segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Brazil Expands Investment in Offshore Drilling Projects

The New York Times
By ANDREW DOWNIE
Published: January 24, 2009
SÃO PAULO, Brazil — Brazil’s state-controlled oil company, Petrobras, announced a crisis-busting investment plan Friday to spend more than $174 billion over the next five years, much of it for prodigious deep-water oil and gas exploration.
The investment covers the 2009-2013 period and represents a rise of 55 percent over the $112.4 billion the company had vowed to spend on development between 2008 and 2012.
This investment is “very robust and very important for the continuity of Petrobras’s growth,” José Sergio Gabrielli, the company’s chief executive, told reporters Friday at a news conference in Rio de Janeiro.
Petrobras, whose full name is Petróleo Brasileiro, had promised to unveil its spending plans in September but delayed the announcement several times because of the world’s financial turmoil.
In 2007 and 2008, Petrobras and partners including Repsol YPF of Spain and the BG Group of Britain discovered vast deposits of oil under more than 4,000 meters of water, rock and salt.
Although the finds are at previously untapped depths and will be costly to extract, they hold an estimated 8 billion to 12 billion barrels of oil, according to Petrobras figures. Company officials and oil experts say that other reserves of that size could be nearby.
One of the finds alone, named the Tupi, holds the equivalent of 5 billion to 8 billion barrels of light crude oil and is the world’s biggest new field since a 12-billion-barrel find in Kazakhstan in 2000.
President Luiz Inácio Lula da Silva of Brazil has said repeatedly that developing these oil reserves is vital to the country’s future, and Petrobras has set aside $28 billion to that end.
In all, new drilling could produce 219,000 barrels a day by 2013, 582,000 barrels a day by 2015 and 1.82 million barrels a day by 2020, he predicted.
Natural gas extraction would rise from 7 million cubic meters a day in 2013 to 40 million a day in 2020, the company added.
Petrobras produced a daily average of 2.18 million barrels of oil and gas last year.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Liminar derruba interpretação de juntas sobre balanços de limitadas

Valor Econômico
23/01/2009
A polêmica em torno da obrigatoriedade de publicação de balanços pelas sociedades limitadas de grande porte chegou à Justiça. Uma decisão liminar proferida pela juíza Maíra Felipe Lourenço, da 25ª Vara Federal Cível da 3ª Região, em São Paulo, derrubou uma determinação do Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) - órgão do Ministério do Desenvolvimento que reúne as juntas comerciais do país - que diz que essas empresas "poderão facultativamente publicar suas demonstrações financeiras nos jornais oficiais ou outros meios de divulgação, para o efeito de ser deferido o seu arquivamento nas juntas comerciais".
Com base nessa liminar, o presidente da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), Valdir Saviolli, disse ao Valor que se uma empresa de grande porte - seja ela uma sociedade anônima ou uma limitada - for ao órgão para arquivar atas que aprovem demonstrações financeiras, deverá obrigatoriamente comprovar a publicação de seu balanço em imprensa oficial e jornal de grande circulação onde localiza-se a sede da sociedade. Caso contrário, o pedido de arquivamento será negado. A União já recorreu da liminar, mas o recurso ainda não foi julgado.
O debate sobre os balanços das limitadas de grande porte começou com a edição da chamada nova Lei das S.A. - a Lei nº 11.638, de 2007 -, que equiparou essas companhias às sociedades anônimas. A mesma legislação considera como empresas de grande porte aquelas que possuem um ativo total superior a R$ 240 milhões ou uma receita bruta anual a R$ 300 milhões. A ação judicial contra o ofício do Departamento Nacional de Registro Comercial foi ajuizada pela Associação Brasileira de Imprensas Oficiais (Abio). Apesar de reconhecer que a obrigatoriedade de publicação dos balanços pelas limitadas de grande porte aumentaria os resultados das imprensas oficiais, o presidente da Abio, Francisco Pedalino Costa, afirma que um dos motivos que levou a entidade a ir a juízo é o fato de grandes empresas, multinacionais e nacionais, terem se transformado em limitadas com o único objetivo de não publicar balanços a partir dos anos 80. "Se uma empresa com milhões de funcionários, da noite para o dia, fecha as portas e ninguém sabia o que estava acontecendo, há um impacto social enorme", diz. Para Pedalino, a decisão apenas confirma o que está na lei.
Na ação, a Abia pede a sustação da determinação do DNRC, que diz ser facultativo para sociedades de grande porte publicar demonstrações financeiras nos jornais oficiais ou outros meios de divulgação e que o DNRC seja obrigado a publicar um novo ofício circular declarando a obrigatoriedade desses procedimentos. Na liminar, a juíza atendeu apenas ao primeiro pedido - segundo ela, a publicação deve ser feita em órgão oficial e em jornal de grande circulação. Quanto ao segundo pleito da Abia, a juíza declarou que "o dever das sociedades de grande porte de publicar suas demonstrações financeiras já decorre da Lei nº 11.638, de 2007". Diante da liminar, um ofício circular da Jucesp já informou aos funcionários da junta a respeito do cumprimento da decisão judicial. Valdir Saviolli diz que ainda não há casos concretos de limitadas de grande porte que tiveram respostas negativas a pedidos de arquivamento de atas em função da não-publicação de balanços, já que a divulgação das demonstrações financeiras das empresas deve ser feita até o fim de abril.
As juntas comerciais não têm competência para multas empresas que descumprem a legislação, mas o não-arquivamento de atos deliberativos da sociedade na junta pode prejudicar os negócios. O jurista e professor da Universidade de São Paulo (USP), Modesto Carvalhosa, afirma que a empresa com esse tipo de pendência passa a ter dificuldades para obter financiamentos no BNDES ou fazer a alienação fiduciária de seus ativos, por exemplo.
Carvalhosa afirma que a fiscalização sobre a publicação de balanços é automática, já que em geral os negócios a serem realizados por uma empresa envolvem o levantamento de sua situação na junta comercial. "A junta cadastra os atos e pendências das empresas. No caso, constará que é preciso fazer o arquivamento do balanço", diz.
Há limitadas, no entanto, que deverão recorrer à Justiça se as juntas exigirem a publicação de seus balanços com base na decisão liminar, de acordo com advogados consultados pelo Valor. O diretor técnico do escritório TozziniFreire Advogados, Renato Berger, entende que a decisão está errada porque parte da premissa equivocada de que existe obrigação de publicação. "Se assim for interpretado pelas juntas, haverá contestação na Justiça", diz.
Para o advogado João Ricardo de Azevedo Ribeiro, sócio do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados, a decisão não terá efeitos práticos porque ofício do DNRC não é lei. "E a lei não obriga a publicação", diz. Já o advogado Antônio José Mattos Morelli, do Pinheiro Neto Advogados, diz entender o interesse da imprensa oficial, mas que só as sociedades anônimas devem publicar as demonstrações financeiras.

CVM manda empresas refazerem balanço

Gazeta Mercantil / Vinícius Pinheiro
23/01/2009
Por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 11 empresas de capital aberto precisarão reapresentar os resultados do terceiro trimestre de 2008 para detalhar as posições que mantinham em instrumentos financeiros. Essas companhias descumpriram a exigência da autarquia, que após as perdas bilionárias sofridas por Sadia e Aracruz com derivativos cambiais exóticos e diante da desconfiança geral do mercado, determinou que os balanços de todas as empresas trouxessem informações sobre a exposição nesse tipo de instrumento. Conforme a deliberação do órgão regulador, os balanços do período entre julho e setembro do ano passado deveriam ser acompanhados de nota explicativa específica a respeito das posições com derivativos. Segundo a superintendente de relações com empresas da CVM, Elizabeth Machado, o principal problema encontrado nas demonstrações financeiras reprovadas foi a ausência do chamado valor justo dos derivativos. A partir da determinação da autarquia, as companhias têm prazo de 15 dias para reenviar o balanço, mas elas ainda podem recorrer da decisão. Até o momento, porém, nenhum recurso foi apresentado , afirma. Após analisar os resultados de 148 companhias, a CVM considerou que 88 delas precisam aperfeiçoar as informações prestadas. Entre os pontos que mereceram atenção, a superintendente destaca a falta de um critério para a apuração do valor justo dos derivativos e dos mercados em que os instrumentos são negociados. Em todos os casos, a autarquia notificou as empresas e sugeriu mudanças, mas não viu a necessidade da republicação dos números. Do total de balanços avaliados, apenas oito se mostraram em linha com a deliberação da CVM e 39 informaram não possuir exposição a derivativos. Consideramos o resultado razoável e dentro de uma curva de aprendizado , diz Elizabeth. Ela lembra que, na publicação dos números do quarto trimestre, as companhias precisarão se submeter à Instrução n 475, que prevê regras mais rigorosas para a divulgação das informações, inclusive com a chamada análise de sensibilidade, que estabelece a possibilidade de ganhos ou perdas financeiras com base em diferentes cenários futuros.

Carga tributária elevada é freio no crescimento, diz Abrasca

Agência Brasil
23/01/2009
O presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Antonio Castro, disse nesta quinta-feira que a elevada carga tributária brasileira "é um freio no crescimento". Segundo ele, a redução da carga tributária tem que ser a preocupação maior. "É o que falta ao Brasil para crescer com mais competição", disse.
Para Antonio Castro, o crescimento do investimento tenderia a ser favorecido se houvesse mais disponibilidade de recursos para o setor privado, "principalmente quando a gente sabe que a parcela dos gastos do setor público que vai para investimentos é muito pequena".
Segundo ele, a opinião geral é que o Brasil deveria ter mais de 20% do seu Produto Interno Bruto (PIB - soma das riquezas produzidas no país), absorvidos por investimentos.
O presidente da Abrasca também falou sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que na quarta-feira reduziu em um ponto percentual a taxa básica de juros Selic. "Deveria ser o início de uma série de (reduções), porque a taxa real que a gente ainda está vendo é superior a 7%". A tendência, segundo ele, é que os juros reais atinjam um patamar não superior a 6%.
Castro avaliou que a taxa Selic, que passou de 13,75% ao ano para 12,75% ao ano, deverá ficar em torno de 11% a 11,5% até o final de 2009. Ele afirmou que seria desejável que houvesse também redução dos spreads bancários (diferença entre os custos de captação das instituições financeiras e taxa final cobrada para o tomador dos empréstimos bancários). "As taxas de empréstimos anunciadas, à exceção dos bancos oficiais, têm tido, na realidade, uma redução numa proporção menor", disse.

BNDES receberá R$ 100 bi do Tesouro para crédito

Rodrigo Postigo
23/01/2009
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira, em Brasília, que o Tesouro Nacional vai disponibilizar ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 100 bilhões para fornecer crédito às principais atividades econômicas do País. Segundo ele, o aporte será feito na forma de títulos emitidos e de superávit financeiro do Tesouro.
Segundo o ministro, o BNDES requereu, para 2009, R$ 50 bilhões para complementar seu orçamento, estimado anteriormente em R$ 116 bilhões. Com o aporte de mais R$ 50 bilhões, o banco atingirá o orçamento recorde de R$ 166 bilhões. "(Isto vai) viabilizar não somente os projetos presentes na sua carteira como outros projetos que venham a surgir", explicou Mantega.
"É assim que nós enfrentamos a crise financeira mundial. A resposta é manter o nível de investimento elevado. Estamos assegurando os recursos necessários para que os empreendedores possam continuar o seu trabalho", completou.
Em 2008, o BNDES desembolsou um valor recorde de R$ 91,5 bilhões, o que representou um aumento de 41% sobre o valor financiado em 2007.

Brazil central bank sells $1.68 bln in forex swaps

Thu Jan 22, 2009 11:35am EST
SAO PAULO, Jan 22 (Reuters) - Brazil's central bank sold about $1.68 billion in an auction of currency swaps on Thursday, rolling over a similar batch of paper maturing next month.
The bank sold 33,800 of 36,000 contracts on offer in the auction, extending the maturities coming due on Feb. 2.
Brazil's currency, the real BRBY, traded 0.26 percent stronger at 2.346 per dollar shortly after the auction.
The central bank resumed selling foreign exchange swaps in October 2008 after a two-year hiatus, one of several measures it has taken to add liquidity to the financial system. (Reporting by Jenifer Correa; Writing by Elzio Barreto; Editing by James Dalgleish)

Brazilian Bond Yields Fall After Biggest Rate Cut Since 2003

By Adriana Brasileiro
Jan. 22 (Bloomberg) -- Brazil’s local-currency bond yields dropped to the lowest since October 2007 after the central bank unexpectedly cut its benchmark interest rate by the most in five years to boost economic growth.
“The central bank chose to shock the market, to make it change its gloomy expectations about growth right now,” said Luiz Adriano Martinez, a portfolio manager who helps oversee 55 billion reais ($23.7 billion) at Unibanco Asset Management in Sao Paulo.
The yield on Brazil’s January 2010 zero-coupon, local- currency bond fell seven basis points, or 0.07 percentage point, to 11.20 percent at 2:03 p.m. New York time, after most trading in Brazil had ended. That’s the lowest since Oct. 9, 2007, when the bond first started trading. The yield plunged 102 basis points since the start of the year as speculation mounted that the central bank would slash its benchmark rate amid slowing growth and signs of deflation.
The yield on Brazil’s overnight futures contract for July delivery retreated 23 basis points to 11.69 percent, the lowest since Nov. 6, 2007.
Brazilian central bankers yesterday voted 5-3 to lower the overnight rate to 12.75 percent from a two-year high of 13.75 percent, surprising 41 of 49 economists who had predicted a smaller cut. The bank said it was “carrying out immediately a significant part” of a new easing cycle.
Stalling Economy
The cut comes after recent data showing Brazil’s economy is stalling as local demand slumps. The $1.3 trillion economy probably started to shrink, according to banks including Banco BNP Paribas Brasil SA, JPMorgan Chase & Co. and Morgan Stanley.
“There were many technical reasons to justify a more aggressive move now to prioritize growth,” said Alessandra Ribeiro, an economist at Tendencias Consultoria in Sao Paulo who predicted the 100-basis-point reduction.
Analysts such as Marcelo Carvalho, Morgan Stanley’s chief economist for Brazil, and Alexandre Lintz, chief Latin America economist at BNP Paribas, said they expect no growth this year after industrial production in November plunged by the most in seven years, dropping 6.2 percent from the year-ago month, according to a Jan. 6 government report.
Retail sales, including vehicles and construction materials, fell 4.1 percent in November, the first annual decline in the index since it began in January 2003, the statistics agency IBGE said on Jan. 16.
Brazil’s real rose 0.5 percent to 2.3263 per U.S. dollar. The currency fell as much as 1 percent to 2.36 today after Microsoft Corp. said it would cut about 5 percent of its workforce amid slumping demand. U.S. stocks retreated on disappointing corporate earnings and economic data that signaled the recession is deepening.
Central Bank
The central bank drew on its international reserves today to buy reais in the currency market in an effort to prop up the real. It has plunged 33 percent since reaching a nine-year high of 1.5545 per dollar on Aug. 1 and is the worst performer since then among the 16 most-actively traded currencies tracked by Bloomberg.
International reserves fell $345 million on Jan. 21 to $203.10 billion from $203.44 billion on Jan. 20, the central bank said in a report released today on its Web site.
Brazil’s central bank also placed 33,800 currency swaps at an auction today, out of 36,000 contracts offered, to add liquidity to the market.
The swap offers are part of government efforts to ease the effect of the credit crunch in local markets.
The Treasury will provide state-run development bank BNDES with 100 billion reais to lend to credit-starved companies such as Petroleo Brasileiro SA, Finance Minister Guido Mantega said today.

UPDATE 2-Brazil injects cash in state bank to boost lending

Thu Jan 22, 2009 2:23pm EST
(Adds Lula meeting with banks, total BNDES lending, adds byline)
By Fernando Exman
BRASILIA, Jan 22 (Reuters) - Brazil's government will increase funding at state development bank BNDES by 100 billion reais ($42.63 billion) in 2009 in a bid to spur corporate investment, Finance Minister Guido Mantega said on Thursday.
The move should help provide much needed cash for companies as private banks have reduced lending because of the global credit crunch.
"This is how we will confront the global economic crisis," Mantega said at a news conference. "The answer is to keep investment levels high."
The massive capital injection will help BNDES have a record 160 billion reais available for credit this year. The bank will support investment plans by energy giant Petrobras (PETR4.SA) in natural gas and oil exploration as well as by utility companies in electricity generation, Mantega said.
The government expects "zero fiscal impact" from the BNDES capital injection because the bank will have to pay back the funds to the treasury at some point in the future, Mantega said.
President Luiz Inacio Lula da Silva met on Thursday with executives from five state-run banks including Banco do Brasil (BBAS3.SA), BNDES and Caixa Economica Federal, urging them to speed up lending and reduce borrowing costs to prevent a sharp slowdown in the economy.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Produção mundial de aço caiu quase 25% em dezembro

Economia da China registra pior crescimento em 6 anos

Governo federal vai leiloar mais 4 mil km neste ano

Fiesp pede taxa de juros entre 8% e 9% "o quanto antes"

Sped Fiscal e Contábil Entraram Em Vigor Neste Ano Para Contribuintes do IPI e do ICMS

Produção mundial de aço caiu quase 25% em dezembro

AFP
22/01/2009
A produção mundial de aço diminuiu 24,3% em dezembro de 2008, na comparação com o mesmo período do ano anterior, em consequência da crise econômica e financeira, anunciou a Associação Mundial do Aço.
A produção de aço caiu 1,2% ao longo de todo o ano, na comparação com 2007.
Em novembro, a redução havia sido de 19%, segundo a World Steel Association.

Governo federal vai leiloar mais 4 mil km neste ano

Gazeta Mercantil/Caderno C
22/01/2009
Mesmo com a crise financeira global, o governo não se intimida e anuncia que neste ano ocorrerão mais dois leilões de concessão de rodovias federais brasileiras. A afirmação foi feita hoje, pelo Ministro Interino dos Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos.
"Pretendemos leiloar até o final deste ano quase 4 mil quilômetros de rodovias. Estamos levando em consideração a crise financeira mundial, em que ocorre a restrição do crédito, porém é temporário. Além disso, contamos com a ajuda do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], fator que cria perspectiva favorável para os empreendedores", afirma o ministro.
Até junho deverão ser leiloados a BR 381 - de Belo Horizonte a Governador Valadares, com 30 quilômetros de extensão e investimentos previstos da ordem de R$ 2 bilhões; a BR-040 - de Juiz de Fora a Brasília, com 907 quilômetros e R$ 2,8 bilhões em investimentos e a BR-116 entre o limite da Bahia com Minas Gerais e no limite de Minas Gerais com Rio de Janeiro, com 817 quilômetros de extensão e R$ 3,5 bilhões em investimentos.
"Estes lotes estão agendados para junho de 2009, mas a expectativa é que ocorra antes deste prazo", acredita o Ministro Interino dos Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos.
Já para o final deste ano serão leiloados mais 1.608 quilômetros de estradas, compreendendo a BR 101 BA, com 790 quilômetros, a BR 101 Espírito Santo, com 359 km e a BR 470 Santa Catarina, com 359 km. Os investimentos previstos pelo governo ainda não foram calculados para estes trechos.

Economia da China registra pior crescimento em 6 anos

Rodrigo Postigo
22/01/2009
O Produto Interno Bruto (PIB) da China registrou em 2008 o menor crescimento dos últimos seis anos: 9%. Pela primeira vez, desde 2003, o percentual é inferior a dois dígitos, informou o Bureau Nacional de Estatísticas nesta quinta-feira.
O país atravessa uma situação sem precedentes desde sua reforma econômica, há três décadas, já que os três principais compradores (EUA, União Européia e Japão) enfrentam a crise econômica mundial.
"A crise internacional está se tornando mais profunda e se estendendo, enquanto seu impacto na economia chinesa continua", disse o diretor do Escritório Nacional de Estatísticas, Ma Jiantang.

Sped Fiscal e Contábil Entraram Em Vigor Neste Ano Para Contribuintes do IPI e do ICMS

Contábil & Empresarial Fiscolegis
22/01/2009
Este mês de janeiro esta sendo fatídico para mais de 32 mil estabelecimentos contribuintes do IPI e do ICMS.
Já no início de 2009, empresas industriais e comerciais que entraram na lista divulgada pela Receita Federal em novembro passam a ter de escriturar seu faturamento com base nas regras do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped).
Apesar de a transmissão dos arquivos digitais ter de ser feita mensalmente, a escrituração referente aos primeiros quatro meses do ano só terá de ser enviada ao fisco da União no fim de maio — novo prazo dado pela Receita devido a mudanças de última hora no lay-out dos registros, para integração com sistemas de fazendas estaduais.
O Sped é formado por três sistemas que trabalharão em conjunto para a Receita Federal e para as secretarias estaduais de fazenda: o Sped Contábil, que transforma os livros Diários e Razão em arquivos eletrônicos que passam a ser recebidos também pela Receita, além de serem autenticados pelos órgãos de registro civil; o Sped Fiscal, que receberá em um servidor central as informações de faturamento lançadas nos softwares fiscais das empresas, já apurando os impostos federais e estaduais devidos; e a Nota Fiscal Eletrônica, fechando o ciclo que permitirá aos fiscos da União e dos estados centralizar todas as movimentações dos contribuintes e evitar a sonegação.

Brazil Makes Biggest Lending Rate Cut in 5 Years

By THE ASSOCIATED PRESS
Published: January 21, 2009
Filed at 8:22 p.m. ET
SAO PAULO, Brazil (AP) -- Brazil's central bank issued its biggest interest rate cut in five years Wednesday, slashing its benchmark rate to 12.75 percent amid signs that growth in Latin America's largest economy may be slowing to a virtual halt.
Policy makers slashed the so-called Selic rate by 1 percentage point to its lowest since March 2007, when Brazil enjoyed a boom that ended abruptly with the global economic crisis late last year.
The cut was Brazil's first since September 2007, and its biggest since December 2003, when the Selic was clipped to 16.5 percent from 17.5 percent. Economists surveyed by the bank predicted that it will continue cutting the rate this year, bringing it to 11.25 percent by 2010 to stave off rapidly slowing growth and rising unemployment.
Industry and labor leaders across the country have clamored for lower rates to spur lending and production and slow layoffs.
But union members, who protested by the thousands on Sao Paulo's streets ahead of the bank's decision, criticized its move as too conservative, demanding a 2 percentage point cut instead.
''A reduction of 1 percent isn't much,'' said Artur Henri, head of the Central Workers Congress.
One of the nation's top big business lobbies, the National Confederation of Industry, called the cut ''rational and pragmatic,'' the Agencia Estado news service reported.
Brazil's economy shed 654,000 jobs in December, more than any month since May 1999. Unemployment reached 7.6 percent in November, and December's jobless rate is due to be announced on Thursday.
Economists surveyed by the central bank have revised their 2009 growth forecasts to 2.5 percent from 4 percent in recent months. Some analysts predict an even greater slowdown as the world economic crisis stalls demand for the commodity exports on which many Brazilian companies rely.
Exporters of everything from cars to minerals to food have been laying off employees, while others have sent workers on paid vacations and idled plants because Brazilian labor laws make firings too costly.
Despite the country's slowing growth, the central bank's monetary policy committee had resisted cutting rates amid spiraling prices. Recent data shows price gains have eased, with inflation now expected to dip to 4.9 percent in 2009, according to economists surveyed by the bank.
Brazilian politicians and economists have said a significant rate cut would encourage Brazilians to spend more on homes and consumer goods, boosting the economy.
''Maintaining a credible monetary and exchange rate policy framework will be critical for Brazil to weather the unfavorable external environment and minimize the fallout from global recession, falling commodity prices and global de-leveraging,'' said Shelly Shetty, senior director with Fitch Ratings' Latin American Sovereign Group.
Five of the monetary policy committee's eight members voted for Wednesday's 1 percentage point cut, while three favored a reduction of 0.75 percentage points, the central bank said in a statement.

Brazil bond, stock offerings seen rising in 2009

Wed Jan 21, 2009 2:24pm EST
SAO PAULO, Jan 21 (Reuters) - Stock and bond sales in Brazil may grow as much as 20 percent in 2009 as risk appetite rebounds and lower borrowing costs lure companies back into local capital markets, the country's investment banking association said on Wednesday.
Sales may reach 120 billion reais ($51.02 billion) in 2009, said Alberto Kiraly, a vice president at the association, known as ANBID, after a 30.7 percent slump in 2008 to 101.85 billion reais.
Kiraly said the bulk of the sales would be in bond offerings as investors slowly regain their appetite for risk and companies become more willing to borrow as benchmark interest rates fall. A turmoil in global markets last year crushed demand for corporate debt and triggered a drought in initial public offerings.
"The recovery of this market is conditional on the return of foreign investors," said Kiraly, who is also a director at Banco Votorantim.
Investors have started to require lower yields on Brazilian corporate bonds than in the final months of 2008, prompting several companies to prepare to sell debt in the local capital markets, he said.
Companies may tap the fixed income market with bonds maturing between 18 months and 24 months as yields on long-term debt remain high.
Debt sales should compensate for an expected dearth of stock offerings in the first half of 2009, Kiraly said.
Brazil's ItauBBA, the investment banking arm of Banco Itau Holding Financeira (ITAU4.SA), led the ranks in equity and bond underwriting in Brazil, ANBID said.
Credit Suisse (CSGN.VX) and UBS (UBSN.VX), which led the rankings in stock offerings for several years, fell to second and third in 2008, the association said. Bradesco's (BBDC4.SA) investment banking unit ranked second in bond underwriting, while Banco do Brasil (BBAS3.SA) ranked third. ($1 = 2.352 reais) (Reporting by Aluisio Alves; Writing by Elzio Barreto; Editing by Richard Chang)

A Look at Economic Developments Around the World

By THE ASSOCIATED PRESS
Published: January 21, 2009
Filed at 6:25 p.m. ET
A look at economic developments and stock-market activity around the world Wednesday:
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LONDON -- Unemployment in Britain rose to nearly 2 million in November, fuelling speculation that statistics later this week will show the economy contracting at its sharpest rate since the early days of Margaret Thatcher's government -- by up to 1.5 percent in the final quarter compared to the previous three month period, on top of the 0.6 percent decline posted in the third quarter. Meanwhile, the British pound fell to a 23-year low against the dollar and a record low against the yen amid mounting fears about the British banking sector and expectations the Bank of England will start pumping money into the economy within weeks. A group of influential British lawmakers wrote a letter to the financial regulator expressing concern at last week's lifting of a ban on short selling of financial stocks, which was immediately followed by a sharp sell-off in leading bank shares. Record losses at Royal Bank of Scotland have raised concerns about the nationalization of more banks. The benchmark FTSE 100 index closed down 31.52 points, or 0.8 percent at 4,059.88.
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BRUSSELS, Belgium -- European Central Bank President Jean-Claude Trichet lent his weight to new British and French moves designed to support their economies by shoring up banks in an attempt to get them lending to businesses and consumers again. He said the euro-zone central bank had to make sure that banks return financing to the economy -- in a year where governments will be the only driver of demand in Europe's recession-hit economies.
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BERLIN -- The German government forecast that the country's economy will shrink by 2.25 percent this year, which would easily be the nation's worst performance since World War II as exports decline sharply amid the global downturn. The new forecast for Europe's biggest economy was down drastically from the government's previous prediction, made in mid-October, for 0.2 percent growth. The DAX closed up 21.30 points, or 0.5 percent, at 4,261.15.
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PARIS -- France is preparing a second round of bank bailouts, which should get a quick approval by European authorities, the finance minister said. Christine Lagarde said the second tranche of euro10.5 billion ($13.58 billion), which must be discussed with the European Commission, is expected to gain approval faster than the first round. France's CAC 40 dropped 19.71 points, or 0.7 percent to 2,905.57.
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SINGAPORE -- Singapore slashed its 2009 growth forecast for a second time this month, saying the economy could shrink as much as 5 percent, as the city-state reels from plunging demand for its exports. During the last two weeks, weaker than expected retail sales, unemployment and industrial production in the U.S. and Europe, and falling Asian exports forced the government to rethink its expectations for this year, the Trade and Industry Ministry said. The Straits Times index fell 1.1 percent to 1,704.52.
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SHANGHAI -- Chinese shares retreated for the first time in four days on dismal corporate earnings forecasts. The benchmark Shanghai Composite Index ended down 0.5 percent, or 9.09 points, to close at 1985.02. The Shenzhen Composite Index for China's second exchange faded 0.4 percent to 604.57.
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SAO PAULO, Brazil -- Brazil's central bank reduced its benchmark interest rate to 12.75 percent as industry and labor leaders called for eased lending to boost the country's stalling economy. Policy makers slashed the so-called Selic rate by 1 percentage point to its lowest level since March 2007. The cut was Brazil's first since September 2007. The Ibovespa stock index rose 3.4 percent to 38,543. Mexico's IPC index rose 1.5 percent to 19,497, and Argentina's Merval index jumped 1.7 percent to 1,062.
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HONG KONG -- Hong Kong's main stock index retreated nearly 3 percent amid worries that banking woes will prolong the global slump. The blue-chip Hang Seng Index dropped 381.19 points, or 2.9 percent, to 12,578.58.
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TOKYO -- Ominous clouds hovering over the global banking sector sent Japanese stocks tumbling again. The benchmark Nikkei 225 stock average lost 164.15 points, or 2 percent, to 7,901.64. -- its lowest close since early December. The broader Topix index fell 2.2 percent to 787.15.
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MANILA, Philippines -- Shares plunged, tracking the overnight slump on Wall Street on concerns over the U.S. economy. The Philippine Stock Exchange index shed 57.81 points, or 3 percent, to 1,840.12, extending Tuesday's 1.3 percent loss.