sexta-feira, 24 de abril de 2009
Mercado de aviação no Brasil deve crescer mesmo com crise, diz Anac
Valor Econômico
24/04/2009
A crise financeira internacional reduziu o ritmo de expansão da demanda no setor aéreo, mas não impediu o crescimento do número de passageiros transportados no primeiro trimestre. Para o diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, o ritmo de avanço na quantidade de passageiros pode se manter ao longo do ano.
Entre janeiro e março, o número de passageiros transportados subiu 4,7% frente a igual período do ano passado, contra um avanço de 10,2% da oferta de assentos na mesma base comparativa. O resultado apresenta uma desaceleração frente ao crescimento de 7,4% da demanda e de 12,8% da oferta ao longo de todo o ano de 2008.
"Tem muito passageiro que ainda precisa ter acesso ao mercado aéreo. É normal que, mesmo em crise, ele continue crescendo", ressaltou Guaranys. "A nossa diferença para o mercado internacional é que não vai ter devolução de aviões", acrescentou.
Com baixas na exportação, produção industrial cairá 4,5%
Terra
24/04/2009
No primeiro trimestre do ano, as exportações brasileiras caíram 19% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de a baixa se manter, 2009 encerrará com queda de 4,5% na produção industrial.
Os dados estão presentes na pesquisa "Radar: Produção, Tecnologia e Comércio Exterior", divulgado nesta quinta-feira pelo instituto e que mostra ainda "O grau de abertura da indústria brasileira, a despeito de ter crescido bastante nas últimas décadas, ainda é baixo em comparação com o resto do mundo".
Ainda segundo o Ipea, na média, a exportação industrial caiu 26% no primeiro trimestre de 2009, comparado com 2008. O setor mais atingido foi o automotivo, com redução de 51% nas vendas para o exterior.
"Os setores mais fortemente exportadores são os que, provavelmente, sentirão mais os impactos da crise internacional, caso as vendas externas caiam significativamente neste ano. Na indústria brasileira, os maiores coeficientes de exportação estão nos setores de madeira, couro e calçados, outros equipamentos de transporte, metalurgia e máquinas e equipamentos."
Brasil e Argentina ampliam CCR para US$ 1,5 bilhão
Estadão
24/04/2009
O chefe de Gabinete da Presidência da Argentina, Sergio Massa, anunciou hoje que os bancos centrais do Brasil e da Argentina assinaram acordo para ampliar de US$ 120 milhões para US$ 1,5 bilhão o Convênio de Crédito Recíproco (CCR).
O CCR é um mecanismo de compensação de moedas para comércio exterior existente no âmbito dos 12 países da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), mas a ampliação foi um acordo somente entre a Argentina e o Brasil. O CCR é usado pelos BCs para dar garantia às operações de exportadores.
Arbitragem movimenta R$ 844 milhões em 2008
InvestNews
24/04/2009
O apoio cada vez maior do Judiciário brasileiro à arbitragem tem possibilitado que as médias e grandes empresas recorram às principais câmaras do País para resolver seus conflitos, principalmente contratuais. Especialistas avaliam que, além do uso arbitral, o incentivo da Justiça também contribui para a especialização dos árbitros brasileiros e, consequentemente, há uma confiança do empresariado internacional em solucionar seus problemas no Brasil por meio da arbitragem ou recrutar a árbitros brasileiros em demandas internacionais. "O alto padrão de análises, a legislação - de acordo com as normas internacionais - e os baixos valores das câmaras colaboram para que cresça a arbitragem no País", avalia a professora Selma Ferreira Lemes, advogada e coordenadora do curso de Arbitragem do GVlaw - programa de educação continuada da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (Direito GV).
Levantamento feito pela professora constatou que os valores totais das causas acordadas nas cinco principais câmaras de arbitragem brasileiras (localizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte) subiram de R$ 594,2 milhões para R$ 844 milhões entre 2007 e 2008, o que equivale a um salto de 42%. "Este resultado mostra uma aceitação maior da arbitragem em negociações de grande porte." O perfil dessas causas são ligados às questões contratuais de diversos tipos. Para ela, os valores têm ligação direta com o aumento dos procedimentos, que cresceram 53% naquele período, subindo de 30 para 46 casos. Selma diz acreditar ainda que a tendência é que os dados continuem a crescer. "Está fortalecida a imagem de que arbitragem é um instrumento de comércio internacional. É mais célere do que a Justiça comum e com uma análise mais especializada nessas questões", afirma.
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24.4.09
Marcadores: Tributária
China shows the world how to get through a crisis
Financial Times
By Jim O'Neill
Published: April 23 2009 03:00 Last updated: April 23 2009 03:00
Call me mad but this crisis is good for China. It is also good for China's role and responsibilities in the world.
Yesterday, we upgraded our gross domestic product forecasts for China for 2009 and 2010; we are now looking for 8.3 and 10.9 per cent, respectively, up from 6 and 9 per cent.
Why the optimism? It was clear that the massive rise in exports, the mainstay of the China growth model until 2008, was not sustainable. At one stage in late 2007, Chinese exports to the US alone were about 12 per cent of total GDP. This meant that exports would suffer badly in the event of something going wrong with demand in the US, and the risk of a protectionist backlash.
This led some of us to expect an end to the fixed Rmb8.28 exchange rate to the dollar and a gradual shift to a more flexible, stronger exchange rate a few years ago.
Fast-forward to the crisis. When this intensified post-Lehman, global trade suffered enormously and quickly, and it was clear that Chinese growth would suffer. It was also reasonably clear that, just as they did in response to the Asian crisis in 1997, Chinese policymakers would react swiftly and shift gears. That they have done.
Three policy initiatives stand out, and the results are starting to bear fruit, hence our upgraded forecasts.
First, in November the authorities announced massive fiscal expansion, centred on fresh infrastructure spending. While my industry has quibbled about its true size ever since, this misses the point. The statement of intent was clear; interestingly, the stock market noticed and has rallied since.
Second, and ultimately perhaps the most important development in the world economy, the government announced plans to develop a full medical insurance policy for the still vast rural community, the beginnings of which it plans to have fully implemented for 90 per cent of the rural community by 2011. This could result in an end to the excessively high Chinese savings rate and allow much stronger consumption.
Third, and critical to our forecast upgrade, the authorities, led by the People's Bank of China, embarked on a timely reversal of tightening financial conditions of the previous two years. According to our Chinese financial conditions index, conditions have eased a huge 520 basis points since last October.
These three measures have set the scene for an acceleration of Chinese domestic demand for the rest of 2009 and 2010, just the right recipe for China and, critically, the world.
The next stage of China's development has started and is likely to go on for years. It was partly in anticipation of this that we highlighted owning China "A" shares as one of our most favoured trades for 2009. As they have risen 50 per cent since the November stimulus announcement, the entry point is now less attractive but, as evidence of rising demand accumulates, many investors are rightly going to be attracted back to China.
The "C" in the Bric economies (Brazil, Russia, India, China) has always been the most important of the four and the events of the past five months continue to justify our excitement for the longer term.
Amusingly, in the past year many people have suggested that the Brics story is over. Nonsense - it is still in its infancy. Indeed, the updated longer-term projections we published last summer, suggesting that China could overtake the US by 2027 and that the Brics collectively could be as big as the G7 by 2027, still look decent bets to me.
At some stage in the coming months, once it becomes clear that Chinese GDP growth is safely back above 8 per cent, policymakers will allow for some tightening of financial conditions again, possibly led by the exchange rate.
In the next two years, China is very likely to overtake Japan to become the second-largest economy in the world. Some say that China might get old before it gets rich, but it is getting bigger and richer, that is for sure. One or two of its ageing G20 partners may wish to take a closer look at Chinese economic policy to see how it's done.
Jim O'Neill is chief economist at Goldman Sachs
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24.4.09
Marcadores: Internacionais sobre o Brasil
UPDATE 2-Emerging nations want IMF bond plan revamped-Brazil
Thu Apr 23, 2009 8:38pm EDT
(Adds Mantega's criticism of IMF estimates, comment on banks)
By Walter Brandimarte
WASHINGTON, April 23 (Reuters) - Brazil and other emerging economies are willing to provide additional financing to the International Monetary Fund but they are still not happy with the capitalization mechanism proposed by the institution, Finance Minister Guido Mantega said on Thursday.
The IMF is working on a plan to issue bonds to emerging countries that have offered to capitalize the institution, but the preliminary proposal presented by the board of the fund "still does not satisfy our demands," Mantega told reporters in Washington, where he was attending the IMF/World Bank meetings.
"We still have to improve this instrument," he said, adding that emerging countries such as Brazil and China will not make additional contributions to the fund while the new mechanism is not ready.
The minister stressed that Brazil would still make good on its pledge to contribute with as much as $4.5 billion to become a member of the fund's financial transaction plan, or the mechanism through which the IMF finances its loan operations.
But the additional pledge of $10 billion made by the country during a G20 meeting earlier this month would depend on the definition of that mechanism.
The G20 agreed to boost the IMF firepower earlier this month through the so-called new agreement to borrow, or NAB, an emergency facility that allows member countries to provide credit to the fund in case of severe crisis.
But Mantega said emerging countries are not happy about how the NAB was structured because it reflects the imbalances of current IMF voting power, which is dominated by rich nations.
He also called on the IMF to speed up a plan to issue $250 billion in special drawing rights to member countries, saying that would provide liquidity for nations to fight the global crisis.
IMF "WRONG" ON BRAZIL BANKS
Despite praising the IMF for its recently unveiled flexible credit line, which allows well-run emerging economies to borrow money without conditionalities, Mantega was much more critical about the fund's assessment of current economic conditions.
According to the minister, the Brazilian economy will still expand this year, and not contract 1.3 percent as forecast by the fund.
"The Brazilian economy is already recovering from that sharp economic slowdown seen last year," he said. "We are closer to the economic conditions of China and India than to (the conditions of) the United States or Germany."
Mantega also disputed recent comments from the IMF Managing Director Dominique Strauss-Kahn, who told Latin American newspapers that banks in Latin America could eventually hold toxic assets if the economic crisis lasts much longer.
"Brazilian banks are solid," he said, adding that comments like that can hurt investor confidence.
"If you don't get this straight right away, one can imagine that he has information that others don't. But he doesn't have more information than I do. I know deeply the Brazilian banks and I can say they are completely sound." (Reporting by Walter Brandimarte; Editing by Richard Chang)
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24.4.09
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Grupo Sibara investe em shopping em SC
Valor Econômico / Vanessa Jurgenfeld
23/04/2009
O município de Palhoça, na Grande Florianópolis, será a porta de entrada do grupo catarinense Sibara na área de shopping centers. A cidade, localizada a cerca de 15 quilômetros de Florianópolis, terá em 2010 o seu primeiro shopping chamado Via Catarina, com investimentos totais de R$ 120 milhões.
De acordo com Sergio Monlevad, ex-executivo do grupo Vonpar em Santa Catarina e superintendente do shopping, o empreendimento será um misto de centro de compras com hotel (de 198 apartamentos) e também terá, em anexo, um supermercado do grupo catarinense Giassi, com 5,2 mil metros quadrados de área de vendas.
Dos R$ 120 milhões, o Sibara investirá cerca de R$ 80 milhões com recursos próprios e os demais R$ 40 milhões serão investimentos feitos por lojistas. A unidade do Giassi, a décima do grupo sediado no sul de Santa Catarina, receberá outros R$ 25 milhões, constituindo também investimentos feitos com recursos próprios. A loja terá interligação com o shopping, mas se trata de um investimento independente.
O grupo Sibara, comandado por Horácio Figueiredo, atualmente atua no setor imobiliário, possui um hotel em Balneário Camboriú, operações portuárias em Itajaí e lojas de vestuário, mas até agora ainda não havia feito uma experiência com shopping centers. "O grupo verificou na região uma oportunidade de mercado", explicou Monlevad, citando o crescimento do município e uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa & Desenvolvimento de Mercado (IPDM), de São Paulo, que mostrou a viabilidade do negócio.
Fusões e aquisições totalizam US$ 27 bi em apenas um dia
Financial Times / Lina Saigol
23/04/2009
O mercado de fusões e aquisições voltou à vida na segunda-feira, quando 10 acordos totalizando mais de US$ 27 bilhões foram anunciados, sendo mais da metade do valor em dinheiro.
Entre os maiores negócios, a Oracle acertou a compra da Sun Microsystems por US$ 7,4 bilhões; a GlaxoSmithKline pagou US$ 3,6 bilhões para comprar a Stiefel Laboratories; e a PepsiCo ofereceu US$ 6 bilhões, em ações e dinheiro, para adquirir a participação que ainda não possui em suas duas maiores engarrafadoras.
Executivos de banco de investimento disseram que os acordos sinalizam uma melhora na confiança empresarial e nas condições de mercado para as transações. Alertaram, no entanto, para o longo caminho que ainda há pela frente, antes de o mercado voltar aos níveis de atividade vistos na recente onda de assunção de dívidas.
"As companhias estão aproveitando uma melhora nos mercados para executar transações estratégicas que estavam em preparação", afirmou o codiretor de banco de investimento da Nomura, William Vereker. "Mas a confiança ainda é frágil e dependerá muito de como os mercados se comportarão nos próximos meses antes que os volumes de fusões e aquisições possam aumentar significativamente."
Outros consideraram encorajador ver transações sendo feitas em setores industriais diversos. A situação contrasta com a do primeiro trimestre, dominado pelo setor farmacêutico, um dos poucos relativamente estáveis e com fluxos de caixa sólidos. Os laboratórios também vêm sendo forçados a combinar-se pela ameaça decorrente do vencimento de suas patentes e dos rivais com produtos genéricos.
O valor e volume dos acordos mundiais acertados até agora neste ano, no entanto, continuam bem abaixo dos patamares verificados durante a recente onda de emissão de dívidas. No acumulado de 2009, as fusões e aquisições caíram cerca de 30% em relação aos US$ 659,5 bilhões verificados no mesmo período no ano passado. O recorde, de US$ 1,4243 trilhões, foi verificado em igual período de 2007, segundo a Dealogic.
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23.4.09
Marcadores: Governança
Fundos têm espaço para reduzir custos, diz Setubal
Valor Econômico / Angelo Pavini
23/04/2009
As taxas de administração de fundos conservadores - renda fixa, DI e curto prazo - têm espaço para cair no varejo, onde ainda se encontram carteiras com custos de 4% ao ano. Isso deve ocorrer à medida que os juros caiam mais, avalia Alfredo Setubal, vice-presidente sênior de Wealth Management e Serviços do Banco Itaú Unibanco e ex-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). Mas essa queda não se dará por mudanças nas carteiras já existentes. Nem será preciso lançar fundos novos. Os bancos de varejo devem reduzir a aplicação mínima dos fundos que hoje já têm taxas mais baixas e que são destinados a públicos de renda maior.
"Hoje já há uma migração para fundos mais baratos, os de taxas mais altas apresentam mais resgates e pouca aplicação", diz Setubal. Já os de maior risco e gestão mais sofisticada, como multimercados ou ações, não devem ter reduções de custo. No comando de toda a área de investimentos do recém-criado Itaú Unibanco, maior banco privado do país, Setubal é agora responsável por R$ 300 bilhões, ou US$ 136 bilhões de recursos de terceiros. O valor inclui R$ 100 bilhões do maior private bank brasileiro e R$ 230 bilhões da segunda maior gestora de recursos do mercado - a diferença na soma, de R$ 30 bilhões, se refere à dupla contagem de fundos do private que estão sob os cuidados da gestora. Em gestão de recursos, o Itaú Unibanco perde só para Banco do Brasil.
São 1.300 fundos de investimentos, 800 dos quais abertos e parte deles distribuídos pelas mil agências do novo banco. Setubal responde ainda pela área de custódia, que reúne R$ 550 bilhões.
O executivo comandou uma operação de guerra para unir as áreas de gestão e private das duas instituições, que resultou em um time que inclui um ex-presidente do Banco Central - Demosthenes Madureira de Pinho Neto, originário do Unibanco, agora responsável po toda a área de gestão de recursos - e alguns dos mais experientes profissionais do mercado. O desafio será evitar perder clientes, o que é comum em processos de fusão. "Na verdade, até agora não perdemos recursos, até estamos ganhando."
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23.4.09
Marcadores: Governança
Elétricas tendem a manter retornos expressivos
Valor Econômico / Adriana Cotias
23/04/2009
Mesmo com a desaceleração da economia e o crédito mais escasso, as companhias elétricas têm condições de conseguir bons resultados operacionais e já mostram disposição para continuar dividindo os resultados com os acionistas com a mesma generosidade do passado. "Embora falem em preservação de caixa, as companhias sabem que dá para manter a distribuição", diz o chefe de análise da Planner Corretora, Ricardo Tadeu Martins. No setor, entre as tradicionais pagadoras de dividendos, Tractebel é a exceção que anunciou que pode ter de reduzir a fatia de remuneração destinada aos investidores para fazer frente a investimentos. Ainda assim, vai garantir, no mínimo, 55% do resultado, bem mais do que os 25% previstos na legislação brasileira.
CPFL Energia e Transmissão Paulista estão entre as escolhas da Planner no setor para o segundo trimestre. A companhia de transmissão já antecipou em janeiro o pagamento de dividendos referentes a 2008. Com um "yield" - a relação entre dividendos pagos pela empresa e a cotação do papel - de 11,7%, a resiliência da companhia em momentos mais adversos se traduziu no ano passado numa valorização de 28,65% para as ações ordinárias (ON, com direito a voto) e de 8,53% para as preferenciais (PN, sem voto), enquanto o Ibovespa caiu 41,2% e o Índice de Energia Elétrica (IEE) recuou 11,64%. De janeiro para cá, o papel ON sobe 11,78% e o PN 6,19%, em comparação aos 18,33% do Ibovespa. "No período mais recente, os papéis sofreram um pouco, o noticiário tinha melhorado e o investidor foi buscar mais risco", diz Martins.
Com previsibilidade de receitas e perfil de endividamento ajustado para o atual momento econômico, as escolhas para o segundo trimestre da analista Rosângela Ribeiro, da SLW Corretora, incluíram CPFL, Eletropaulo e Coelce.
Petrobras Discovers More Oil in Onshore Espirito Santo Block
By Joao Lima
April 23 (Bloomberg) -- Petroleo Brasileiro SA, Brazil’s state-controlled oil company, found more evidence of oil in an onshore block in the country’s Espirito Santo Basin, the Brazilian petroleum regulator said.
The discovery was made at well 4BRSA640DCES in the ES-T-364 block, the National Petroleum Agency said on its Web site. The Bigua field in this block was declared a commercial find in a filing dated Aug. 22, 2007, according to the agency’s Web site.
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23.4.09
Marcadores: Internacionais sobre o Brasil
Emerging-Market Short Sales Climb Most Since 2007 (Update1)
By Michael Patterson and Alexander Ragir
April 23 (Bloomberg) -- Short sellers are increasing bets against developing-nation stocks by the most since March 2007, a signal the biggest rally in 16 years may fizzle as profits plunge from Brazil to Taiwan.
Short interest in the iShares MSCI Emerging Markets Index fund, which tracks equities in 23 developing nations, climbed 51 percent in March, the biggest jump in two years, according to New York Stock Exchange data compiled by Bloomberg. Wagers against Rio de Janeiro-based oil company Petroleo Brasileiro SA’s U.S.-traded shares were the highest since August 2005. Those against display maker AU Optronics Corp. of Hsinchu, Taiwan surged to an eight-month high, the data show.
The growth in short sales, where investors borrow stock and sell it on the expectation prices will fall, marks a shift from the last three rebounds in emerging-market stocks. In those cases traders closed out their bets. The MSCI gauge, up 34 percent from its 2009 low on March 2, may drop 10 percent in coming weeks as falling earnings damp investor optimism, ING Investment Management SA’s Eric Conrads said.
“We aren’t out of the woods,” said Conrads, a Mexico City-based hedge fund manager at ING, which oversees $12 billion in emerging-market assets. Conrads started betting against developing-nation equities this month, convinced the stocks are in a “bear-market rally,” he said.
Bear Market
The MSCI index is down 1.8 percent from a six-month high on April 16, rising 1.2 percent to 636.61 at 11:09 a.m. in London. The iShares fund mimics the performance of the MSCI index and can be bought and sold like a stock.
Traders who increased short positions in the iShares fund during the 40 percent rally in emerging-market stocks from August 2007 to October 2007 proved prescient.
The MSCI gauge peaked at a record 1,338.49 on Oct. 29, 2007, and tumbled 66 percent through Oct. 27 last year, the worst bear market in the index’s 20-year history. The retreat was spurred by a collapse in U.S. consumer spending and a freeze in credit markets that sent the global economy into its first recession since World War II.
MSCI’s emerging-market index climbed as much as 34 percent from October 2008 to January as short sellers ended 52 percent of their bets against the iShares fund on speculation that the worst of the economic contraction was over. As the index kept climbing in March, posting its best month since 1993, short interest surged to 96.1 million shares, or 11 percent of the fund’s total shares outstanding, the NYSE data show.
Petrobras
Bets against American depositary receipts of Petrobras increased 61 percent in March to 34.1 million, or 1.4 percent of the shares available for trading, according to Bloomberg data. Wagers against AU Optronics, the world’s third-largest maker of liquid-crystal displays, climbed 26 percent to 13.1 million, or 1.5 percent of the traded shares, Bloomberg data show. The company gained 17 percent during the month, while Petrobras advanced 9.9 percent.
Short interest in all stocks traded on the NYSE rose 11 percent last month to 4.23 percent of shares outstanding. The NYSE releases short interest data to mid-April at the end of this week.
Equity prices climbed too fast after March 1 given the outlook for earnings, said Martin Herbon, who manages a Latin America hedge fund for Geneva-based Union Capital Group SA.
Trailing Estimates
Emerging-market profits may drop 26 percent this year, according to Citigroup Inc. Taiwan companies may post a 29 percent slide in net income, the steepest decline among developing countries in Asia, and Brazilian earnings may fall 37 percent, the most in Latin America, the New York-based bank said in an April 15 research note.
Twenty-nine of the 41 companies in the MSCI index that posted profits since the end of the first quarter trailed analysts’ estimates, according to Bloomberg data. The gauge trades at 11.4 times earnings, near the most expensive in almost nine months, the data show. At least 256 companies in the index are scheduled to report earnings in the next month.
“Prices have gone up, but the earnings still need some reviews,” said Herbon, who helps oversee $900 million and is using exchange-traded funds to bet on declines in Brazilian shares. This rally “seems too early,” he said.
The MSCI gauge posted an average decline of 1.6 percent during three-month periods following jumps of at least 25 percent in short interest on the iShares fund since 2006, according to Bloomberg data.
False Signals
Increases in short sales sometimes send false sell signals. The MSCI gauge rose 16 percent in three months after a 41 percent jump in short interest in September 2006. When short sales climbed 59 percent in March 2007, the MSCI gauge added 19 percent in the next three months.
Traders are too bearish and the latest equity rally is the beginning of a new bull market, according to Templeton Asset Management Ltd.’s Mark Mobius, Traxis Partners LLC’s Barton Biggs and Fisher Investments Inc.’s Kenneth Fisher, who together oversee more than $40 billion.
“The market is beginning to tentatively price in the likelihood of an economic recovery,” said Christopher Palmer, who helps manage about $4 billion as the London-based head of global emerging markets at Gartmore Investment Management Ltd.
The International Monetary Fund said yesterday that the global recession will be deeper and the recovery slower than previously thought. It’s still too early to turn bullish on emerging-market stocks because there’s a risk the global economy will deteriorate, said Jason Hepner, an Edinburgh-based money manager at Standard Life Investments Ltd., which oversees about $178 billion. Hepner is holding fewer emerging-market shares than are represented in benchmark indexes.
“We’re looking for clear signs of bottoming in global growth before turning positive on emerging-market equities.”
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23.4.09
Marcadores: Internacionais sobre o Brasil
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Lobão indica que Eletrobrás ficará fora do superávit
Reuters News
22/04/2009
A Eletrobrás deve ser a próxima estatal a ficar isenta dos esforços do governo de economizar recursos para pagar os juros de sua dívida, indicou nesta segunda-feira o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Segundo ele, o assunto já está sendo discutido por técnicos dos ministérios de Minas e Energia e da Fazenda.
"É justo. A Eletrobrás também é uma empresa de capital aberto com ações em bolsa e merece ter os mesmos direitos que a Petrobras", disse, antes de participar de um congresso com empresários.
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a retirada da Petrobras do esforço fiscal para pagar os juros da dívida pública, ao avisar que a meta do superávit primário do Brasil em 2009 foi reduzida de 3,8% para 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Lobão disse também que ambos os ministérios estão fazendo contas para determinar qual deve ser o percentual de redução que será aplicado aos preços dos combustíveis vendidos pela Petrobras e que não são ajustados mensalmente - gasolina, diesel e GLP -, e adiantou que a definição sai no máximo em quatro meses.
A dimensão da queda será determinada, explicou o ministro, quando os técnicos concluírem qual foi o dano sofrido pela petroleira em 2008, quando não repassou a esses combustíveis o aumento do preço no mercado internacional. Agora que os preços reverteram fortemente, seria necessário dar mais algum tempo à Petrobras.
Indicadores dos EUA apontam que recessão continua
Reuters
22/04/2009
Um importante índice sobre a atividade futura dos Estados Unidos recuou pelo terceiro mês consecutivo em março, mostrando que a recessão deve persistir no país, informou o grupo de pesquisas Conference Board nesta segunda-feira.
O índice de principais indicadores caiu 0,3% em março, ante previsão de analistas de 0,2%. O dado de fevereiro foi revisto de recuo de 0,4% para 0,2%.
"A recessão pode continuar durante o verão (do Hemisfério Norte), mas a intensidade irá diminuir", afirmou Ken Goldstein, economista do Conference Board, em comunicado.
O índice não registrou nenhuma alta nos últimos nove meses. Em setembro e dezembro, ficou estável e em outubro apresentou a maior queda, de 1%.
Nos últimos seis meses, o indicador acumulou queda de 2,5%, ante recuo de 1,4% nos seis meses anteriores.
Governo quer ficar com ganho no petróleo
Último Segundo
22/04/2009
A equipe econômica quer aproveitar a queda do preço do petróleo no mercado internacional para melhorar a arrecadação de tributos, em queda com a crise financeira, e elevar as transferências aos governos estaduais. As informações são do jornal “Folha de S. Paulo”.
A ideia é aumentar o imposto cobrado na gasolina sem, no entanto, elevar o preço ao consumidor. Para isso, o valor de venda da Petrobras na refinaria terá que cair, num movimento oposto ao que o governo fez no ano passado.
O mesmo deve ocorrer com o diesel, mas nesse caso parte do ganho será dividida com o consumidor via redução de preço.
A mudança em discussão tem como argumento a queda no preço do petróleo no mercado internacional. O barril do produto, que chegou perto de US$ 150 na metade de 2008, gira hoje em torno de US$ 50.
A decisão, no entanto, não deve ser rápida. Há dúvidas técnicas, como a alta oscilação nas projeções de preço do petróleo. Mas os maiores impedimentos são políticos.
Um deles é a Petrobras, que resiste a abrir mão de receitas e de parte do lucro. Se o governo baixar o preço dos combustíveis na refinaria, o custo da medida será da estatal, que receberá menos por suas vendas.
Uma queda no preço dos combustíveis também afeta a arrecadação dos Estados. A Folha apurou que uma das principais resistências vem da Bahia. O governador e ex-ministro Jaques Wagner (PT) já avisou a Lula que a arrecadação do Estado seria muito afetada pela medida. O setor petroquímico responde por 25% do ICMS recolhido no Estado.
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22.4.09
Marcadores: Petróleo e Derivados, Tributária
Caixa estuda novos financiamentos para a linha branca
Agência Estado
22/04/2009
A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, afirmou que o banco estuda novas possibilidades de financiamento de produtos da chamada linha branca - geladeira, fogão e máquina lavar, entre outros. Segundo ela, a Caixa já tem um cartão específico para financiar esse segmento, mas deve buscar "novas formulações de crédito" e tentar facilitar o acesso dos consumidores aos financiamentos, diante da potencial expansão do setor com a redução temporária do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Nesse sentido, Maria Fernanda disse que o banco federal deve buscar firmar parcerias com grandes redes de varejo. "Estamos, a partir da redução do IPI, estudando novos lançamentos. Nossa contribuição vai ser exatamente em parcerias com grandes redes de varejo. O consumidor escolhe o produto e já teria disponível o crédito da Caixa", afirmou.
A presidente da Caixa também informou que houve um aumento significativo no número de acessos ao simulador de crédito imobiliário, depois do lançamento do programa "Minha Casa, Minha Vida". Segundo ela, a média diária de acessos subiu de 74 mil para 450 mil, e na quinta-feira e sexta-feira passadas foram mais de 1 milhão de acessos.
Maria Fernanda disse que a expectativa é que de oito a 12 meses a Caixa já comece a entregar unidades. Para ela, em cerca de 15 dias já será possível ter uma ideia mais clara de quantas casas poderão ser entregues neste ano. "A gente já tem um volume de cerca de sete mil unidades dentro da Caixa, já recebemos projetos, eu acredito que em mais 15 dias já dá para fazer uma avaliação de quantas unidades a gente pode ter em execução neste ano", afirmou.
Global consumer activity trends level off
Wed Apr 22, 2009 12:54am EDT
By Brad Dorfman
CHICAGO (Reuters) - Consumer activity is showing signs of leveling off after a sharp drop last year and could indicate a potential bottom in the global downturn, data released on Wednesday showed.
The monthly Nielsen Economic Current scorecard showed that activity in 10 of the 11 countries monitored remained at the same pace in February from January, with only Germany showing an uptick, to "neutral" from "negative."
The scorecard uses data collected by Nielsen on things like frequency of consumer shopping trends, consumer spending per trip, how much and what people are buying and where they are shopping.
"What we have seen is a slowdown in the rate of the decline. We have seen a bottoming out," said James Russo, vice president for global consumer insights at Nielsen. "We see a move toward neutral."
The scorecard is also one of the first releases Nielsen has seen that shows evidence the economy may be at a bottom, Russo said.
While the Economic Current shows possible signs of a bottom, a separate survey Nielsen will release on Wednesday shows consumer confidence is still falling.
The company's consumer confidence index, released twice a year, fell to a record low of 77 from 84 six months ago. The baseline for the index is 100.
SEARCHING FOR SAVINGS
Consumers continue to look for ways to save money in the slumping economy, the Economic Current data showed. Cutting down on out-of-home entertainment and spending less on clothes continue to be among the most favored ways of saving money.
U.S. consumers are also switching more to lower-priced store brands when they shop, with a 6.4 percent increase in the number of store-brand items purchased, Nielsen said.
In Russia, consumers are becoming more price-conscious and are looking for stores that offer wider choices so that they can buy everything they need in one shop, Nielsen said.
The Economic Current scorecard measures activity in Brazil, Canada, China, France, Germany, India, Italy, Russia, Spain, the United Kingdom and the United States.
Nielsen's consumer confidence index is based on a survey of 25,420 Internet users in 50 countries and was conducted March 19 through April 2. The survey found that Russia, Brazil and the United Arab Emirates had the biggest falls in consumer confidence over the past six months as currency devaluation, weakening export markets and falling global commodity prices took their toll.
(Reporting by Brad Dorfman, editing by Matthew Lewis)
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Agência de Notícias
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22.4.09
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Survey shows global consumer confidence deteriorates in 2009
Wed Apr 22, 2009 6:18am EDT
By Susan Fenton
HONG KONG (Reuters) - Consumer confidence has sunk further globally in the past six months, despite government efforts to boost consumption, and remains weakest in South Korea, according to a global survey.
The twice-yearly survey, published by the Nielsen Company on Wednesday, shows confidence has deteriorated since last autumn in 48 of 50 markets covered worldwide. Only consumers in Indonesia and Denmark are upbeat, but less so than six months ago, while previously positive Indian consumers have turned cautious, according to the survey.
"Despite the various fiscal stimulus plans put on the table by governments around the world, the business outlook continues to be bleak and there is no sign of consumer confidence picking up globally," the Nielsen Company said in a statement.
The survey, which polled 25,000 Internet users in 50 countries in March and April, recorded an average global score of 77, down from 84 in the previous survey published in November.
A reading above 100 is considered upbeat. The highest reading since the index's launch in 2005 was 137, an individual score for India in the second half of 2006. India's score was 99 in the latest survey.
As the credit crisis and impact of economic recession in advanced countries has affected emerging markets, consumer confidence in the other so-called BRIC countries -- Brazil, Russia, India and China -- has declined sharply in the past six months.
However, the drop was much less marked in China, where consumers remain among the top 10 most confident consumers globally. Consumers in parts of Eastern European were among the most pessimistic and confidence plunged in Hungary and Latvia.
South Koreans retained the most pessimistic ranking, followed by Japan, as both economies have been hit by plunging exports this year as global demand has evaporated.
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Agência de Notícias
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22.4.09
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Teste de resistência de bancos está quase concluído, diz Obama
AFP
20/04/2009
O presidente Barack Obama indicou neste domingo que o teste de resistência a que foram submetidos os 19 principais estabelecimentos financeiros americanos apra avaliar sua solidez e suas eventuais necessidades estava quase concluído.
"Estou certo de que teremos algo mais a dizer nos próximos dias", afirmou, ao fim da Cúpula das Américas, em Trinidad e Tobago, destacando que "a situação da economia ainda é difícil".
"Ainda há uma contração do crédito e os bancos não estão emprestando em seus níveis anteriores", explicou.
Os primeiros indicadores econômicos de abril publicados nos Estados Unidos não foram tão ruins como os dos meses anteriores, o que faz esperar a volta de uma conjuntura normal.
Mesmo assim, Obama foi pragmático: "Os Estados Unidos não estão a salvo".
No mesmo sentido, o principal assessor econômico de Obama, Lawrence Summers, afirmou neste domingo que a economia americana ainda corre riscos importantes, apesar dos sinais positivos. Ele recomendou prudência.
"Devemos ser prudentes, já que o caminho da recuperação é longo, persistem riscos importantes e devemos estar prontos para enfrentar os imprevistos", afirmou Summers ao canal NBC.