thundering applause. ''I didn't come to steal or get rich.''
Despite the vow, Lugo's team suspects the outgoing government is trying to undermine his presidency even before it begins, by letting critical supplies disappear and provoking confrontations.
''Distribution is deficient, there are absolutely no reserves. They haven't even done public bidding for health supplies. Imagine taking power Aug. 15 and finding no medications or diesel fuel. It is a country that could go up in flames within two or three months. This is why we say there is a kind of conspiracy to leave state institutions nonfunctioning,'' Lugo told reporters from Argentina and Paraguay's leading newspaper ABC Color last week after he stopped at an empty gas station.
Incoming interior minister Rafael Filizzola suspects at least one land invasion was financed by Lugo's right-wing opponents. ''There are backward-looking factions within this party who aspire to come back to power early and not democratically,'' Filizzola said.
Outgoing president Nicanor Duarte promised this week that he ''will not sabotage Fernando Lugo nor create a climate of hostility during his term.'' But he also criticized Lugo's cabinet choices, and insisted that his conservative Colorado Party will continue to be a strong force throughout the country despite losing the presidency.
In fact, the conservative Colorado Party still controls most government institutions in the small landlocked country, where corruption is entrenched and just 1 percent of the population owns 77 percent of the land.
There are so few job opportunities in the nation of 6.8 million that many have abandoned the country altogether. The US$500 million Paraguayans sent home last year represents more than all foreign investment in the country, according to the World Bank, playing an outsize role in an economy otherwise dominated by soy farms and black-market trading in electronics.
Lugo pledged on Thursday to work hard so that the nearly 100,000 Paraguayans who have left to find jobs in the United States and Spain could return home.
At work in his favor is a tremendous desire among Paraguayans for a more just and equal society, and his own reputation, formed through decades of work with poor parishioners, as an honest man.
''The indigenous and the poor will be the privileged of my government,'' he said. ''I pay homage to those tortured years ago, to those persecuted and those who suffered unjustly in prison.''
Tall, bearded, mild-mannered and soft-spoken, Lugo reassures his fans that politics won't co-opt him. He says he won't get married during his five-year term, even though the pope released him from his vows of chastity, and that when he formally accepts the presidential sash and the gold-encrusted staff Friday among presidents and Spain's crown prince, he'll probably be wearing sandals, and definitely no tie.
Lugo is under pressure to make changes fast, but analysts don't expect him to govern with sudden decrees like the continent's hardcore leftists, Bolivia's Evo Morales and Venezuela's Hugo Chavez. They predict he will seek broad support for reforms, in the style of Luiz Inacio Lula da Silva, Brazil's center-leftist president.
Morales, leftist Ecuadorean President Rafael Correa and Cuban vice president Juan Ramon Machado praised him as an ally as they arrived Thursday in Paraguay.
As for the United States, Lugo has warned that Paraguay won't accept outside meddling in national affairs, but will try to maintain warm relations with Washington.
About the only power Lugo has under Paraguay's constitution to enact change without approval from Congress is the ability to impose a state of emergency. But that's something few expect from the firm opponent of the long and brutal dictatorship of Alfredo Stroessner, whose rule from 1954 to 1989 was backed by the Colorados.
While Lugo's world view is rooted in leftist liberation theology, he's also known as a consensus-builder, skills that paid off this week when he persuaded the third-place finisher in the presidential race, right-wing retired general Lino Cesar Oviedo, to join his diverse coalition of leftists and conservatives and give him a majority in Congress.
This delicate coalition now gives Lugo's legislative agenda a chance.
Still, experts predict only limited progress on land reform, since wealthy landowners can count on the support of Colorado Party governors, mayors, lawmakers and judges, as well as lawmakers loyal to Oviedo.
Lugo doesn't have Silva's back-room bargaining credentials as a former labor leader, but his alliance with Oviedo shows he understands practical politics, said Michael Shifter, an analyst with the Washington-based Inter-American Dialogue think tank.
''He is realizing that sometimes you have to deal with the devil to govern,'' Shifter said.
The one proposal all parties support -- persuading Brazil to pay more for cheap electrical power from a massive dam straddling their border -- depends on Brazil, but that country so far is only willing to provide a loan for badly needed transmission lines.
In a move that suggests he won't manage the economy like Morales or Chavez, Lugo asked austerity-minded former economy minister Dionisio Borda to lead his economic team.
The main question is whether Lugo can guide competing interests into achieving much of anything.
''The optimistic scenario is he won't accomplish much but he will be well regarded and respected by the people as a president who is not corrupt and does not take bribes,'' said Tatiana Rizova, a Paraguay expert who teaches political science at Christopher Newport University in Virginia.
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Associated Press Writer Pedro Servin contributed to this report.

Novo Mercado discutirá melhorias em regulamentação em 2009

Rodrigo Postigo
15/08/2008
O presidente do Conselho de Administração da BM&F-Bovespa, Gilberto Mifano, afirmou nesta quinta-feira (14) que as regras pertencentes ao Novo Mercado serão revisadas em 2009. A declaração preencheu discurso proferido no 5º Seminário Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimentos) de Direito do Mercado de Capitais, em São Paulo.
"Teremos novos avanços de auto-regulação, visando aperfeiçoar os requisitos básicos de governança", destacou o executivo. Atualmente com 113 empresas, o Novo Mercado representa a categoria da Bovespa que inclui as melhores práticas de governança corporativa.
Sem estipular prazo de conclusão dos estudos, Mifano salientou que tudo será implementado com transparência, e com o objetivo de promover um comprometimento "diário" de excelência em governança por parte das empresas. A adoção ao Novo Mercado é um procedimento amplamente difundido no processo de IPOs (Oferta Pública Inicial) da Bolsa brasileira.
Em 2006, já foram realizadas alterações no regulamento. À época, a principal mudança referiu-se ao Conselho Administrativo, por meio da exigência de que 20% dos membros do conselho seja independente, ou seja, não podem estar vinculados às companhias e aos controladores.

Nova forma de cobrança de ICMS eleva preços, reclamam empresários

Valor Econômico
15/08/2008
Embora teoricamente seja uma mera antecipação de tributo sem qualquer repercussão na carga de impostos, a substituição tributária do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Estado de São Paulo está sendo apontada por empresas e alguns segmentos como responsável por preços mais altos e queda nas vendas.
Ampliada nos últimos seis meses para novos setores, como material de construção, alimentação, higiene pessoal, cosméticos e limpeza, a substituição é uma forma de arrecadação do ICMS que busca evitar a sonegação no varejo. O imposto que seria pago em cada uma das etapas de comercialização é antecipado pela indústria. Para isso, o fabricante recolhe o imposto do atacadista e do varejista aplicando uma estimativa de margem de lucro (estabelecida pela Secretaria da Fazenda) que seria agregada ao produto até a venda ao consumidor final. Estimativas de margens muito altas, portanto, podem distorcer o valor da mercadoria. O setor de material de construção diz que é exatamente isso que tem acontecido com o material elétrico, atualmente com margem média de 35%. Isso, segundo Claudio Conz, presidente da Associação dos Revendedores de Material de Construção no Brasil (Anamaco), está gerando elevação de 4,5% nos preços dos produtos elétricos. Os fabricantes de produtos de higiene pessoal e cosméticos alegam que a mudança afetará o crescimento do setor. "Desde 1996 crescemos acima de 10% ao ano. Em 2008, vamos ficar em 9% ou até menos", afirma João Carlos Basílio da Silva, presidente da Abihpec, que reúne as indústrias do setor. Maior fabricante mundial de cosméticos, a L´Oréal credita à substituição tributária a desaceleração das vendas no país. A indústria diz que o novo regime resultou no encarecimento dos cosméticos da marca, que chegaram a subir até 50% sobre os preços de 2007. No balanço do primeiro semestre, a companhia francesa afirma que, no Brasil, "as vendas estão melhorando, mas continuam freadas pela aplicação de uma nova lei tributária para produtos cosméticos no Estado de São Paulo". O setor de alimentação fora de casa também se considera atingido. Na rede Giraffas, que vende refeições rápidas, o maior impacto foi nos molhos e na mistura para sorvetes de máquina. Esses dois itens chegaram para os franqueados com elevação de 10% e 60%, respectivamente. A alta na mistura para sorvetes deverá resultar em aumento de preço para o varejo, informa o diretor-executivo da rede, Cláudio Miccieli.
A Secretaria da Fazenda de São Paulo defende o regime de substituição tributária e diz que as margens aplicadas para o cálculo do imposto antecipado têm sido calculadas com base nos estudos encomendados pelas próprias entidades que representam cada um dos setores envolvidos. A Fazenda, diz, porém, que já estuda soluções para algumas distorções pontuais apresentados por alguns segmentos (ver texto abaixo).
A grande divergência entre a Fazenda e as empresas está no estabelecimentos da margens. No setor de cosméticos existem dois índices para o cálculo do ICMS antecipado. Desodorantes, creme dental, xampus e outros cosméticos de uso cotidiano ficaram com 38,90%. Os demais (perfumes, maquiagem, esmaltes, hidratantes e condicionadores de cabelo) ficaram com 71,60%. "Esse percentuais são altos demais", diz Carlos Marques, diretor-comercial da rede de drogarias Onofre. As farmácias são hoje responsáveis por 10% das vendas de cosméticos. "Até parece que, se compro um produto por R$ 100, vendo por R$ 180 ou R$ 171,60, com uma margem tão alta. Na verdade vendo por R$ 130 e acabo pagando imposto como se fosse por R$ 171", afirma. Segundo o executivo, as margens altas forçaram a rede a diminuir sua margem de lucro nas unidades de São Paulo. "Tivemos de absorver esse custo a mais porque não há como fazer repasse. O consumidor não aceita e pára de comprar." A rede, que também tem lojas em Belo Horizonte, no Rio de janeiro e em Porto Alegre, deixou de fazer promoções nas lojas paulistas. Isso não acontece em outros Estados. "A alíquota que em São Paulo é 71%, em Minas Gerais é no máximo de 60%."
O setor de material de construção pretende resolver este mês o que também considera uma margem muito alta para os materiais elétricos. Esses produtos, diz Cláudio Conz, presidente da Anamaco, ainda estão com margem média cinco pontos percentuais acima do realmente praticado pelo varejo. A situação nos primeiros 60 dias em que a substituição entrou nos materiais de construção, lembra, foi pior. "A margem média era de 45% e a elevação nos preços chegou a 8%." Agora o setor encomendou nova pesquisa para solicitar à Fazenda a reavaliação de margens. Um dos grandes problemas detectados no setor está nas lojas de materiais de construção que pagavam ICMS pelo Supersimples. Esse sistema permite aos micro e pequenos recolher não só tributos federais como também o ICMS com base num percentual aplicado ao faturamento. Aderindo ao programa, parte dessas empresas pagavam, na prática, uma alíquota menor do imposto estadual. Com a substituição, as micro e pequenas compram as mercadorias com o ICMS já recolhido pela indústria e acabam pagando o imposto pela alíquota geral, perdendo o benefício do Supersimples. As micro e pequenas representam hoje 78% do faturamento do varejo de materiais de construção na região metropolitana da capital paulista.
Conz diz, porém, que muitos dos pequenos têm contornado essa situação alterando a grade de produtos. "Muitos estão aumentando a participação de mercadorias que não estão na substituição, como o material de decoração, por exemplo."
Nem todas as micro e pequenas, porém, têm flexibilidade para alterar os produtos comercializados. É o caso das franquias, que seguem modelos pré-estabelecidos de negócios. Na rede de alimentação Giraffas, por exemplo, 80% dos franqueados distribuídos em 17 Estados são pequenas empresas. "Não somos contra a substituição, mas é preciso muita cautela. Hoje ela é uma pressão adicional sobre o preço dos alimentos", declara o diretor executivo da rede. A substituição também têm afetado o fluxo de caixa de indústrias paulistas com vendas significativas a outros Estados. É o caso da Perfumes Dana do Brasil, subsidiária da New Dana Perfumes Corporation, com sede nos Estados Unidos. "Desde fevereiro, quando a lei entrou em vigor, já acumulamos R$ 3 milhões em créditos que não sabemos quando vamos recuperar", afirma Rodolfo Sinardi, presidente da empresa. A companhia, como produtora, adianta para o Estado o ICMS de toda a cadeia de circulação do produto. No entanto, como a maior parte dos clientes da produtora de cosméticos está fora do Estado de São Paulo, o pagamento adiantado do ICMS nessas operações gera um crédito que demora para ser ressarcido.
A antecipação do ICMS também afetou empresas no Rio, Estado que mantém acordos de substituição com São Paulo. Edison Arnaud, sócio da indústria de cosméticos e produtos de limpeza Suissa, conta que a antecipação de ICMS gerou aumento de custos financeiros entre 2% e 3%, pois foi preciso recorrer a bancos para pagar o imposto antes de receber dos clientes.

Norway July Exports and Imports by Country (Table)

By Joel Rinneby
Aug. 15 (Bloomberg) -- Following is a table detailing July exports and imports by country from Statistics Norway in Oslo:

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YTD YTD % Total YTD YTD % Total
2008 % YTD 2008 % YTD
===============================================================================
---------[bn:WBTKR=NOTBIM:IND] Imports []--------- ---------[bn:WBTKR=NOTBEX:IND] Exports []---------
Total 279,669.7 6.5% 100.0% 209,589.7 8.5% 100.0%
Nordic countries 70,842.0 9.1% 25.3% 44,545.4 13.2% 21.3%
EFTA 3,586.1 12.6% 1.3% 5,861.4 70.2% 2.8%
European Union 194,126.0 8.0% 69.4% 142,171.1 6.1% 67.8%
OECD countries 226,326.5 6.3% 80.9% 177,289.5 6.0% 84.6%
Europe 207,945.5 7.8% 74.4% 154,365.6 8.0% 73.7%
Belgium 5,617.9 1.0% 2.0% 6,562.5 15.3% 3.1%
Denmark 19,113.1 14.5% 6.8% 12,277.2 7.9% 5.9%
Estonia 1,623.1 20.3% 0.6% 647.9 69.0% 0.3%
Finland 8,749.8 2.5% 3.1% 4,958.0 12.0% 2.4%
France 10,880.7 8.8% 3.9% 9,048.8 10.6% 4.3%
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YTD YTD % Total YTD YTD % Total
2008 % YTD 2008 % YTD
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---------Imports--------- ---------Exports---------
Greece 173.9 8.2% 0.1% 1,786.3 170.2% 0.9%
Ireland 2,954.7 -11.9% 1.1% 3,388.5 -13.2% 1.6%
Iceland 569.5 7.4% 0.2% 2,121.6 147.3% 1.0%
Italy 9,890.1 15.8% 3.5% 4,534.3 10.8% 2.2%
Latvia 969.6 13.4% 0.3% 478.8 -10.1% 0.2%
Lithuania 1,790.8 6.2% 0.6% 581.7 14.3% 0.3%
Netherlands 12,329.3 21.8% 4.4% 20,997.8 -6.7% 10.0%
Poland 6,867.1 27.6% 2.5% 4,528.7 11.6% 2.2%
Portugal 806.0 8.2% 0.3% 2,254.5 2.1% 1.1%
Romania 1,320.0 -5.7% 0.5% 405.6 -7.9% 0.2%
Russia 7,462.5 4.0% 2.7% 2,940.3 15.8% 1.4%
Spain 3,969.5 0.5% 1.4% 5,662.1 8.6% 2.7%
United Kingdom 17,263.4 -8.2% 6.2% 17,813.8 1.8% 8.5%
Switzerland 2,974.2 14.1% 1.1% 3,733.6 44.6% 1.8%
Sweden 42,303.1 8.6% 15.1% 24,596.3 11.0% 11.7%
Czech Republic 2,494.2 1.2% 0.9% 651.6 20.8% 0.3%
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YTD YTD % Total YTD YTD % Total
2008 % YTD 2008 % YTD
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---------Imports--------- ---------Exports---------
Turkey 1,884.6 3.6% 0.7% 1,423.2 12.2% 0.7%
Germany 39,139.3 9.1% 14.0% 18,642.1 8.9% 8.9%
Ukraine 382.2 6.3% 0.1% 781.3 32.8% 0.4%
Hungary 1,400.6 2.3% 0.5% 284.9 54.5% 0.1%
Austria 2,811.4 13.6% 1.0% 1,248.2 -8.1% 0.6%
Other Europe 2,720.4 -0.2% 1.0% 4,154.9 88.7% 2.0%
Africa 5,097.0 14.2% 1.8% 2,560.4 2.9% 1.2%
Botswana 2,134.8 -15.5% 0.8% 0.7 264.3% 0.0%
South Africa 1,190.8 100.8% 0.4% 300.6 5.3% 0.1%
Other Africa 1,771.4 31.8% 0.6% 2,259.1 2.5% 1.1%
Asia 35,359.1 9.2% 12.6% 28,459.9 26.0% 13.6%
Hong Kong 777.0 -2.2% 0.3% 963.8 10.9% 0.5%
India 1,131.8 13.7% 0.4% 1,495.9 114.4% 0.7%
Indonesia 441.6 0.3% 0.2% 238.2 -41.7% 0.1%
Israel 463.5 9.4% 0.2% 208.9 -19.5% 0.1%
Japan 6,106.5 6.8% 2.2% 3,781.6 -11.5% 1.8%
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YTD YTD % Total YTD YTD % Total
2008 % YTD 2008 % YTD
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---------Imports--------- ---------Exports---------
China 16,458.2 10.4% 5.9% 5,717.9 11.4% 2.7%
Korea, Republic of 1,569.1 -9.1% 0.6% 4,905.0 27.4% 2.3%
Malaysia 1,028.1 8.6% 0.4% 464.9 -0.4% 0.2%
Singapore 818.2 42.4% 0.3% 3,968.3 46.3% 1.9%
Taiwan 2,217.6 -6.0% 0.8% 869.1 2.8% 0.4%
Thailand 1,253.8 15.3% 0.4% 644.4 -18.2% 0.3%
Other Asia 2,578.0 48.3% 0.9% 3,062.7 43.5% 1.5%
North America 24,922.4 -6.9% 8.9% 20,680.4 -6.4% 9.9%
Canada 8,844.7 -28.5% 3.2% 1,203.3 9.8% 0.6%
Jamaica 265.0 -7.4% 0.1% 54.6 -2.4% 0.0%
Puerto Rico 73.5 -79.8% 0.0% 2.2 -98.6% 0.0%
United States 14,864.9 15.3% 5.3% 18,669.8 -5.6% 8.9%
Other North America 874.2 2.6% 0.3% 750.4 -25.6% 0.4%
South America 5,341.8 -5.1% 1.9% 2,520.3 43.5% 1.2%
Argentina 218.9 48.0% 0.1% 137.8 24.0% 0.1%
Brazil 2,909.5 -0.7% 1.0% 1,630.5 45.4% 0.8%
===============================================================================
YTD YTD % Total YTD YTD % Total
2008 % YTD 2008 % YTD
===============================================================================
---------Imports--------- ---------Exports---------
Suriname 694.2 -37.8% 0.2% 2.8 882.3% 0.0%
Other South America 1,519.2 6.0% 0.5% 749.2 43.0% 0.4%
Oceania 1,003.8 78.5% 0.4% 1,003.2 -17.1% 0.5%
Australia 800.8 84.5% 0.3% 852.2 -8.5% 0.4%
Other Oceania 203.0 58.3% 0.1% 151.0 -45.7% 0.1%
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NOTE: All figures are in millions of Kroner. Imports do not include
ships or oil platforms. Exports do not include ships, oil platforms,
crude oil, condensates and natural gas.

SOURCE: Statistisk Sentralbyra

How to select a training provider: invest in your people

If a firm wants to be successful then it is vital to ensure that staff are able to grow and develop within the business. Andrew Jenner looks at the methods available to meet CPD commitments
Written by Andrew Jenner
Accountancy Age, 14 Aug 2008
The most valuable resource of any firm is the people who work within it. An accountancy qualification from a professional body is something to be proud of and considerable effort is required to ensure that this hard-won qualification is maintained and developed to meet the ever-changing needs of clients and personal aspirations.
Firms therefore need to give considerable thought to the continuing professional development of their staff to ensure that technically, professionally and personally they are capable of fulfilling their roles and helping the firm to move forward, whilst improving their own career prospects..
The onus should be on firms to create a culture in which CPD is an integral part of their business development strategy and therefore to define the needs of every individual and create appropriate programmes to develop their skills and maximise their potential.
Practices can choose from a wide variety of training methods to ensure that they meet the CPD guidelines laid down by the various professional bodies. The mix will include structured CPD (training derived from course attendance, meetings and seminars or wherever participants receive some form of formalised professional training) and unstructured CPD (informal study, reading, research or lecture preparation).
Assessing training requirements should not be left to the individual. It should be part of the firm’s human resources function to consider personal career development paths and needs. It is particularly important that both partners, and prospective partners, are equipped with the necessary skills to manage the business successfully.
For all but the very largest firms, the majority of their structured training requirements will need to be bought in. The various professional bodies provide a wide range of technical as well as management and development courses as do a number of commercial organisations such as CCH, Mercia, SWAT etc. In addition, there are specialist consultancies who can gear programmes to the specific needs of the firm and its staff.
The comprehensive course providers usually have a range of ticketing options, from one-off purchases to ‘season tickets’ which can be mixed and matched depending on the firm’s requirements. These providers will often run schemes for groups of firms in regions, networks of firms as well as individual firms. Discussions with them will help identify the right purchase options.

Energia pode testar relações entre Brasil e Paraguai, diz "Le Monde"

Folha Online
15/08/2008
A questão energética e a presença dos brasiguaios podem colocar as relações entre o Brasil e o Paraguai "à prova", afirma uma matéria publicada na edição desta sexta-feira do jornal francês Le Monde. De acordo com o diário, a energia é, ao lado da pobreza, um dos principais desafios do novo presidente paraguaio, Fernando Lugo, que toma posse nesta sexta-feira em Assunção.
"Ao reivindicar a 'soberania energética' de seu país, Lugo pede uma revisão do tratado que rege a hidrelétrica de Itaipu, que o Paraguai compartilha com o Brasil", diz o jornal.
Segundo o Le Monde, os paraguaios utilizariam apenas 12% da energia produzida pela hidrelétrica binacional, mas teriam "a obrigação de vender o excedente aos brasileiros a um preço bem inferior ao do mercado". O diário destaca ainda a posição das autoridades brasileiras, que estariam dispostas a discutir o preço da eletricidade, mas rejeitam uma revisão do tratado antes de 2023.
O Brasil paga ao Paraguai cerca de US$ 45 por megawatt hora. Na composição do preço estão incluídos itens como juros da dívida, royalties e custos de operação. Do total, aproximadamente US$ 2,80 correspondem à compensação pela cessão de energia não utilizada pelo Paraguai. É esse valor que os paraguaios querem aumentar.